21/10/2014
Diretores participam de seminário sobre assédio moral
Diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região participaram, na última sexta-feira, 17, do III Seminário Sobre Assédio Moral no Trabalho, que tratou das implicações do assédio moral na saúde do trabalhador. O evento foi realizado pelo NUCAMT-DS (Núcleo de Combate ao Assédio Moral e Desigualdade Social), em Ribeirão Preto, e os diretores Aparecido Augusto Marcelo, Júlio Mathias e Roberto Carlos Vicentim estiveram presentes.
“Os palestrantes foram unânimes em reconhecer que o sistema capitalista foi pensado não para produzir, mas para acumular e, por isso, há uma grande transferência de recurso do setor produtivo para o especulativo”, afirmou o diretor Roberto Carlos Vicentim.
Roberto ressaltou, ainda, que a categoria bancária foi bem lembrada pelos palestrantes: “O assédio moral está presente em todas as cadeias produtivas e os bancários não estão livres disso. Apesar dos avanços, inclusive aqueles conquistados na Campanha Nacional 2014, a luta contra o assédio moral deve ser constante”.
O seminário também tratou de temas como o adoecimento dos trabalhadores, a terceirização e a informatização das cadeias produtivas. “O assédio moral gera o adoecimento que, por se tratar de doenças psicológicas, não são reconhecidas como enfermidades relacionadas ao trabalho”, lembrou o diretor do Sindicato.
Roberto citou, também, a questão da terceirização e da informatização: “A terceirização, por exemplo, é um grave problema para os trabalhadores, pois há uma perda de direitos, bem como a precarização do trabalho. A informatização também, pois gera uma redução no quadro de trabalhadores mesmo com o constante aumento da produção”, afirmou Vicentim.
Para o diretor do Sindicato, o combate ao assédio moral pode ser alcançado se houver respeito nas relações de trabalho: “Quando se há respeito mútuo entre o patrão e o funcionário, automaticamente o ambiente torna-se mais salubre e, portanto, há menos adoecimento”.
“Os palestrantes foram unânimes em reconhecer que o sistema capitalista foi pensado não para produzir, mas para acumular e, por isso, há uma grande transferência de recurso do setor produtivo para o especulativo”, afirmou o diretor Roberto Carlos Vicentim.
Roberto ressaltou, ainda, que a categoria bancária foi bem lembrada pelos palestrantes: “O assédio moral está presente em todas as cadeias produtivas e os bancários não estão livres disso. Apesar dos avanços, inclusive aqueles conquistados na Campanha Nacional 2014, a luta contra o assédio moral deve ser constante”.
O seminário também tratou de temas como o adoecimento dos trabalhadores, a terceirização e a informatização das cadeias produtivas. “O assédio moral gera o adoecimento que, por se tratar de doenças psicológicas, não são reconhecidas como enfermidades relacionadas ao trabalho”, lembrou o diretor do Sindicato.
Roberto citou, também, a questão da terceirização e da informatização: “A terceirização, por exemplo, é um grave problema para os trabalhadores, pois há uma perda de direitos, bem como a precarização do trabalho. A informatização também, pois gera uma redução no quadro de trabalhadores mesmo com o constante aumento da produção”, afirmou Vicentim.
Para o diretor do Sindicato, o combate ao assédio moral pode ser alcançado se houver respeito nas relações de trabalho: “Quando se há respeito mútuo entre o patrão e o funcionário, automaticamente o ambiente torna-se mais salubre e, portanto, há menos adoecimento”.
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