26/08/2015
Coletivo de Saúde discute reivindicações da Campanha Nacional 2015
O Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT se reúne na próxima segunda-feira, dia 31 de agosto, na sede da Confederação, em São Paulo, para debater os artigos da minuta de reivindicações, entregue à Fenaban, e preparar as estratégias para a mesa de negociação que seguem nos dias 2 e 3 de setembro, com os temas saúde e condições de trabalho.
"Algumas definições para o processo negocial da Campanha Nacional 2015 já passaram por uma discussão na mesa bipartite entre a Contraf-CUT e a Fenaban, entretanto sem avanço por parte dos bancos para se chegar a um acordo", explica o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Walcir Previtale.
No processo de negociação com a Fenaban serão retomados temas como o programa de combate ao assédio Moral, fim das metas abusivas e avaliações do PCMSO (Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional), do GT de Análise das Causas dos Afastamentos no Trabalho e dos programas de Retorno ao Trabalho, implementados por vários bancos sem negociação com os sindicatos.
"O Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador, em sintonia com os sindicatos, federações, atuando junto com o Comando Nacional, tem neste processo negocial, uma grande responsabilidade de combater a intransigência dos bancos naquilo que se refere a saúde dos trabalhadores bancários. A saúde do trabalhador é um direito humano fundamental e não cabe aos bancos a exclusividade de atuar nesta matéria. É um direito constitucional que a Fenaban tem negado nas negociações", enfatiza o secretário da Contraf-CUT.
"Algumas definições para o processo negocial da Campanha Nacional 2015 já passaram por uma discussão na mesa bipartite entre a Contraf-CUT e a Fenaban, entretanto sem avanço por parte dos bancos para se chegar a um acordo", explica o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Walcir Previtale.
No processo de negociação com a Fenaban serão retomados temas como o programa de combate ao assédio Moral, fim das metas abusivas e avaliações do PCMSO (Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional), do GT de Análise das Causas dos Afastamentos no Trabalho e dos programas de Retorno ao Trabalho, implementados por vários bancos sem negociação com os sindicatos.
"O Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador, em sintonia com os sindicatos, federações, atuando junto com o Comando Nacional, tem neste processo negocial, uma grande responsabilidade de combater a intransigência dos bancos naquilo que se refere a saúde dos trabalhadores bancários. A saúde do trabalhador é um direito humano fundamental e não cabe aos bancos a exclusividade de atuar nesta matéria. É um direito constitucional que a Fenaban tem negado nas negociações", enfatiza o secretário da Contraf-CUT.
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