20/08/2015
Presidente da federação acredita em uma "campanha forte" em 2015
"Uma campanha forte", essa é a expectativa de Luiz César de Freitas, o Alemão, presidente da Fetec-SP para a Campanha Nacional 2015. "Visto a preparação que todos os sindicatos veem construindo, ouvindo as bases, discutindo temas em cima da minuta, num processo de mobilização. Nossa expectativa é mais uma vez a campanha nacional unificada, no setor público e no setor privado. Uma campanha forte, que busque ampliar os direitos, garantir nossas conquistas e continuar avançando", explicou.
Alemão lembra que um tema importante para este ano é a garantia de emprego. "A questão da fusão de bancos, é algo que se repete, pela concentração dos bancos, e atinge a questão de emprego muito forte. Que numa conjuntura de crise economia, preocupa. Mas, nós bancários do estado de São Paulo, estamos preparados para uma campanha forte", disse.
O presidente da Fetec-SP apontou ainda as condições de trabalho como uma das grandes reclamações dos trabalhadores da base. "A estratégia dos bancos de expulsar os clientes para ser atendidos por correspondentes bancários, traz diminuição do número de emprego. A qualidade do emprego também piora, pois aumenta o trabalho para quem fica na agência. Aí entra a questão do adoecimento, a questão das metas. Tem todo um processo. O trabalhador tem uma expectativa de que isso melhore", afirmou.
Porém, segundo ele, o trabalhador também se preocupa com a questão salarial. "Quando você entra no processo de renovação da convenção coletiva, o trabalhador tem uma boa expectativa, de receber a PLR, do aumento real, de ter as suas questões atendidas. Tanto na questão econômica, quanto nas questões sociais, principalmente na questão do emprego, que hoje é primordial. O trabalhador tem uma inquietação com a questão do emprego. E durante um processo de crise instalado, preocupa ainda mais. Sabemos que os trabalhadores estão preparados para fazer o enfrentamento pela garantia dos empregos", garantiu.
Alemão defende uma sintonia entre a mobilização das bases e o processo de negociação. "Se não houver essa sintonia, não se avança. E nos últimos anos tem se mostrado que essa estratégia é correta. Desde o começo dos anos o debate é feito nas agências, nos locais de trabalho, colhendo informações. É feito uma consulta nacionalmente. Nós começamos essa consulta aqui no estado de São Paulo e hoje ela é feita em todo o Brasil. Então, todo o debate é construído dentro das agências. No momento em que entregamos a minuta para o patrão, nós já temos percorrido boa parte da nossa campanha, que são as cinco conferências regionais, que aglutinam os sindicatos, que faz parte da conferência estadual, que faz parte da conferência nacional. Quando chega esse momento, já temos todo um processo de conscientização construídos com os trabalhadores", orgulhou-se.
O presidente da Fetec-SP destaca ainda a caravana de mobilização, quando a direção executiva da Federação, mais os sindicatos de determinada região, fazem uma mobilização de rua. "Cada sindicato usa sua criatividade, com pautas especificas que foram recolhidas naquela base. E nós chamamos a atenção de todo a população, pois na nossa minuta temos pontos que não defende só os interesses dos trabalhadores, mas também da clientela, da população em geral. Então a gente faz esse diálogo com a sociedade para que a população entenda que o nosso posicionamento não é só para resolver os problemas do bancário, mas de toda a sociedade", completou.
Alemão lembra que um tema importante para este ano é a garantia de emprego. "A questão da fusão de bancos, é algo que se repete, pela concentração dos bancos, e atinge a questão de emprego muito forte. Que numa conjuntura de crise economia, preocupa. Mas, nós bancários do estado de São Paulo, estamos preparados para uma campanha forte", disse.
O presidente da Fetec-SP apontou ainda as condições de trabalho como uma das grandes reclamações dos trabalhadores da base. "A estratégia dos bancos de expulsar os clientes para ser atendidos por correspondentes bancários, traz diminuição do número de emprego. A qualidade do emprego também piora, pois aumenta o trabalho para quem fica na agência. Aí entra a questão do adoecimento, a questão das metas. Tem todo um processo. O trabalhador tem uma expectativa de que isso melhore", afirmou.
Porém, segundo ele, o trabalhador também se preocupa com a questão salarial. "Quando você entra no processo de renovação da convenção coletiva, o trabalhador tem uma boa expectativa, de receber a PLR, do aumento real, de ter as suas questões atendidas. Tanto na questão econômica, quanto nas questões sociais, principalmente na questão do emprego, que hoje é primordial. O trabalhador tem uma inquietação com a questão do emprego. E durante um processo de crise instalado, preocupa ainda mais. Sabemos que os trabalhadores estão preparados para fazer o enfrentamento pela garantia dos empregos", garantiu.
Alemão defende uma sintonia entre a mobilização das bases e o processo de negociação. "Se não houver essa sintonia, não se avança. E nos últimos anos tem se mostrado que essa estratégia é correta. Desde o começo dos anos o debate é feito nas agências, nos locais de trabalho, colhendo informações. É feito uma consulta nacionalmente. Nós começamos essa consulta aqui no estado de São Paulo e hoje ela é feita em todo o Brasil. Então, todo o debate é construído dentro das agências. No momento em que entregamos a minuta para o patrão, nós já temos percorrido boa parte da nossa campanha, que são as cinco conferências regionais, que aglutinam os sindicatos, que faz parte da conferência estadual, que faz parte da conferência nacional. Quando chega esse momento, já temos todo um processo de conscientização construídos com os trabalhadores", orgulhou-se.
O presidente da Fetec-SP destaca ainda a caravana de mobilização, quando a direção executiva da Federação, mais os sindicatos de determinada região, fazem uma mobilização de rua. "Cada sindicato usa sua criatividade, com pautas especificas que foram recolhidas naquela base. E nós chamamos a atenção de todo a população, pois na nossa minuta temos pontos que não defende só os interesses dos trabalhadores, mas também da clientela, da população em geral. Então a gente faz esse diálogo com a sociedade para que a população entenda que o nosso posicionamento não é só para resolver os problemas do bancário, mas de toda a sociedade", completou.
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