17/11/2014
“O bancário não pode ter medo de denunciar o assédio moral”, afirma diretor do Sindicato
O programa de combate ao assédio moral é um conquista dos trabalhadores, alcançada após intensa mobilização durante a Campanha Nacional de 2010. O programa é um acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho que tem adesão voluntária tanto dos bancos quanto dos sindicatos. Em 2010, quase todos os bancos já haviam aderido ao acordo, com exceção do Banco do Brasil, que o aderiu dois anos depois, em 2012.
Desde então, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região mantem em seu site um canal exclusivo para denúncias de assédio moral. “É um canal totalmente sigiloso, mas é necessário que o denunciante se identifique para que o Sindicato possa dar o devido retorno. Mas é sempre bom lembrar que o nome de quem denunciou jamais será divulgado”, explica o dirigente sindical Roberto Carlos Vicentim.
O assédio moral caracteriza-se pela exposição repetitiva e prolongada dos trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções. De acordo com Roberto, práticas como ameaçar o funcionário dizendo que irá demiti-lo, chamar os empregados de incompetentes, sobrecarregar o trabalhador e desmoralizá-lo publicamente são algumas das formas mais comuns de assédio moral. “A pressão abusiva por cumprimento de metas é uma das principais causas de assédio nos bancos”, afirma o diretor.
Ao longo dos quatros anos desde a implantação do programa, vários casos foram solucionados com a intervenção do Sindicato após denúncias de bancários. Roberto destaca um caso recente que foi denunciado, apurado e combatido na base do Sindicato: “Recebemos uma denúncia, por meio do canal em nosso site, de um funcionário do Banco do Brasil que estava sofrendo com o assédio moral. Nós apresentamos a denúncia ao banco e, dentro dos 45 dias de prazo para resposta, o BB constatou que estava mesmo havendo abusos na agência. O banco se comprometeu a tomar as devidas providências e o Sindicato segue acompanhando para verificar se as medidas de combate ao assédio moral estão sendo cumpridas”.
De acordo com o diretor, o bancário precisa se sentir encorajado a denunciar se estiver sofrendo abusos: “Este caso que aconteceu no Banco do Brasil é a prova de que o canal de combate ao assédio moral funciona e é sigiloso. Mesmo sofrendo constantes ameaças, o trabalhador não precisa ter medo de denunciar, afinal, esse é o meio mais eficaz de eliminar essa prática tão desumana nas agências”.
Para denunciar, basta clicar aqui.
Desde então, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região mantem em seu site um canal exclusivo para denúncias de assédio moral. “É um canal totalmente sigiloso, mas é necessário que o denunciante se identifique para que o Sindicato possa dar o devido retorno. Mas é sempre bom lembrar que o nome de quem denunciou jamais será divulgado”, explica o dirigente sindical Roberto Carlos Vicentim.
O assédio moral caracteriza-se pela exposição repetitiva e prolongada dos trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções. De acordo com Roberto, práticas como ameaçar o funcionário dizendo que irá demiti-lo, chamar os empregados de incompetentes, sobrecarregar o trabalhador e desmoralizá-lo publicamente são algumas das formas mais comuns de assédio moral. “A pressão abusiva por cumprimento de metas é uma das principais causas de assédio nos bancos”, afirma o diretor.
Ao longo dos quatros anos desde a implantação do programa, vários casos foram solucionados com a intervenção do Sindicato após denúncias de bancários. Roberto destaca um caso recente que foi denunciado, apurado e combatido na base do Sindicato: “Recebemos uma denúncia, por meio do canal em nosso site, de um funcionário do Banco do Brasil que estava sofrendo com o assédio moral. Nós apresentamos a denúncia ao banco e, dentro dos 45 dias de prazo para resposta, o BB constatou que estava mesmo havendo abusos na agência. O banco se comprometeu a tomar as devidas providências e o Sindicato segue acompanhando para verificar se as medidas de combate ao assédio moral estão sendo cumpridas”.
De acordo com o diretor, o bancário precisa se sentir encorajado a denunciar se estiver sofrendo abusos: “Este caso que aconteceu no Banco do Brasil é a prova de que o canal de combate ao assédio moral funciona e é sigiloso. Mesmo sofrendo constantes ameaças, o trabalhador não precisa ter medo de denunciar, afinal, esse é o meio mais eficaz de eliminar essa prática tão desumana nas agências”.
Para denunciar, basta clicar aqui.
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