09/06/2015
Luta contra projeto de terceirização também é pela PLR
“A PLR está totalmente ameaçada. Se esse projeto virar lei, não terá mais nada assegurado em outra convenção coletiva, se tiver outra, em uma terceirizada. Se receber alguma coisa será como quando eu era terceirizado, um valor simbólico.”
O comentário preocupado do bancário que já prestou serviços como terceirizado para os bancos retrata exatamente o que pode enfrentar a categoria em relação aos seus direitos conquistados caso o projeto de lei da terceirização seja aprovado pelo Senado. O texto já passou pela Câmara.
A Participação nos Lucros e Resultados é uma das mais importantes conquistas dos bancários, que contam com a PLR desde 1995. Nesses 20 anos, a conquista não teve retrocesso, somente valorização que veio com duras rodadas de negociação entre representantes dos trabalhadores e patrões e muita mobilização.
O trabalhador entrevistado mal comemorou seus três anos como bancário e já teme voltar para uma empresa precária. “Como bancário, a PLR, fruto do meu trabalho, facilitou a compra do meu carro. Este ano vou usar novamente, agora para quitar o financiamento. Se eu ainda fosse terceirizado demoraria anos pra poder realizar a compra do meu primeiro automóvel”, concluiu.
Atualmente, a PLR representa 90% do salário base mais R$ 1.837,99, limitado a R$ 9.859,93. Se o total distribuído a todos os funcionários não atingir 5% do total do lucro líquido de 2014, o valor individual deve ser aumentado até alcançar 2,2 salários, limitado a R$ 21.691,82, ou até que atinja os 5%. Ela é paga em duas parcelas: a antecipação representa 54% do salário, acrescido de R$ 1.102,79, limitado a R$ 5.915,95 ou ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco no 1º semestre, o que ocorrer primeiro, e é paga em até 10 dias após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
Os bancários também têm direito ao adicional da PLR, que equivale à divisão linear de 2,2% do lucro líquido apurado em 1º de setembro de 2014 pelo total de empregados, limitado a R$ 1.837,99 por funcionário.
O que fazer?
Quer lutar pelos seus direitos e contra a precarização do trabalho? É fácil. Converse com seus colegas de trabalho e com sua família sobre o projeto de lei que tramita no Senado. Mobilize o máximo de pessoas para protestar contra o projeto defendido por empresários. Pode ser nas ruas e também nas redes sociais.
Fonte: Seeb SP
O comentário preocupado do bancário que já prestou serviços como terceirizado para os bancos retrata exatamente o que pode enfrentar a categoria em relação aos seus direitos conquistados caso o projeto de lei da terceirização seja aprovado pelo Senado. O texto já passou pela Câmara.
A Participação nos Lucros e Resultados é uma das mais importantes conquistas dos bancários, que contam com a PLR desde 1995. Nesses 20 anos, a conquista não teve retrocesso, somente valorização que veio com duras rodadas de negociação entre representantes dos trabalhadores e patrões e muita mobilização.
O trabalhador entrevistado mal comemorou seus três anos como bancário e já teme voltar para uma empresa precária. “Como bancário, a PLR, fruto do meu trabalho, facilitou a compra do meu carro. Este ano vou usar novamente, agora para quitar o financiamento. Se eu ainda fosse terceirizado demoraria anos pra poder realizar a compra do meu primeiro automóvel”, concluiu.
Atualmente, a PLR representa 90% do salário base mais R$ 1.837,99, limitado a R$ 9.859,93. Se o total distribuído a todos os funcionários não atingir 5% do total do lucro líquido de 2014, o valor individual deve ser aumentado até alcançar 2,2 salários, limitado a R$ 21.691,82, ou até que atinja os 5%. Ela é paga em duas parcelas: a antecipação representa 54% do salário, acrescido de R$ 1.102,79, limitado a R$ 5.915,95 ou ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco no 1º semestre, o que ocorrer primeiro, e é paga em até 10 dias após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
Os bancários também têm direito ao adicional da PLR, que equivale à divisão linear de 2,2% do lucro líquido apurado em 1º de setembro de 2014 pelo total de empregados, limitado a R$ 1.837,99 por funcionário.
O que fazer?
Quer lutar pelos seus direitos e contra a precarização do trabalho? É fácil. Converse com seus colegas de trabalho e com sua família sobre o projeto de lei que tramita no Senado. Mobilize o máximo de pessoas para protestar contra o projeto defendido por empresários. Pode ser nas ruas e também nas redes sociais.
Fonte: Seeb SP
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Lucro do Banco do Brasil despenca 53,5% no 1º trimestre de 2026
- Comando Nacional irá à mesa com Fenaban para exigir ambiente de trabalho saudável
- COE Bradesco debate renovação do Supera para 2026 e garante avanço para gestantes
- Fechamento de agências e sobrecarga de trabalho dominam reunião entre COE Santander e direção do banco
- Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos: CUT lança campanha permanente de combate ao feminicídio
- Após cobrança, reunião sobre a Cassi é marcada para essa quinta-feira (14)
- 13 de Maio reforça luta antirracista e mobiliza categoria bancária para a Campanha Nacional
- Dieese realiza jornada de debates nacionais pelo fim da 6x1: confira locais e datas
- Bancários do Itaú fazem assembleia virtual sobre acordo de CCV nesta sexta-feira (15). Participe!
- Escala 6x1 e jornada de 44h contribuem para a desigualdade de renda no Brasil
- Burnout explode 823% e novo decreto fará empresas pagarem caro por metas absurdas: escala 6×1 é próximo alvo
- Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres aborda desafios para igualdade de gênero no país, com aulas práticas de autodefesa
- Sindicato participa de lançamento de livro que celebra legado político e sindical de Augusto Campos
- Santander reduz lucro no 1º trimestre de 2026 e mantém cortes de empregos e fechamento de unidades
- Movimento sindical cobra retomada imediata da mesa de negociação da Cassi