27/10/2014
Presidenta Dilma é reeleita, prega união e diálogo e prioriza reforma política
Crédito: PT
"Sou reconduzida para fazer as mudanças que a sociedade exige", disse.
A presidenta Dilma Rousseff (PT) destacou na noite deste domingo (26), em seu primeiro discurso depois de reeleita, que ganhou da maioria do povo brasileiro um novo mandato para conduzir as mudanças que o país demanda.
Ela escolheu de imediato a reforma política como prioridade para conduzir esse processo, mediante a realização de um plebiscito no qual a população opinará sobre o tema. "Como instrumento desta consulta, nós vamos encontrar a força e a legitimidade exigida neste momento de transformação para levarmos à frente a reforma política."
O discurso da petista, com duração de 28 minutos, teve como tema central o diálogo no país. Ela afirmou que seu compromisso é estar aberta à conversa com todos os setores da sociedade e deixou para trás a ideia de que o Brasil esteja dividido. Ela considera que a margem apertada de vantagem sobre seu adversário, Aécio Neves, com 51,64% dos votos válidos contra 48,36% do tucano, deve ser utilizada como energia para garantir conciliação e propostas em comum.
"Não acredito, sinceramente, do fundo do meu coração, que essas eleições tenham dividido o país ao meio. Entendo, sim, que elas mobilizaram ideias, emoções, às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca de um futuro melhor."
A maior parte da fala feita após a vitória buscou ressaltar a necessidade de união nacional. A presidenta reeleita começou assim a afastar a ideia difundida antes do fechamento das urnas, por parte da oposição, de que uma margem apertada de vantagem não lhe daria força para exercer um novo mandato, muito menos realizando mudanças. "Em lugar de ampliar divergências, de criar um fosso, tenho forte esperança de que a energia mobilizadora tenha preparado um bom terreno para a construção de pontes."
No discurso houve um aceno também aos setores produtivos sobre a realização, com "urgência", de ações que garantam a aceleração do crescimento econômico e à manutenção dos níveis de emprego. "Quero a participação, a parceria de todos os setores produtivos e financeiros nessa tarefa, que é responsabilidade de cada um de nós, brasileiros e brasileiras. Seguirei combatendo com rigor a inflação e avançando no terreno da atividade fiscal."
Fonte: Rede Brasil Atual
"Sou reconduzida para fazer as mudanças que a sociedade exige", disse.A presidenta Dilma Rousseff (PT) destacou na noite deste domingo (26), em seu primeiro discurso depois de reeleita, que ganhou da maioria do povo brasileiro um novo mandato para conduzir as mudanças que o país demanda.
Ela escolheu de imediato a reforma política como prioridade para conduzir esse processo, mediante a realização de um plebiscito no qual a população opinará sobre o tema. "Como instrumento desta consulta, nós vamos encontrar a força e a legitimidade exigida neste momento de transformação para levarmos à frente a reforma política."
O discurso da petista, com duração de 28 minutos, teve como tema central o diálogo no país. Ela afirmou que seu compromisso é estar aberta à conversa com todos os setores da sociedade e deixou para trás a ideia de que o Brasil esteja dividido. Ela considera que a margem apertada de vantagem sobre seu adversário, Aécio Neves, com 51,64% dos votos válidos contra 48,36% do tucano, deve ser utilizada como energia para garantir conciliação e propostas em comum.
"Não acredito, sinceramente, do fundo do meu coração, que essas eleições tenham dividido o país ao meio. Entendo, sim, que elas mobilizaram ideias, emoções, às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca de um futuro melhor."
A maior parte da fala feita após a vitória buscou ressaltar a necessidade de união nacional. A presidenta reeleita começou assim a afastar a ideia difundida antes do fechamento das urnas, por parte da oposição, de que uma margem apertada de vantagem não lhe daria força para exercer um novo mandato, muito menos realizando mudanças. "Em lugar de ampliar divergências, de criar um fosso, tenho forte esperança de que a energia mobilizadora tenha preparado um bom terreno para a construção de pontes."
No discurso houve um aceno também aos setores produtivos sobre a realização, com "urgência", de ações que garantam a aceleração do crescimento econômico e à manutenção dos níveis de emprego. "Quero a participação, a parceria de todos os setores produtivos e financeiros nessa tarefa, que é responsabilidade de cada um de nós, brasileiros e brasileiras. Seguirei combatendo com rigor a inflação e avançando no terreno da atividade fiscal."
Fonte: Rede Brasil Atual
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