27/08/2015
Saúde e segurança bancária abrem negociações específicas na Caixa
Saúde do trabalhador e segurança bancária marcam a primeira negociação específica da campanha salarial 2015 entre o Comando Nacional dos Bancários, representado pela Contraf/CUT - CEE/Caixa, e a Caixa Econômica Federal. A reunião é nesta quinta-feira (27) a partir das 14h30, em Brasília (DF).
Essa pauta específica será negociada concomitantemente com a Caixa na campanha salarial deste ano, conforme estratégia aprovada na 17ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, em São Paulo (SP).
A luta é pelo fim de todas as formas de violência organizacional no âmbito da Caixa. Nesse particular, a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Matheus, esclarece que o movimento nacional dos empregados defende, entre outras medidas, a adoção de punição normativa aos gestores e demais empregados que pratiquem, comprovadamente, qualquer forma de violência moral contra colegas, subordinados e demais pessoas. A CEE/Caixa assessora a Contraf/CUT e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com o banco.
Para prevenir os casos de assédio moral e sexual, além de outras situações de violência no ambiente de trabalho, a Contraf/CUT - CEE/Caixa defende a realização obrigatória de avaliação psicológica do empregado por profissional de sua escolha. Para Fabiana Matheus, que também é diretora de Administração e Finanças da Fenae, a luta pelo fim do assédio moral e sexual tem relação direta com a melhoria das condições de trabalho. Um dos principais desafios é avançar nesse quesito. "Queremos uma Caixa cada vez mais pública, que seja referência no respeito ao cliente/usuário e na relação com seus empregados. Para isso, é fundamental que se acabe com o assédio moral e sexual e que se garanta o pagamento das horas extras e a contratação de mais empregados", complementa a coordenada da CEE/Caixa.
Nas reivindicações sobre o tema saúde, os destaques são o pagamento do adicional de insalubridade para tesoureiro e caixa, o combate aos assédios moral e sexual e a todas as formas de violência organizacional, a extensão da pausa de 10 minutos a cada 50 trabalhados a quem atende público, trabalha com entrada de dados ou faz movimentos repetitivos e a emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) a todos os bancários do estabelecimento na ocorrência de assalto, entre outras.
Todavia, para melhorar a segurança, os empregados da Caixa exigem a instalação de biombos entre os caixas e a fila de atendimento, vidros de proteção nos guichês de caixa e penhor e a elaboração de plano específico em unidades em áreas de risco.
Para Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Juventude da Contraf-CUT, e representante da Confederação na CEE/Caixa, a mobilização dos empregados é fundamental.
"O nosso abaixo-assinado por mais empregados na Caixa tem recebido o apoio de clientes e da população de todo o País. As melhorias nas condições de trabalho e o combate ao adoecimento dos bancários também passam pela ampliação das contratações. Os empregados estão sobrecarregados e a população sendo mal atendida", destaca Fabiana Uehara Proscholdt.
A entrega da pauta específica da Caixa ocorreu no dia 11 de agosto. O documento reúne itens que serão negociados durante a campanha salarial 2015 e, posteriormente, na mesa de negociações permanentes. Todas essas reivindicações foram aprovadas no 31º Conecef, realizado em junho, em São Paulo (SP).
Além das negociações do dia 27 de agosto, o calendário de debates específicos prevê ainda as seguintes rodadas: dia 4 de setembro (Saúde Caixa, Funcef e aposentados), dia 11 de setembro (carreira, isonomia e organização do movimento) e dia 18 de setembro (contratação, condição de funcionamento das agências e jornada/Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon).
Reunião preparatória
Os membros da CEE/Caixa - Contraf/CUT farão uma reunião preparatória também na quinta-feira (27), a partir das 9h30, na sede da Fenae, em Brasília.
Essa pauta específica será negociada concomitantemente com a Caixa na campanha salarial deste ano, conforme estratégia aprovada na 17ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, em São Paulo (SP).
A luta é pelo fim de todas as formas de violência organizacional no âmbito da Caixa. Nesse particular, a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Matheus, esclarece que o movimento nacional dos empregados defende, entre outras medidas, a adoção de punição normativa aos gestores e demais empregados que pratiquem, comprovadamente, qualquer forma de violência moral contra colegas, subordinados e demais pessoas. A CEE/Caixa assessora a Contraf/CUT e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com o banco.
Para prevenir os casos de assédio moral e sexual, além de outras situações de violência no ambiente de trabalho, a Contraf/CUT - CEE/Caixa defende a realização obrigatória de avaliação psicológica do empregado por profissional de sua escolha. Para Fabiana Matheus, que também é diretora de Administração e Finanças da Fenae, a luta pelo fim do assédio moral e sexual tem relação direta com a melhoria das condições de trabalho. Um dos principais desafios é avançar nesse quesito. "Queremos uma Caixa cada vez mais pública, que seja referência no respeito ao cliente/usuário e na relação com seus empregados. Para isso, é fundamental que se acabe com o assédio moral e sexual e que se garanta o pagamento das horas extras e a contratação de mais empregados", complementa a coordenada da CEE/Caixa.
Nas reivindicações sobre o tema saúde, os destaques são o pagamento do adicional de insalubridade para tesoureiro e caixa, o combate aos assédios moral e sexual e a todas as formas de violência organizacional, a extensão da pausa de 10 minutos a cada 50 trabalhados a quem atende público, trabalha com entrada de dados ou faz movimentos repetitivos e a emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) a todos os bancários do estabelecimento na ocorrência de assalto, entre outras.
Todavia, para melhorar a segurança, os empregados da Caixa exigem a instalação de biombos entre os caixas e a fila de atendimento, vidros de proteção nos guichês de caixa e penhor e a elaboração de plano específico em unidades em áreas de risco.
Para Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Juventude da Contraf-CUT, e representante da Confederação na CEE/Caixa, a mobilização dos empregados é fundamental.
"O nosso abaixo-assinado por mais empregados na Caixa tem recebido o apoio de clientes e da população de todo o País. As melhorias nas condições de trabalho e o combate ao adoecimento dos bancários também passam pela ampliação das contratações. Os empregados estão sobrecarregados e a população sendo mal atendida", destaca Fabiana Uehara Proscholdt.
A entrega da pauta específica da Caixa ocorreu no dia 11 de agosto. O documento reúne itens que serão negociados durante a campanha salarial 2015 e, posteriormente, na mesa de negociações permanentes. Todas essas reivindicações foram aprovadas no 31º Conecef, realizado em junho, em São Paulo (SP).
Além das negociações do dia 27 de agosto, o calendário de debates específicos prevê ainda as seguintes rodadas: dia 4 de setembro (Saúde Caixa, Funcef e aposentados), dia 11 de setembro (carreira, isonomia e organização do movimento) e dia 18 de setembro (contratação, condição de funcionamento das agências e jornada/Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon).
Reunião preparatória
Os membros da CEE/Caixa - Contraf/CUT farão uma reunião preparatória também na quinta-feira (27), a partir das 9h30, na sede da Fenae, em Brasília.
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