16/03/2017
Em Dia Nacional de Paralisação, trabalhadores dão o recado: não às reformas da Previdência e Trabalhista
O Dia Nacional de Paralisações desta quinta-feira 15, convocado pela CUT e movimentos sociais em resposta à proposta de Reforma da Previdência reuniu cerca de duas mil pessoas em São José do Rio Preto unificadas contra a avalanche de roubos dos direitos trabalhistas pretendida pelo governo ilegítimo de Temer (PMDB).
O protesto ocorreu nas intermediações da Rua Pedro Amaral, ao lado do terminal de ônibus, e foi coordenado pela subsede da Central Única dos Trabalhadores - CUT Rio Preto, a Frente Brasil Popular, com o apoio de centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais.
Faixas e cartazes com frases pressionando o Congresso Nacional a suspender a tramitação das reformas que trarão prejuízos à classe trabalhadora foram empunhados pela massa composta de jovens pré adolescentes até a melhor idade, enquanto entoavam, em alto e bom som, um recado claro ao governo golpista: Fora Temer!
“Mostramos nesse 15 de março o nosso repúdio contra os ataques impostos pelas reformas da Previdência e Trabalhista e contra a retirada de direitos da classe trabalhadora, junto com outros projetos em tramitação no Congresso Nacional, como o PL que libera a terceirização de maneira indiscriminada, numa afronta à Constituição e à Consolidação das Leis do Trabalho, ressaltou o coordenador da subsede da CUT, Roberto Carlos Vicentim.
Entre os principais pontos contestados pelos manifestantes estavam o estabelecimento de idade mínima de 65 anos para requerer aposentadoria, igual para homens e mulheres, e os 49 anos de contribuição exigidos para acessar a aposentadoria integral, além de impactos negativos que a reforma causará entre trabalhadores e trabalhadoras urbanos e rurais.
Os atos, mobilizações e protestos em São José do Rio Preto tiveram início na terça-feira (14), quando a CUT, juntamente com a Frente Brasil Popular, realizou uma palestra sobre a Reforma da Previdência, no auditório da Câmara Municipal de Rio Preto. O evento teve como expositor Otoni Guimarães, ex-auditor da Receita Federal do Brasil, ex-coordenador geral e diretor do Departamento de Regimes Próprios da Secretaria de Previdência, e, atualmente, consultor de Previdência e Gestão Pública.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, como sindicato cidadão e defensor dos direitos dos trabalhadores, marcou presença no ato desta quarta-feira e defendeu que a reforma acaba com a possibilidade da maior parte da população conseguir se aposentar, abrindo espaço para os bancos oferecerem planos de previdência privada.
“O que está em jogo não é apenas o fim da aposentadoria, mas o fim dos direitos trabalhistas, da CLT, de tudo que conquistamos. Querem privatizar a aposentadoria pública e a seguridade social. Não iremos permitir que isso aconteça”, criticou Aparecido Augusto Marcelo, diretor do Sindicato.
A participação no movimento também foi aprovada no Congresso da Contraf-CUT e integra o plano de lutas dos trabalhadores bancários neste ano que tem como eixos: Contra a Reforma da Previdência; Contra a Reforma Trabalhista; Em Defesa dos Bancos Públicos; Em Defesa dos Empregos Frente à Reestruturação e a Digitalização.



O protesto ocorreu nas intermediações da Rua Pedro Amaral, ao lado do terminal de ônibus, e foi coordenado pela subsede da Central Única dos Trabalhadores - CUT Rio Preto, a Frente Brasil Popular, com o apoio de centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais.
Faixas e cartazes com frases pressionando o Congresso Nacional a suspender a tramitação das reformas que trarão prejuízos à classe trabalhadora foram empunhados pela massa composta de jovens pré adolescentes até a melhor idade, enquanto entoavam, em alto e bom som, um recado claro ao governo golpista: Fora Temer!
“Mostramos nesse 15 de março o nosso repúdio contra os ataques impostos pelas reformas da Previdência e Trabalhista e contra a retirada de direitos da classe trabalhadora, junto com outros projetos em tramitação no Congresso Nacional, como o PL que libera a terceirização de maneira indiscriminada, numa afronta à Constituição e à Consolidação das Leis do Trabalho, ressaltou o coordenador da subsede da CUT, Roberto Carlos Vicentim.
Entre os principais pontos contestados pelos manifestantes estavam o estabelecimento de idade mínima de 65 anos para requerer aposentadoria, igual para homens e mulheres, e os 49 anos de contribuição exigidos para acessar a aposentadoria integral, além de impactos negativos que a reforma causará entre trabalhadores e trabalhadoras urbanos e rurais.
Os atos, mobilizações e protestos em São José do Rio Preto tiveram início na terça-feira (14), quando a CUT, juntamente com a Frente Brasil Popular, realizou uma palestra sobre a Reforma da Previdência, no auditório da Câmara Municipal de Rio Preto. O evento teve como expositor Otoni Guimarães, ex-auditor da Receita Federal do Brasil, ex-coordenador geral e diretor do Departamento de Regimes Próprios da Secretaria de Previdência, e, atualmente, consultor de Previdência e Gestão Pública.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, como sindicato cidadão e defensor dos direitos dos trabalhadores, marcou presença no ato desta quarta-feira e defendeu que a reforma acaba com a possibilidade da maior parte da população conseguir se aposentar, abrindo espaço para os bancos oferecerem planos de previdência privada.
“O que está em jogo não é apenas o fim da aposentadoria, mas o fim dos direitos trabalhistas, da CLT, de tudo que conquistamos. Querem privatizar a aposentadoria pública e a seguridade social. Não iremos permitir que isso aconteça”, criticou Aparecido Augusto Marcelo, diretor do Sindicato.
A participação no movimento também foi aprovada no Congresso da Contraf-CUT e integra o plano de lutas dos trabalhadores bancários neste ano que tem como eixos: Contra a Reforma da Previdência; Contra a Reforma Trabalhista; Em Defesa dos Bancos Públicos; Em Defesa dos Empregos Frente à Reestruturação e a Digitalização.



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