11/03/2015
CUT reafirma que atos nesta sexta defenderão direitos e atacarão golpismo
Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (10), o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, voltou a apontar que os movimentos sindical e sociais irão às ruas nesta sexta-feira (13) para pressionar o governo a colocar na agenda política a pauta da classe trabalhadora e cobrar avanços nos direitos trabalhistas, na democracia e na reforma política.
Durante o encontro com presidentes de centrais sindicais, que aconteceu no Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo, ele apontou a necessidade da presidenta Dilma Rousseff se posicionar ao lado dos trabalhadores para que tenha sustentação política nas ruas e faça as reformas necessárias para a continuidade do projeto de desenvolvimento com inclusão social.
"Queremos o comprometimento com a política de desenvolvimento e é isso que iremos forçar em nossas manifestações", disse ressaltando o papel do Petrobrás como indutora do crescimento nacional dos últimos 12 anos.
Para Vagner, o governo precisa priorizar uma pauta que inclui a retirada das Medidas Provisórias 664 e 665, que restringe o acesso a direitos como o abono salarial e o seguro-desemprego. O cenário em que mudanças nesses pontos devem ser discutidas, apontou, é o Fórum Nacional de Previdência, com a presença de trabalhadores, empresários e o Executivo.
Além disso, Vagner disse que as mobilizações cobrarão do governo que coloque na mesa de negociação a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução de salário, o fim do fator previdenciário e as convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garantem negociação no setor público e proíbem demissões imotivadas, respectivamente.
Outro ponto lembrado pelo dirigente da CUT e que estará na agenda das mobilizações foi a reforma política, com destaque para o fim do financiamento das campanhas eleitorais pelas empresas, que cobram a fatura dos eleitos em forma de projetos.
O presidente da CUT lembrou ainda que os movimentos sindical e sociais deixaram clara a diferença entre quem luta para ver a agenda do desenvolvimento cumprida e os que classificou como derrotados e intolerantes inconformados com as conquistas da classe trabalhadora.
Apesar de cobrar o governo, Vagner disse que a Central combaterá o retrocesso e qualquer golpismo com o objetivo de acabar com a normalidade democrática.
"O trabalhador brasileiro precisa ficar de olhos abertos e fazer comparação das diversas propostas políticas que existem. Questionamos a política econômica aplicada neste momento pelo governo e faremos propostas para alterá-la para gerar renda e para que os trabalhadores continuem tendo desenvolvimento. Mas não é isso que a onda conservadora está querendo fazer", frisou.
"Esses que querem o impeachment da presidenta não estão preocupados com os trabalhadores e com o Brasil, mas só com um terceiro turno das eleições", disse Vagner.
Fonte: CUT
Durante o encontro com presidentes de centrais sindicais, que aconteceu no Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo, ele apontou a necessidade da presidenta Dilma Rousseff se posicionar ao lado dos trabalhadores para que tenha sustentação política nas ruas e faça as reformas necessárias para a continuidade do projeto de desenvolvimento com inclusão social.
"Queremos o comprometimento com a política de desenvolvimento e é isso que iremos forçar em nossas manifestações", disse ressaltando o papel do Petrobrás como indutora do crescimento nacional dos últimos 12 anos.
Para Vagner, o governo precisa priorizar uma pauta que inclui a retirada das Medidas Provisórias 664 e 665, que restringe o acesso a direitos como o abono salarial e o seguro-desemprego. O cenário em que mudanças nesses pontos devem ser discutidas, apontou, é o Fórum Nacional de Previdência, com a presença de trabalhadores, empresários e o Executivo.
Além disso, Vagner disse que as mobilizações cobrarão do governo que coloque na mesa de negociação a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução de salário, o fim do fator previdenciário e as convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garantem negociação no setor público e proíbem demissões imotivadas, respectivamente.
Outro ponto lembrado pelo dirigente da CUT e que estará na agenda das mobilizações foi a reforma política, com destaque para o fim do financiamento das campanhas eleitorais pelas empresas, que cobram a fatura dos eleitos em forma de projetos.
O presidente da CUT lembrou ainda que os movimentos sindical e sociais deixaram clara a diferença entre quem luta para ver a agenda do desenvolvimento cumprida e os que classificou como derrotados e intolerantes inconformados com as conquistas da classe trabalhadora.
Apesar de cobrar o governo, Vagner disse que a Central combaterá o retrocesso e qualquer golpismo com o objetivo de acabar com a normalidade democrática.
"O trabalhador brasileiro precisa ficar de olhos abertos e fazer comparação das diversas propostas políticas que existem. Questionamos a política econômica aplicada neste momento pelo governo e faremos propostas para alterá-la para gerar renda e para que os trabalhadores continuem tendo desenvolvimento. Mas não é isso que a onda conservadora está querendo fazer", frisou.
"Esses que querem o impeachment da presidenta não estão preocupados com os trabalhadores e com o Brasil, mas só com um terceiro turno das eleições", disse Vagner.
Fonte: CUT
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