15/12/2015
NOTA DE PESAR - Morre o sindicalista prudentino Café, aos 49 anos
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região vem a público manifestar seu pesar pela morte do sindicalista José Carlos Roberto, o Café, vereador e diretor do Sindicato de Presidente Prudente. Ele estava internado há cerca de dois meses e lutava contra uma infecção contraída após uma cirurgia para extirpar um tumor do duodeno e pâncreas.
O corpo está sendo velado no plenário Dr. Francisco Lopes Gonçalves Correia, na Câmara de Presidente Prudente.
Nascido em 22 de março de 1966, Café era sindicalista e um político contundente. Formado em Direito, foi presidente do Sindicato de Presidente Prudente e Região e sempre lutou pelos ideais dos trabalhadores.
Como vereador, defendia os direitos das minorias, combatendo desigualdades sociais e raciais, por uma sociedade mais igualitária.
Por muitas vezes, frisou a importância de campanhas de conscientização pela igualdade racial. Em uma de suas falas marcantes na Câmara, comparou a desigualdade racial como em uma corrida, quando o homem branco, livre, recebeu o “tiro da largada” em 1500. Enquanto que para o homem negro, isso ocorreu somente em 1888, com a Lei Áurea.
“São quase 400 anos de desigualdade, na qual o homem branco está na frente. E qualquer legislação que busque diminuir esta desigualdade, tem o meu apoio”, declarava.
Em seu perfil em uma rede social, Café destacava sua vontade de crescer politicamente e como pessoa: “A vontade de fazer e desenvolver os projetos e fazer políticas públicas é muito grande, para ajudar a população de Presidente Prudente”.
Aos 49 anos de idade, Café deixou, principalmente, um exemplo de bom pai, bom amigo e bom cidadão.
Deixou uma esposa, três filhos e uma neta.
O passamento de Café significa uma grande perda para o movimento sindical, já que ele era uma liderança comprometida com os eixos da luta dos trabalhadores. Sua morte não entristece apenas seus companheiros de direção, mas todos seus amigos, fãs e admiradores.
O corpo está sendo velado no plenário Dr. Francisco Lopes Gonçalves Correia, na Câmara de Presidente Prudente.
Nascido em 22 de março de 1966, Café era sindicalista e um político contundente. Formado em Direito, foi presidente do Sindicato de Presidente Prudente e Região e sempre lutou pelos ideais dos trabalhadores.
Como vereador, defendia os direitos das minorias, combatendo desigualdades sociais e raciais, por uma sociedade mais igualitária.
Por muitas vezes, frisou a importância de campanhas de conscientização pela igualdade racial. Em uma de suas falas marcantes na Câmara, comparou a desigualdade racial como em uma corrida, quando o homem branco, livre, recebeu o “tiro da largada” em 1500. Enquanto que para o homem negro, isso ocorreu somente em 1888, com a Lei Áurea.
“São quase 400 anos de desigualdade, na qual o homem branco está na frente. E qualquer legislação que busque diminuir esta desigualdade, tem o meu apoio”, declarava.
Em seu perfil em uma rede social, Café destacava sua vontade de crescer politicamente e como pessoa: “A vontade de fazer e desenvolver os projetos e fazer políticas públicas é muito grande, para ajudar a população de Presidente Prudente”.
Aos 49 anos de idade, Café deixou, principalmente, um exemplo de bom pai, bom amigo e bom cidadão.
Deixou uma esposa, três filhos e uma neta.
O passamento de Café significa uma grande perda para o movimento sindical, já que ele era uma liderança comprometida com os eixos da luta dos trabalhadores. Sua morte não entristece apenas seus companheiros de direção, mas todos seus amigos, fãs e admiradores.
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