29/07/2015
Contraf-CUT analisará dados sobre assédio moral apresentados pela Fenaban
Na negociação realizada hoje (28), sobre o instrumento de combate ao assédio moral, previsto na cláusula 56ª da Convenção Coletiva de Trabalho, a Fenaban apresentou à Contraf-CUT, federações e sindicatos, os dados estatísticos setoriais sobre as denúncias relativas ao primeiro semestre de 2015, para que possa ser feita avaliação do andamento do programa.
Atendendo a reivindicação dos bancários das últimas negociações, a Fenaban apresentou também dados sobre as denúncias consideradas procedentes enviadas pelos sindicatos e o encaminhamento dado pelo banco a respeito do funcionário denunciado. Todos os dados serão analisados pelo Coletivo Nacional de Saúde, com a assessoria do Dieese.
"Foi um passo importante, precisamos de indicadores para aprimorar e fortalecer o instrumento, em seu principal objetivo, que é a prevenção" destaca Walcir Previtale, Secretário de Saúde do Trabalhador, da Contraf-CUT.
Os bancários apresentaram uma série de críticas e sugestões ao funcionamento do programa, como a necessidade de diminuir o prazo de apuração das denúncias, que atualmente é de 45 dias, a solicitação da estratificação das denúncias, para que possa ter conhecimento sobre as variadas formas de assédio, a reivindicação que os sindicatos que encaminhem denúncias recebam retorno por escrito e de forma fundamentada sobre os encaminhamentos dados pelos bancos e ainda, que na avaliação semestral a Fenaban apresente o encaminhamento dado ao empregado denunciado pelo canal interno dos bancos.
"Estes pontos no nosso entender são fundamentais para que a avaliação do instrumento de combate ao assédio moral seja efetiva e a análise seja feita em profundidade. O instrumento foi uma conquista da campanha nacional de 2011 e foi um importante avanço no combate a esta prática, mas é preciso aprimorá-lo, a partir dos novos conhecimentos que dispomos"" afirma Walcir.
As negociações com a Fenaban sobre o tema serão retomadas depois do encerramento da Campanha Nacional 2015.
Atendendo a reivindicação dos bancários das últimas negociações, a Fenaban apresentou também dados sobre as denúncias consideradas procedentes enviadas pelos sindicatos e o encaminhamento dado pelo banco a respeito do funcionário denunciado. Todos os dados serão analisados pelo Coletivo Nacional de Saúde, com a assessoria do Dieese.
"Foi um passo importante, precisamos de indicadores para aprimorar e fortalecer o instrumento, em seu principal objetivo, que é a prevenção" destaca Walcir Previtale, Secretário de Saúde do Trabalhador, da Contraf-CUT.
Os bancários apresentaram uma série de críticas e sugestões ao funcionamento do programa, como a necessidade de diminuir o prazo de apuração das denúncias, que atualmente é de 45 dias, a solicitação da estratificação das denúncias, para que possa ter conhecimento sobre as variadas formas de assédio, a reivindicação que os sindicatos que encaminhem denúncias recebam retorno por escrito e de forma fundamentada sobre os encaminhamentos dados pelos bancos e ainda, que na avaliação semestral a Fenaban apresente o encaminhamento dado ao empregado denunciado pelo canal interno dos bancos.
"Estes pontos no nosso entender são fundamentais para que a avaliação do instrumento de combate ao assédio moral seja efetiva e a análise seja feita em profundidade. O instrumento foi uma conquista da campanha nacional de 2011 e foi um importante avanço no combate a esta prática, mas é preciso aprimorá-lo, a partir dos novos conhecimentos que dispomos"" afirma Walcir.
As negociações com a Fenaban sobre o tema serão retomadas depois do encerramento da Campanha Nacional 2015.
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