13/03/2015
Taxa de desocupação fica em 6,8% no trimestre encerrado em janeiro
A taxa de desocupação no trimestre encerrado em janeiro de 2015 ficou em 6,8%. O percentual é maior que o registrado no trimestre anterior (6,6%), encerrado em outubro do ano passado. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga nesta quinta-feira (12). O resultado interrompe a trajetória de queda e estabilidade que vinha sendo observada nos três trimestres móveis anteriores, encerrados em outubro, novembro e dezembro de 2014.
Os dados disponibilizados pelo IBGE indicam que, no trimestre encerrado em dezembro, a taxa de desocupação ficou em 6,5%, com queda de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em setembro (de 6,8% para 6,5%). Em novembro, a taxa de desocupação trimestral também ficou em 6,5%, nesse caso com queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em agosto. Em outubro, a taxa ficou em 6,6% - queda de 0,3 ponto percentual em relação aos 6,9% de julho.
A Pnad Contínua indica que a população desocupada no trimestre encerrado em janeiro aumentou em 200 mil pessoas, na comparação com a taxa trimestral de outubro do ano passado, ao passar de 6,6 milhões de pessoas sem ocupação para 6,8 milhões.
A população ocupada foi estimada em 92,7 milhões no trimestre encerrado em janeiro deste ano. O índice é considerado estatisticamente estável em relação ao trimestre encerrado em outubro (92,6 milhões).
O nível de ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) ficou em 56,7%, apresentando retração em relação ao trimestre encerrado em outubro (56,9%).
A pesquisa divulgada hoje pelo IBGE traz, pela primeira vez, informações sobre rendimento de trabalho. A estimativa para o rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos foi R$ 1.795, com alta de 1% em relação ao trimestre encerrado em outubro (R$ 1.777).
A massa de rendimento real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelos ocupados foi estimada em R$ 161 bilhões em janeiro de 2015, 1% maior que a do trimestre encerrado em outubro de 2014 (R$ 159 bilhões).
Inicialmente concebida para ser um indicador com divulgação trimestral, a Pnad contínua, passará a ser divulgada mensalmente com caráter trimestral, anunciou hoje o IBGE. Dessa forma, a divulgação dos indicadores de janeiro de 2015 são calculadas a partir das informações coletadas em novembro de 2014, dezembro de 2014 e janeiro de 2015; os de fevereiro a partir dos dados de dezembro de 2014, janeiro de 2015 e fevereiro de 2015; em março serão consideradas as informações de janeiro, fevereiro e março de 2015, e assim sucessivamente.
A Pnad Contínua foi criada para substituir, a partir de 2016, a tradicional Pnad Anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), por meio de metodologia mais abrangente, envolvendo número maior de domicílios, municípios e estados da Federação.
Fonte: Agência Brasil
Os dados disponibilizados pelo IBGE indicam que, no trimestre encerrado em dezembro, a taxa de desocupação ficou em 6,5%, com queda de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em setembro (de 6,8% para 6,5%). Em novembro, a taxa de desocupação trimestral também ficou em 6,5%, nesse caso com queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em agosto. Em outubro, a taxa ficou em 6,6% - queda de 0,3 ponto percentual em relação aos 6,9% de julho.
A Pnad Contínua indica que a população desocupada no trimestre encerrado em janeiro aumentou em 200 mil pessoas, na comparação com a taxa trimestral de outubro do ano passado, ao passar de 6,6 milhões de pessoas sem ocupação para 6,8 milhões.
A população ocupada foi estimada em 92,7 milhões no trimestre encerrado em janeiro deste ano. O índice é considerado estatisticamente estável em relação ao trimestre encerrado em outubro (92,6 milhões).
O nível de ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) ficou em 56,7%, apresentando retração em relação ao trimestre encerrado em outubro (56,9%).
A pesquisa divulgada hoje pelo IBGE traz, pela primeira vez, informações sobre rendimento de trabalho. A estimativa para o rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos foi R$ 1.795, com alta de 1% em relação ao trimestre encerrado em outubro (R$ 1.777).
A massa de rendimento real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelos ocupados foi estimada em R$ 161 bilhões em janeiro de 2015, 1% maior que a do trimestre encerrado em outubro de 2014 (R$ 159 bilhões).
Inicialmente concebida para ser um indicador com divulgação trimestral, a Pnad contínua, passará a ser divulgada mensalmente com caráter trimestral, anunciou hoje o IBGE. Dessa forma, a divulgação dos indicadores de janeiro de 2015 são calculadas a partir das informações coletadas em novembro de 2014, dezembro de 2014 e janeiro de 2015; os de fevereiro a partir dos dados de dezembro de 2014, janeiro de 2015 e fevereiro de 2015; em março serão consideradas as informações de janeiro, fevereiro e março de 2015, e assim sucessivamente.
A Pnad Contínua foi criada para substituir, a partir de 2016, a tradicional Pnad Anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), por meio de metodologia mais abrangente, envolvendo número maior de domicílios, municípios e estados da Federação.
Fonte: Agência Brasil
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