12/08/2015
Financiários tem nova rodada de negociação da Campanha Nacional na quinta
A Contraf-CUT, federações e sindicatos e a Federação Nacional de Instituições de Crédito, Financiamento e Investimentos (Fenacrefi) voltam à mesa de negociações da Campanha 2015 nesta quinta-feira (13).
Um novo modelo de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e a melhoria do adicional serão as reivindicações abordadas neste encontro.
"Esperamos que a Fenacrefi apresente uma proposta concreta para ambas. A PLR adicional, conquista da campanha do ano passado, hoje é 20% do valor fixo da participação", diz o dirigente sindical Jair Alves, da Fetec-SP.
"Constatamos que a rentabilidade das financeiras se manteve. Se pegarmos o balanço destas instituições e compararmos com o número de funcionários, eles possuem todas as condições de remunerar melhor os trabalhadores. Afinal, as financeiras utilizam-se muito de correspondentes bancários e promotores de crédito", acrescenta.
Na pauta específica também são reivindicados: reajuste salarial de 14,2% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, manutenção da comissão paritária de saúde, atendimento em postos próprios e não em correspondentes, internalização dos promotores de crédito, unificação da data base com bancários (1/9) e abrangência do acordo para todo o país.
Um novo modelo de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e a melhoria do adicional serão as reivindicações abordadas neste encontro.
"Esperamos que a Fenacrefi apresente uma proposta concreta para ambas. A PLR adicional, conquista da campanha do ano passado, hoje é 20% do valor fixo da participação", diz o dirigente sindical Jair Alves, da Fetec-SP.
"Constatamos que a rentabilidade das financeiras se manteve. Se pegarmos o balanço destas instituições e compararmos com o número de funcionários, eles possuem todas as condições de remunerar melhor os trabalhadores. Afinal, as financeiras utilizam-se muito de correspondentes bancários e promotores de crédito", acrescenta.
Na pauta específica também são reivindicados: reajuste salarial de 14,2% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, manutenção da comissão paritária de saúde, atendimento em postos próprios e não em correspondentes, internalização dos promotores de crédito, unificação da data base com bancários (1/9) e abrangência do acordo para todo o país.
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