29/07/2015
Mobilização dos empregados da Caixa é fundamental no combate ao GDP
A Caixa tem demonstrado que não está disposta a atender às principais reivindicações dos empregados. Uma delas é pelo fim do programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP). Para as entidades representativas dos trabalhadores, o GDP ameaça conquistas históricas da categoria, como a PLR Social e a promoção por mérito. Além de impor a lógica de mercado, ao massacrar os empregados obrigando-os a cumprir metas individuais.
Na última reunião da mesa permanente, no dia 22 de julho, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf/CUT nas negociações com o banco, voltou a condenar o GDP. A Caixa, porém, informou que vai manter o programa, admitindo apenas a possibilidade de apresentar detalhes para discutir com a categoria. Desde que surgiu, o GDP está sendo implantado em ciclos e a meta é atingir todos os trabalhadores até 2016.
"A mobilização de todos os trabalhadores é fundamental. O fim do programa será uma das principais reivindicações da campanha salarial 2015. Mas, conquistar esse avanço, depende de todos nós, porque a Caixa se mantém intransigente. A luta está apenas começando", diz Fabiana Matheus, coordenadora da CEE/Caixa.
No dia 18 de maio,a Contraf-CUT e a Fenae iniciaram uma campanha de conscientização dos empregados da Caixa contra o programa Gestão de Desempenho de Pessoas. Cartazes e cartilhas foram encaminhados a todas as unidades do banco. "Uma das deliberações do 31º Conecef, realizado entre 12 e 14 de junho, em São Paulo (SP), é a de realização de um seminário com o objetivo de mostrar quanto o programa e as metas individuais são prejudiciais aos bancários. Vamos debater o assunto com os trabalhadores", afirma o presidente da Contraf/CUT, Roberto von der Osten.
"No início de maio, a presidente da Caixa, Miriam Belchior, recebeu dirigentes do movimento sindical e associativo. Na ocasião, entregamos um documento com pontos essenciais para a melhoria das condições de trabalho, e o fim do GDP foi uma das reivindicações. Ela reafirmou o compromisso de dialogar com as entidades e os empregados. Mas, infelizmente, não é isso que está acontecendo", avalia Genésio Cardoso, diretor do Sindicato dos Bancários de Curitiba e integrante da CEE-Caixa.
Segundo Dionísio Reis, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e também membro da CEE-Caixa, caso a empresa mantenha a intransigência, as ações contra o programa serão intensificadas. "Entre as possibilidades estão um abaixo-assinado e a busca do Judiciário. O GDP afronta todos os princípios coletivos da relação de trabalho. E o mecanismo torna-se ainda mais cruel quando consideramos a falta de empregados nas agências", destaca.
Na última reunião da mesa permanente, no dia 22 de julho, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf/CUT nas negociações com o banco, voltou a condenar o GDP. A Caixa, porém, informou que vai manter o programa, admitindo apenas a possibilidade de apresentar detalhes para discutir com a categoria. Desde que surgiu, o GDP está sendo implantado em ciclos e a meta é atingir todos os trabalhadores até 2016.
"A mobilização de todos os trabalhadores é fundamental. O fim do programa será uma das principais reivindicações da campanha salarial 2015. Mas, conquistar esse avanço, depende de todos nós, porque a Caixa se mantém intransigente. A luta está apenas começando", diz Fabiana Matheus, coordenadora da CEE/Caixa.
No dia 18 de maio,a Contraf-CUT e a Fenae iniciaram uma campanha de conscientização dos empregados da Caixa contra o programa Gestão de Desempenho de Pessoas. Cartazes e cartilhas foram encaminhados a todas as unidades do banco. "Uma das deliberações do 31º Conecef, realizado entre 12 e 14 de junho, em São Paulo (SP), é a de realização de um seminário com o objetivo de mostrar quanto o programa e as metas individuais são prejudiciais aos bancários. Vamos debater o assunto com os trabalhadores", afirma o presidente da Contraf/CUT, Roberto von der Osten.
"No início de maio, a presidente da Caixa, Miriam Belchior, recebeu dirigentes do movimento sindical e associativo. Na ocasião, entregamos um documento com pontos essenciais para a melhoria das condições de trabalho, e o fim do GDP foi uma das reivindicações. Ela reafirmou o compromisso de dialogar com as entidades e os empregados. Mas, infelizmente, não é isso que está acontecendo", avalia Genésio Cardoso, diretor do Sindicato dos Bancários de Curitiba e integrante da CEE-Caixa.
Segundo Dionísio Reis, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e também membro da CEE-Caixa, caso a empresa mantenha a intransigência, as ações contra o programa serão intensificadas. "Entre as possibilidades estão um abaixo-assinado e a busca do Judiciário. O GDP afronta todos os princípios coletivos da relação de trabalho. E o mecanismo torna-se ainda mais cruel quando consideramos a falta de empregados nas agências", destaca.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Bradesco lucra R$ 13,861 bi no semestre, mas segue demitindo e fechando agências
- Itaú lucra alto no semestre, mas segue extinguindo empregos e fechando agências
- Banco Central reduz Selic para 14% ao ano, mas juros seguem elevados e favorecendo apenas o mercado financeiro
- Financiários definem prioridades para a Campanha Nacional 2026
- CUT convoca mobilização nacional no dia 10 de agosto pelo fim da escala 6x1
- Mobilização ganha força nas agências e recado aos bancos é claro: a categoria exige valorização!
- Santander tenta intimidar Previc na Justiça para se eximir de obrigações com o Banesprev
- Saúde Caixa: Banco apresenta proposta que chega a dobrar mensalidade
- Economus: Diálogo com conselheiros resulta em propostas de melhorias no processo de autorização para exames
- Conferência Nacional dos Financiários começa com debate sobre perfil da categoria, saúde e prioridades da Campanha Nacional 2026
- BB perde a oportunidade de apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores
- Super Caixa precisa ser negociado e reconhecer o trabalho de todo o quadro de pessoal do banco
- Após pressão sindical, Itaú confirma vigilantes em todos os Espaços Itaú de Negócios até outubro
- CEBB cobra avanços para funcionários do Banco do Brasil em negociação nesta quarta-feira (5)
- Campanha Nacional Unificada das bancárias e dos bancários entra em fase decisiva