12/11/2015
Mulheres organizam ato contra Cunha e o PL 5069 em São Paulo
Militantes da CUT São Paulo e de seus sindicatos filiados, entidades e movimentos parceiros participam de ato unificado nesta quinta-feira (12), na capital paulista, contra o Projeto de Lei 5069/2013, de autoria do deputado e presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
A manifestação será a partir das 17 horas, no Vão Livre do Masp, na Av. Paulista. Antes do ato, às 14h, acontecerá uma oficina para a produção das faixas, cartazes e bandeiras de luta da manifestação, no Sindicato dos Bancários de SP, que fica na Rua Carlos Sampaio, 305, na estação Brigadeiro do Metrô. Esta oficina conta com a participação do Coletivo de Mulheres e da militância cutista.
O PL penaliza as mulheres que sofreram violência sexual e criminaliza os profissionais de saúde que atenderem essas vítimas.
Na prática, a medida prejudicará todo o atendimento integral às vítimas de violência sexual, hoje garantido pela Lei 12.845/13, pois a mera orientação à mulher por um profissional de saúde passará a ser criminalizada, já que a proposta do PL 5069/13 torna crime “instigar gestante a usar substância ou objeto abortivo, instruir ou orientar gestante sobre como praticar aborto, ou prestar-lhe qualquer auxílio para que o pratique, ainda que sob o pretexto de redução de danos”.
Dados alarmantes
Em 2014, das 52.957 denúncias de violência recebidas pela Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), 1.517 foram de violência sexual (2,86%). No estado de São Paulo, foram 601 estupros até agosto último, sendo 269 casos de estupro de vulnerável, ou seja, com vítimas menores de 14 anos de idade, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. No ano passado, dos 916 casos registrados oficialmente, 427 foram estupros de vulneráveis.
A manifestação será a partir das 17 horas, no Vão Livre do Masp, na Av. Paulista. Antes do ato, às 14h, acontecerá uma oficina para a produção das faixas, cartazes e bandeiras de luta da manifestação, no Sindicato dos Bancários de SP, que fica na Rua Carlos Sampaio, 305, na estação Brigadeiro do Metrô. Esta oficina conta com a participação do Coletivo de Mulheres e da militância cutista.
O PL penaliza as mulheres que sofreram violência sexual e criminaliza os profissionais de saúde que atenderem essas vítimas.
Na prática, a medida prejudicará todo o atendimento integral às vítimas de violência sexual, hoje garantido pela Lei 12.845/13, pois a mera orientação à mulher por um profissional de saúde passará a ser criminalizada, já que a proposta do PL 5069/13 torna crime “instigar gestante a usar substância ou objeto abortivo, instruir ou orientar gestante sobre como praticar aborto, ou prestar-lhe qualquer auxílio para que o pratique, ainda que sob o pretexto de redução de danos”.
Dados alarmantes
Em 2014, das 52.957 denúncias de violência recebidas pela Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), 1.517 foram de violência sexual (2,86%). No estado de São Paulo, foram 601 estupros até agosto último, sendo 269 casos de estupro de vulnerável, ou seja, com vítimas menores de 14 anos de idade, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. No ano passado, dos 916 casos registrados oficialmente, 427 foram estupros de vulneráveis.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Bradesco lucra R$ 13,861 bi no semestre, mas segue demitindo e fechando agências
- Itaú lucra alto no semestre, mas segue extinguindo empregos e fechando agências
- Banco Central reduz Selic para 14% ao ano, mas juros seguem elevados e favorecendo apenas o mercado financeiro
- Financiários definem prioridades para a Campanha Nacional 2026
- CUT convoca mobilização nacional no dia 10 de agosto pelo fim da escala 6x1
- Mobilização ganha força nas agências e recado aos bancos é claro: a categoria exige valorização!
- Santander tenta intimidar Previc na Justiça para se eximir de obrigações com o Banesprev
- Saúde Caixa: Banco apresenta proposta que chega a dobrar mensalidade
- Economus: Diálogo com conselheiros resulta em propostas de melhorias no processo de autorização para exames
- Conferência Nacional dos Financiários começa com debate sobre perfil da categoria, saúde e prioridades da Campanha Nacional 2026
- BB perde a oportunidade de apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores
- Super Caixa precisa ser negociado e reconhecer o trabalho de todo o quadro de pessoal do banco
- Após pressão sindical, Itaú confirma vigilantes em todos os Espaços Itaú de Negócios até outubro
- CEBB cobra avanços para funcionários do Banco do Brasil em negociação nesta quarta-feira (5)
- Campanha Nacional Unificada das bancárias e dos bancários entra em fase decisiva