27/04/2016
Senado quer saber o que você acha do PLC 30/2015; mostre sua indignação
O Senado disponibilizou uma enquete para saber a opinião da população sobre o projeto PLC 30/2015, de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB), conhecido como PL da Terceirização. Já aprovado na Câmara, o texto libera a terceirização irrestrita das atividades de qualquer empresa, inclusive para a atividade-fim, aquela que caracteriza o objetivo principal do empreendimento.
Sob o pretexto de regulamentar as atividades dos já terceirizados, o PLC 30/2015 amplia para todos os trabalhadores a dura realidade enfrentada por essa parcela da população. Terceirizados ganham 25% menos que empregados diretos (no setor financeiro, 70% menos); têm expediente em média três horas a mais por semana; e sofrem mais com acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.
> Clique aqui e dê o seu recado sobre o PL
O movimento sindical defende que quem trabalha em banco, bancário é. E, portanto, deve ter direito a todas as conquistas previstas na CCT. Se aprovado esse projeto, que também reduz a capacidade de organização dos trabalhadores, os bancos sem avançarão cada vez mais no sentido de terceirizar todas as suas atividades. Importantes executivos de instituições financeiras, como do Itaú, já deram entrevistas declarando apoio ao projeto.
Sob o pretexto de regulamentar as atividades dos já terceirizados, o PLC 30/2015 amplia para todos os trabalhadores a dura realidade enfrentada por essa parcela da população. Terceirizados ganham 25% menos que empregados diretos (no setor financeiro, 70% menos); têm expediente em média três horas a mais por semana; e sofrem mais com acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.
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O movimento sindical defende que quem trabalha em banco, bancário é. E, portanto, deve ter direito a todas as conquistas previstas na CCT. Se aprovado esse projeto, que também reduz a capacidade de organização dos trabalhadores, os bancos sem avançarão cada vez mais no sentido de terceirizar todas as suas atividades. Importantes executivos de instituições financeiras, como do Itaú, já deram entrevistas declarando apoio ao projeto.
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