03/11/2015
Campanha salarial terá impacto de R$ 11 bilhões na economia
O reajuste de 10% nos salários, 14% nos vales refeição e alimentação e os valores da PLR, conquistados na Campanha Nacional dos Bancários de 2015, significam incremento anual de cerca de R$ 11,2 bilhões na economia. A projeção foi feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Desse montante, R$ 6,04 bilhões referentes ao pagamento da PLR, sendo que R$ 2,4 bilhões já devem ser distribuídos na antecipação, em até 10 dias depois da assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho.
As diferenças salariais anuais dos bancários devem injetar R$ 4,240 bilhões na economia brasileira, sem contar os reflexos em FGTS e aposentadorias. As diferenças nos auxílios refeição e alimentação devem ter um impacto anual de R$ 894 milhões na economia.
Em 12 anos, a categoria vai acumular 20,84% de ganho real nos salários e 42,3% nos pisos. “Os bancários têm motivos para comemorar. Conseguimos avançar numa campanha em que os bancos, desde o início, alegavam não ter condição de dar um reajuste digno para os trabalhadores”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.
Assinatura
O Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban assinam nesta terça-feira (3), às 16 horas, na Fenaban, em São Paulo, renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), resultado do acordo firmado em negociação, após 21 dias de greve da categoria.
O evento também contará com as assinaturas dos acordos aditivos específicos com as direções do Banco do Brasil e da Caixa Federal; do PCR, com o Itaú; e da gratificação de R$ 3 mil conquistada pelos bancários no HSBC.
A partir da data, os bancos têm até dez dias para depositar a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
Dados
Os bancários são uma das poucas categorias no país que possui Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) com validade nacional. Os direitos conquistados têm legitimidade em todo o país.
Desse montante, R$ 6,04 bilhões referentes ao pagamento da PLR, sendo que R$ 2,4 bilhões já devem ser distribuídos na antecipação, em até 10 dias depois da assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho.
As diferenças salariais anuais dos bancários devem injetar R$ 4,240 bilhões na economia brasileira, sem contar os reflexos em FGTS e aposentadorias. As diferenças nos auxílios refeição e alimentação devem ter um impacto anual de R$ 894 milhões na economia.
Em 12 anos, a categoria vai acumular 20,84% de ganho real nos salários e 42,3% nos pisos. “Os bancários têm motivos para comemorar. Conseguimos avançar numa campanha em que os bancos, desde o início, alegavam não ter condição de dar um reajuste digno para os trabalhadores”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.
Assinatura
O Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban assinam nesta terça-feira (3), às 16 horas, na Fenaban, em São Paulo, renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), resultado do acordo firmado em negociação, após 21 dias de greve da categoria.
O evento também contará com as assinaturas dos acordos aditivos específicos com as direções do Banco do Brasil e da Caixa Federal; do PCR, com o Itaú; e da gratificação de R$ 3 mil conquistada pelos bancários no HSBC.
A partir da data, os bancos têm até dez dias para depositar a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
Dados
Os bancários são uma das poucas categorias no país que possui Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) com validade nacional. Os direitos conquistados têm legitimidade em todo o país.
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