23/05/2016
Sobrecarga de trabalho, não! Assuma o controle e denuncie ao Sindicato
Em 2015, os cinco maiores bancos que atuam no Brasil (Itaú, Bradesco, Santander, BB e Caixa) tiveram lucro de R$ 70 bilhões, crescimento de 16% em relação a 2014. Apesar disso, no mesmo período as instituições financeiras cortaram 9.886 postos de trabalho. Uma das consequências para quem permanece nos bancos é cada vez mais presente: a sobrecarga de trabalho.
Dados divulgados pelo Banco Central evidenciam o aumento da intensidade do trabalho no setor financeiro. Em 2015, o número de clientes e usuários por empregado teve aumento de 6,1% no Bradesco, 7,2% no Itaú, 5,1% no Santander e 9,4% na Caixa. O BB, que sozinho foi responsável pelo corte de 2.437 postos de trabalho no ano passado, não disponibilizou essa informação.
A categoria bancária é das que mais sofrem com adoecimento. Em média, todos os anos, aproximadamente 18 mil trabalhadores são afastados. Muitos, mesmo com atestados médicos, arriscam sua saúde e continuam em atividade por medo de perder o emprego. A própria federação dos bancos (Fenaban) reconheceu, em negociação, que a pressão abusiva leva ao adoecimento.
“A sobrecarga de trabalho, junto com o assédio moral e a cobrança abusiva por metas, é um dos fatores mais danosos à saúde do trabalhador bancário. Além de ficar sob extrema pressão, o bancário tem de conviver com a irritação dos clientes, que têm o atendimento prejudicado pelo número cada vez menor de funcionários”, diz o secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Dionísio Reis.
Assuma o Controle
Para incentivar que bancários denunciem a sobrecarga, o assédio e a cobrança abusiva por metas, o Sindicato dos Bancários de São Paulo lançou no início de maio a campanha Assuma o Controle. “Para combater esses riscos à saúde, o bancário deve ‘colocar o dedo’ na gestão e influenciar seu ambiente de trabalho. É essa conscientização que buscamos com a campanha Assuma o Controle. Que o trabalhador denuncie e também proponha soluções”, explica Dionísio.
Em Catanduva, para fazer a denúncia, o bancário deve procurar o Sindicato por meio dos dirigentes ou pelos canais de atendimento do site: Assédio Moral ou Fale Conosco. O sigilo é garantido. “Somente com a participação de todos avançaremos cada vez mais na promoção da saúde na categoria bancária”, conclui o diretor.
Dados divulgados pelo Banco Central evidenciam o aumento da intensidade do trabalho no setor financeiro. Em 2015, o número de clientes e usuários por empregado teve aumento de 6,1% no Bradesco, 7,2% no Itaú, 5,1% no Santander e 9,4% na Caixa. O BB, que sozinho foi responsável pelo corte de 2.437 postos de trabalho no ano passado, não disponibilizou essa informação.
A categoria bancária é das que mais sofrem com adoecimento. Em média, todos os anos, aproximadamente 18 mil trabalhadores são afastados. Muitos, mesmo com atestados médicos, arriscam sua saúde e continuam em atividade por medo de perder o emprego. A própria federação dos bancos (Fenaban) reconheceu, em negociação, que a pressão abusiva leva ao adoecimento.
“A sobrecarga de trabalho, junto com o assédio moral e a cobrança abusiva por metas, é um dos fatores mais danosos à saúde do trabalhador bancário. Além de ficar sob extrema pressão, o bancário tem de conviver com a irritação dos clientes, que têm o atendimento prejudicado pelo número cada vez menor de funcionários”, diz o secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Dionísio Reis.
Assuma o Controle
Para incentivar que bancários denunciem a sobrecarga, o assédio e a cobrança abusiva por metas, o Sindicato dos Bancários de São Paulo lançou no início de maio a campanha Assuma o Controle. “Para combater esses riscos à saúde, o bancário deve ‘colocar o dedo’ na gestão e influenciar seu ambiente de trabalho. É essa conscientização que buscamos com a campanha Assuma o Controle. Que o trabalhador denuncie e também proponha soluções”, explica Dionísio.
Em Catanduva, para fazer a denúncia, o bancário deve procurar o Sindicato por meio dos dirigentes ou pelos canais de atendimento do site: Assédio Moral ou Fale Conosco. O sigilo é garantido. “Somente com a participação de todos avançaremos cada vez mais na promoção da saúde na categoria bancária”, conclui o diretor.
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