07/02/2017
Entidades sindicais debatem condições de trabalho com representantes da Caixa
Representantes dos empregados da Caixa Econômica Federal se reuniram na quinta-feira (2) com gestores do banco na Gipes/SP, no Fórum Regional de Condições de Trabalho. Foram debatidos problemas de infraestrutura das unidades, como climatização deficiente, problemas de ventilação, falta de acessibilidade, entre outros. Foi discutido, também, o estabelecimento de determinados procedimentos que devem ser adotados em caso de reformas nas unidades, de forma que sejam garantidas as condições de trabalho aos empregados, e condições de atendimento à população. Além disso, mais uma vez, os dirigentes sindicais pautaram a ocorrência de envio pela chefia de mensagens eletrônicas, com cobrança de resultados, inclusive fora do horário de funcionamento das unidades, nos celulares particulares dos bancários.
“Os funcionários detentores de funções gratificadas convivem com o fantasma do descomissionamento pelo código 950, que impede a incorporação da gratificação aos salários. Mas, paradoxalmente, os meios utilizados pela chefia para cobrar seus subordinados são passíveis de enquadramento de perda de função pelo 950, uma vez que eles utilizam de meios de comunicação não regulamentados pela Caixa”, observou o diretor de Imprensa e Comunicação da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo e de Relações Sindicais da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de São Paulo (Apcef/SP), Leonardo Quadros. “A prática se configura como tratamento inadequado das informações, com uso de ferramentas de comunicação não normatizadas, que vai contra não apenas ao que determina nossa Convenção Coletiva, mas às próprias normas da Caixa”, explicou.
O dirigente lembra também que, nestes casos, o empregado é obrigado a utilizar recursos próprios para fazer seu trabalho, como seu celular e seu plano de dados de internet. “Sem contar que essas mensagens, por vezes, são recebidas fora do horário de expediente e fora do horário de funcionamento das unidades, o que faz com que o empregado tenha que trabalhar mesmo quando não deveria estar em exercício de suas funções, em flagrante desrespeito à jornada de trabalho”, disse.
O diretor da FETEC-CUT/SP e da Apcef/SP disse ainda que, devido desta situação ser verificada em todas as Superintendências Regionais atendidas pela Gipes/SP, a representação da Caixa sugeriu o encaminhamento do tema para debate em âmbito nacional, no Fórum Nacional de Condições de Trabalho e na mesa permanente de negociações entre os empregados e o banco.
Segundo regra do Fórum Condições de Trabalho, a Caixa deve apresentar solução para os casos apresentados em até 30 dias. Aqueles que não puderem ter solução definitiva nem iniciada nesse prazo são encaminhados para negociação com a matriz.
“Os funcionários detentores de funções gratificadas convivem com o fantasma do descomissionamento pelo código 950, que impede a incorporação da gratificação aos salários. Mas, paradoxalmente, os meios utilizados pela chefia para cobrar seus subordinados são passíveis de enquadramento de perda de função pelo 950, uma vez que eles utilizam de meios de comunicação não regulamentados pela Caixa”, observou o diretor de Imprensa e Comunicação da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo e de Relações Sindicais da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de São Paulo (Apcef/SP), Leonardo Quadros. “A prática se configura como tratamento inadequado das informações, com uso de ferramentas de comunicação não normatizadas, que vai contra não apenas ao que determina nossa Convenção Coletiva, mas às próprias normas da Caixa”, explicou.
O dirigente lembra também que, nestes casos, o empregado é obrigado a utilizar recursos próprios para fazer seu trabalho, como seu celular e seu plano de dados de internet. “Sem contar que essas mensagens, por vezes, são recebidas fora do horário de expediente e fora do horário de funcionamento das unidades, o que faz com que o empregado tenha que trabalhar mesmo quando não deveria estar em exercício de suas funções, em flagrante desrespeito à jornada de trabalho”, disse.
O diretor da FETEC-CUT/SP e da Apcef/SP disse ainda que, devido desta situação ser verificada em todas as Superintendências Regionais atendidas pela Gipes/SP, a representação da Caixa sugeriu o encaminhamento do tema para debate em âmbito nacional, no Fórum Nacional de Condições de Trabalho e na mesa permanente de negociações entre os empregados e o banco.
Segundo regra do Fórum Condições de Trabalho, a Caixa deve apresentar solução para os casos apresentados em até 30 dias. Aqueles que não puderem ter solução definitiva nem iniciada nesse prazo são encaminhados para negociação com a matriz.
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