10/02/2015
Vigilantes desprotegidos sofrem com a falta de respeito de empresa de segurança
Vigilantes de agências bancárias contratados pela empresa Albatroz estão sentindo na pele os danos por conta da precarização decorrente da terceirização. Denúncias recebidas pelo Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região apontam que, após a Albatroz ter perdido a concessão para operar em agências de pelo menos quatro cidades (Ibitinga, Itápolis, Matão e Monte Alto), os funcionários não foram formalmente avisados, nem foram realizadas as homologações destes trabalhadores.
Sem qualquer informação, os seguranças foram surpreendidos por uma nova empresa, que entrou no lugar da Albatroz, oferecendo os novos uniformes e armas para que os funcionários pudessem trabalhar.
Mais recentemente, esses seguranças receberam cartas da Albatroz acusando-os de abandono de emprego e informando que serão demitidos, o que, para o Sindicato, é uma afronta aos trabalhadores: “Os vigilantes estão, literalmente, desprotegidos no que se refere às causas trabalhistas”, afirma o dirigente sindical Luiz Eduardo Campolungo, que acompanha o caso em Ibitinga e Itápolis.
Eduardo denunciou, também, que nos lugares onde a Albatroz continua operando, as condições de trabalho dos vigilantes são precárias: “Há funcionários com salários e vales atrasados há mais de dois meses, o que por si só já é um absurdo. Além disso, alguns trabalhadores estão com a chamada reciclagem atrasada, que é o processo pelo qual os funcionários que utilizam armas precisam passar periodicamente”.
O diretor Aparecido Augusto Marcelo, que acompanha o imbróglio em Monte Alto, lamentou o fato de o Sindicato estar de mãos atadas diante dessa situação: “Nós, bancários, temos o dever moral de intervir na causa dos vigilantes quando há um claro desrespeito a esses trabalhadores, porém, infelizmente nós não representamos essa categoria e, por isso, nossas ações estão limitadas”.
Apesar de não poder representar a categoria, o Sindicato está contatando a CNTV – Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes para que avalie o caso e tome as devidas providências para a proteção desses trabalhadores.
Sem qualquer informação, os seguranças foram surpreendidos por uma nova empresa, que entrou no lugar da Albatroz, oferecendo os novos uniformes e armas para que os funcionários pudessem trabalhar.
Mais recentemente, esses seguranças receberam cartas da Albatroz acusando-os de abandono de emprego e informando que serão demitidos, o que, para o Sindicato, é uma afronta aos trabalhadores: “Os vigilantes estão, literalmente, desprotegidos no que se refere às causas trabalhistas”, afirma o dirigente sindical Luiz Eduardo Campolungo, que acompanha o caso em Ibitinga e Itápolis.
Eduardo denunciou, também, que nos lugares onde a Albatroz continua operando, as condições de trabalho dos vigilantes são precárias: “Há funcionários com salários e vales atrasados há mais de dois meses, o que por si só já é um absurdo. Além disso, alguns trabalhadores estão com a chamada reciclagem atrasada, que é o processo pelo qual os funcionários que utilizam armas precisam passar periodicamente”.
O diretor Aparecido Augusto Marcelo, que acompanha o imbróglio em Monte Alto, lamentou o fato de o Sindicato estar de mãos atadas diante dessa situação: “Nós, bancários, temos o dever moral de intervir na causa dos vigilantes quando há um claro desrespeito a esses trabalhadores, porém, infelizmente nós não representamos essa categoria e, por isso, nossas ações estão limitadas”.
Apesar de não poder representar a categoria, o Sindicato está contatando a CNTV – Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes para que avalie o caso e tome as devidas providências para a proteção desses trabalhadores.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Bradesco lucra R$ 13,861 bi no semestre, mas segue demitindo e fechando agências
- Itaú lucra alto no semestre, mas segue extinguindo empregos e fechando agências
- Banco Central reduz Selic para 14% ao ano, mas juros seguem elevados e favorecendo apenas o mercado financeiro
- Financiários definem prioridades para a Campanha Nacional 2026
- CUT convoca mobilização nacional no dia 10 de agosto pelo fim da escala 6x1
- Mobilização ganha força nas agências e recado aos bancos é claro: a categoria exige valorização!
- Santander tenta intimidar Previc na Justiça para se eximir de obrigações com o Banesprev
- Saúde Caixa: Banco apresenta proposta que chega a dobrar mensalidade
- Economus: Diálogo com conselheiros resulta em propostas de melhorias no processo de autorização para exames
- Conferência Nacional dos Financiários começa com debate sobre perfil da categoria, saúde e prioridades da Campanha Nacional 2026
- BB perde a oportunidade de apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores
- Super Caixa precisa ser negociado e reconhecer o trabalho de todo o quadro de pessoal do banco
- Após pressão sindical, Itaú confirma vigilantes em todos os Espaços Itaú de Negócios até outubro
- CEBB cobra avanços para funcionários do Banco do Brasil em negociação nesta quarta-feira (5)
- Campanha Nacional Unificada das bancárias e dos bancários entra em fase decisiva