18/09/2015
Nova rodada de negociações com BB discute carreira e remuneração
As negociações das reivindicações específicas dos funcionários do Banco do Brasil serão retomadas nesta sexta-feira (18). A reunião na sede do banco, desta vez, em São Paulo, vai debater remuneração e plano de carreira. Trata-se da quinta rodada de negociação. As primeiras foram sobre emprego, contratações, condições de trabalho, saúde, segurança, igualdade de oportunidades, isonomia, cláusulas sociais e previdência complementar.
Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários (CEE) do BB, o banco já teve tempo suficiente para estudar as propostas da pauta desta semana. "Esperamos mais objetividade e a sinalização concreta de atendimento das nossas reivindicações, uma vez que parte delas não altera o custo do banco como a empresa argumenta. Ainda assim, o grande lucro produzido pelos funcionários deve ser recompensado", comentou.
Valorização do piso e aumento do percentual do interstício entre os níveis do Plano de Carreira e Remuneração (PCR), com a adoção do salário mínimo do Dieese (R$ 3.299,66) e de interstício de 6% na tabela de antiguidade e a redução do tempo para a evolução na carreira, estão entre as reivindicações.
Os bancários também querem o fim dos descomissionamentos e, nos casos de reestruturação, que seja paga aos funcionários envolvidos uma Verba de Caráter Pessoal (VCP), para que não haja prejuízo salarial.
Outros temas a serem abordados serão as questões específicas das pessoas lotadas nas centrais de atendimento (CABB). Nesse caso, os trabalhadores reivindicam: fim de prazo mínimo para concorrer à remoção para outros setores, aumento do número de funcionários para acabar com a sobrecarga de trabalho, respeito aos intervalos de pausa e outras determinações da Norma Regulamentadora 17 (NR-17), entre outras propostas.
15 minutos
Depois da pressão da CEE, das Federações e dos Sindicatos, na última rodada de negociação, o banco aceitou, nesta terça-feira (15), suspender as medidas retaliatórias que adotou em janeiro e abrir negociação para encontrar uma solução definitiva para a questão dos 15 minutos de intervalo das mulheres bancárias que fazem horas extras. O BB concordou em debater a questão na mesa da Fenaban e na negociação específica.
"A suspensão proposta resolve uma parte do problema, mas queremos continuar o processo de negociação, pois a questão envolvendo o intervalo não é somente se descansa ou não, há questões sobre gerenciamento do ponto eletrônico, intervalo não realizado e hora extra não paga. Entendemos que estas questões devam ser detalhadamente negociadas com os sindicatos", destacou.
Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários (CEE) do BB, o banco já teve tempo suficiente para estudar as propostas da pauta desta semana. "Esperamos mais objetividade e a sinalização concreta de atendimento das nossas reivindicações, uma vez que parte delas não altera o custo do banco como a empresa argumenta. Ainda assim, o grande lucro produzido pelos funcionários deve ser recompensado", comentou.
Valorização do piso e aumento do percentual do interstício entre os níveis do Plano de Carreira e Remuneração (PCR), com a adoção do salário mínimo do Dieese (R$ 3.299,66) e de interstício de 6% na tabela de antiguidade e a redução do tempo para a evolução na carreira, estão entre as reivindicações.
Os bancários também querem o fim dos descomissionamentos e, nos casos de reestruturação, que seja paga aos funcionários envolvidos uma Verba de Caráter Pessoal (VCP), para que não haja prejuízo salarial.
Outros temas a serem abordados serão as questões específicas das pessoas lotadas nas centrais de atendimento (CABB). Nesse caso, os trabalhadores reivindicam: fim de prazo mínimo para concorrer à remoção para outros setores, aumento do número de funcionários para acabar com a sobrecarga de trabalho, respeito aos intervalos de pausa e outras determinações da Norma Regulamentadora 17 (NR-17), entre outras propostas.
15 minutos
Depois da pressão da CEE, das Federações e dos Sindicatos, na última rodada de negociação, o banco aceitou, nesta terça-feira (15), suspender as medidas retaliatórias que adotou em janeiro e abrir negociação para encontrar uma solução definitiva para a questão dos 15 minutos de intervalo das mulheres bancárias que fazem horas extras. O BB concordou em debater a questão na mesa da Fenaban e na negociação específica.
"A suspensão proposta resolve uma parte do problema, mas queremos continuar o processo de negociação, pois a questão envolvendo o intervalo não é somente se descansa ou não, há questões sobre gerenciamento do ponto eletrônico, intervalo não realizado e hora extra não paga. Entendemos que estas questões devam ser detalhadamente negociadas com os sindicatos", destacou.
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