13/10/2015
Greve forte em todo o país pressiona bancos por nova proposta
Faça chuva ou faça sol, os bancários seguem firmes e fortes na greve. Na sexta-feira 9, quarto dia do movimento, foram cerca de 52 mil bancários de braços cruzados, paralisando 700 locais de trabalho, sendo 23 centros administrativos e 677 agências em São Paulo, Osasco e região. Em Catanduva e região, são 66 unidades paralisadas. No país, 10.818 estabelecimentos.
“A semana termina com os bancários fazendo uma das greves mais fortes dos últimos anos. A categoria está indignada com a proposta feita pelos bancos, mesmo com lucro líquido de 36 bilhões de reais no semestre. O silêncio dos banqueiros fez a greve crescer”, disse Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.
“A categoria bancária sofre diariamente para cumprir metas abusivas e aumentar o lucro do setor. E na hora de garantir que os trabalhadores sejam reconhecidos com ao menos parte do aumento de produtividade, os bancos propõe que os salários sejam arrochados em 4%”.
A greve não é só contra os 5,5% de reajuste apresentado pela Fenaban – que não cobre nem a inflação – e o abono de R$ 2,5 mil que para os bancários é “uma enganação”, mas também é contra o assédio moral vivido diariamente nos locais de trabalho, o constrangimento e a pressão por conta das metas abusivas.
A greve é por mais programas de bolsas de estudo, aumento nos vales alimentação e refeição, PLR maior, pela manutenção dos empregos e mais contratações. Motivos não faltam para aderir à greve.
Exploração, não!
O tema da Campanha 2015 deixa claro o recado dos bancários: Exploração não tem perdão! E quem cansou da exploração do setor que mais lucra no país adere à greve.
“Enquanto outros setores estão passando dificuldades com redução de produção e vendas e mesmo assim negociam com seus empregados, os banqueiros, que lucram bilhões, oferecem metade da inflação, uma perda de 4,15% para o salário do trabalhador. Um desrespeito. Trabalhador colabora e presta serviço de qualidade para quem o valoriza e retribui o trabalho que ele presta. Mas, para quem é desleal, ele diz: exploração não tem perdão!", ressalta o presidente da Contraf, Roberto Von der Osten.
Vem pra luta!
E é preciso muita gente para fortalecer ainda mais o movimento. Para que a luta seja vitoriosa, é fundamental que cada trabalhador faça sua parte paralisando sua unidade e auxiliando os dirigentes sindicais a ampliar cada vez mais o número de adesões.
“A semana termina com os bancários fazendo uma das greves mais fortes dos últimos anos. A categoria está indignada com a proposta feita pelos bancos, mesmo com lucro líquido de 36 bilhões de reais no semestre. O silêncio dos banqueiros fez a greve crescer”, disse Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.
“A categoria bancária sofre diariamente para cumprir metas abusivas e aumentar o lucro do setor. E na hora de garantir que os trabalhadores sejam reconhecidos com ao menos parte do aumento de produtividade, os bancos propõe que os salários sejam arrochados em 4%”.
A greve não é só contra os 5,5% de reajuste apresentado pela Fenaban – que não cobre nem a inflação – e o abono de R$ 2,5 mil que para os bancários é “uma enganação”, mas também é contra o assédio moral vivido diariamente nos locais de trabalho, o constrangimento e a pressão por conta das metas abusivas.
A greve é por mais programas de bolsas de estudo, aumento nos vales alimentação e refeição, PLR maior, pela manutenção dos empregos e mais contratações. Motivos não faltam para aderir à greve.
Exploração, não!
O tema da Campanha 2015 deixa claro o recado dos bancários: Exploração não tem perdão! E quem cansou da exploração do setor que mais lucra no país adere à greve.
“Enquanto outros setores estão passando dificuldades com redução de produção e vendas e mesmo assim negociam com seus empregados, os banqueiros, que lucram bilhões, oferecem metade da inflação, uma perda de 4,15% para o salário do trabalhador. Um desrespeito. Trabalhador colabora e presta serviço de qualidade para quem o valoriza e retribui o trabalho que ele presta. Mas, para quem é desleal, ele diz: exploração não tem perdão!", ressalta o presidente da Contraf, Roberto Von der Osten.
Vem pra luta!
E é preciso muita gente para fortalecer ainda mais o movimento. Para que a luta seja vitoriosa, é fundamental que cada trabalhador faça sua parte paralisando sua unidade e auxiliando os dirigentes sindicais a ampliar cada vez mais o número de adesões.
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