03/02/2017
CUT protesta contra a retirada de direitos e o ataque às aposentadorias em 15 de março
Mais uma vez a Central Única dos Trabalhadores (CUT) vai colocar na rua o bloco da luta contra a retirada de direitos da classe trabalhadora e contra o ataque às aposentadorias. Será no dia 15 de março, quando trabalhadores e trabalhadoras de todas as regiões do Brasil promovem o Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações. As atividades desse dia representam a retomada da pressão da CUT sobre o governo ilegítimo de Michel Temer e sobre o Congresso Nacional, para que o projeto que prevê a reforma da Previdência seja rejeitado.
A CUT esclarece que o Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações ocorrerá de forma descentralizada. Todos os estados, indistintamente, estarão engajados nas atividades de ruas, nas greves nas fábricas e em atos nos grandes centros urbanos. Em 15 de março, entre outras coisas, os trabalhadores vão atrasar a entrada de turnos e paralisar parcial e integralmente as empresas.
A CUT avalia que não tem como sustentar a Seguridade Social (Previdência – Assistência – Saúde) sem reaquecer o mercado de trabalho. O entendimento é o de que, ou país tem propostas de geração de emprego ou não renova o sistema. “Precisamos de políticas que combatam o desemprego, a rotatividade e que incentivem a formalização da juventude”, afirma a entidade.
Para a CUT, a reforma da Previdência sabota o país, porque deixa de gerar riqueza no município, tendo em vista que muitas das pequenas cidades dependem dos valores que os aposentados recebem. “Ou o trabalhador participa em 15 de março do Dia Nacional de Paralisação, manifestando-se massivamente nas ruas, ou pagará o preço das mazelas perpetradas pelo atual governo brasileiro”, diz Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae.
A agenda começa no próximo dia 15 de março, mas a CUT prevê um ano de muita mobilização. Isto porque a reforma trabalhista também bate à porta, representando uma proposta que aumenta jornada de trabalho semanal e estabelece o contrato temporário ou intermitente, no qual o trabalhador aguardará ser chamado sem receber por esse tempo de espera.
Segundo Jair Ferreira, não dá para aceitar que a Constituição e a CLT sejam rasgadas e que haja uma agressão direta ao Estado Democrático de Direito. “O conceito de Estado participativo precisa ser resgatado, para que haja fortalecimento de propostas como a da Caixa 100% pública, essencial para a retomada da rota de desenvolvimento sustentável do país”, admite.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Roberto Carlos Vicentim defende que somente a mobilização dos trabalhadores será capaz de barrar as tentativas de desmontes pretendidas não só pelos banqueiros, mas também pelo governo Temer com as reformas Trabalhista e da Previdência. "É o momento de nos unirmos e nos mobilizarmos se quisermos fortalecer nossa luta contra os abusos impostos por um governo ilegítmo e em favor das melhorias necessárias à classe trabalhadora."
A CUT esclarece que o Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações ocorrerá de forma descentralizada. Todos os estados, indistintamente, estarão engajados nas atividades de ruas, nas greves nas fábricas e em atos nos grandes centros urbanos. Em 15 de março, entre outras coisas, os trabalhadores vão atrasar a entrada de turnos e paralisar parcial e integralmente as empresas.
A CUT avalia que não tem como sustentar a Seguridade Social (Previdência – Assistência – Saúde) sem reaquecer o mercado de trabalho. O entendimento é o de que, ou país tem propostas de geração de emprego ou não renova o sistema. “Precisamos de políticas que combatam o desemprego, a rotatividade e que incentivem a formalização da juventude”, afirma a entidade.
Para a CUT, a reforma da Previdência sabota o país, porque deixa de gerar riqueza no município, tendo em vista que muitas das pequenas cidades dependem dos valores que os aposentados recebem. “Ou o trabalhador participa em 15 de março do Dia Nacional de Paralisação, manifestando-se massivamente nas ruas, ou pagará o preço das mazelas perpetradas pelo atual governo brasileiro”, diz Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae.
A agenda começa no próximo dia 15 de março, mas a CUT prevê um ano de muita mobilização. Isto porque a reforma trabalhista também bate à porta, representando uma proposta que aumenta jornada de trabalho semanal e estabelece o contrato temporário ou intermitente, no qual o trabalhador aguardará ser chamado sem receber por esse tempo de espera.
Segundo Jair Ferreira, não dá para aceitar que a Constituição e a CLT sejam rasgadas e que haja uma agressão direta ao Estado Democrático de Direito. “O conceito de Estado participativo precisa ser resgatado, para que haja fortalecimento de propostas como a da Caixa 100% pública, essencial para a retomada da rota de desenvolvimento sustentável do país”, admite.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Roberto Carlos Vicentim defende que somente a mobilização dos trabalhadores será capaz de barrar as tentativas de desmontes pretendidas não só pelos banqueiros, mas também pelo governo Temer com as reformas Trabalhista e da Previdência. "É o momento de nos unirmos e nos mobilizarmos se quisermos fortalecer nossa luta contra os abusos impostos por um governo ilegítmo e em favor das melhorias necessárias à classe trabalhadora."
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