07/08/2015
Bancários discutem E-Social, FAP e Reabilitação com o ministro da Previdência
Uma ampla representação dos bancários, com a participação da Contraf-CUT, federações e sindicato, foi recebida em audiência pelo ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, na tarde desta quinta-feira, em Brasília, para debater pautas sobre a saúde do trabalhador de interesse da categoria.
Entre os temas, a abordagem dos dados que serão disponibilizados plataforma eletrônica E-Social, sobre a vida laboral dos trabalhadores, especificamente na questão da saúde: "O ministério se dispôs a participar de um seminário sobre o tema com a Contraf-CUT para que esse assunto seja aprofundado" afirmou Walcir Previtale, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.
Sobre o FAP- Fator Previdenciário de Prevenção, os bancários deixaram claro que querem publicidade e transparência nos dados sobre esta política pública implementada em 2010, seus impactos positivos e negativos, se ela vem contribuindo ou não para a prevenção de acidentes: "Este tema permanece na nossa pauta, queremos saber o que o sistema financeiro informa ao ministério" destaca Walcir.
Na questão da Reabilitação Profissional, os bancários levaram a posição defendida na mesa de negociação com a Fenaban de que trata-se de uma política pública, tem que ser feita pelo Estado e que as empresas e os bancos têm que assumir a responsabilidade no retorno da licença: "O ministro informou que nenhuma medida será tomada de forma unilateral ou bilateral (governo-setor patronal), que este assunto está congelado, qualquer medida neste sentido terá que ter a participação dos trabalhadores", informa o dirigente.
A mobilização a partir do que foi discutido na audiência terá que se intensificar para que se possa avançar: "A audiência foi bastante positiva, demos um passo importante ao conseguir colocar nossas pautas e aprofundar o debate, vamos manter a nossa mobilização".
Fonte: Contraf-CUT
Entre os temas, a abordagem dos dados que serão disponibilizados plataforma eletrônica E-Social, sobre a vida laboral dos trabalhadores, especificamente na questão da saúde: "O ministério se dispôs a participar de um seminário sobre o tema com a Contraf-CUT para que esse assunto seja aprofundado" afirmou Walcir Previtale, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.
Sobre o FAP- Fator Previdenciário de Prevenção, os bancários deixaram claro que querem publicidade e transparência nos dados sobre esta política pública implementada em 2010, seus impactos positivos e negativos, se ela vem contribuindo ou não para a prevenção de acidentes: "Este tema permanece na nossa pauta, queremos saber o que o sistema financeiro informa ao ministério" destaca Walcir.
Na questão da Reabilitação Profissional, os bancários levaram a posição defendida na mesa de negociação com a Fenaban de que trata-se de uma política pública, tem que ser feita pelo Estado e que as empresas e os bancos têm que assumir a responsabilidade no retorno da licença: "O ministro informou que nenhuma medida será tomada de forma unilateral ou bilateral (governo-setor patronal), que este assunto está congelado, qualquer medida neste sentido terá que ter a participação dos trabalhadores", informa o dirigente.
A mobilização a partir do que foi discutido na audiência terá que se intensificar para que se possa avançar: "A audiência foi bastante positiva, demos um passo importante ao conseguir colocar nossas pautas e aprofundar o debate, vamos manter a nossa mobilização".
Fonte: Contraf-CUT
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