15/10/2014
OIT destaca Brasil como exemplo de proteção ao trabalhador em meio à crise
Crédito: Rede Brasil Atual
O Brasil foi novamente citado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como um exemplo na proteção dos direitos sociais e do emprego em meio ao cenário adverso trazido pela crise econômica global iniciada em 2008-09. A 18ª Reunião Regional Americana da OIT, na cidade de Lima, no Peru, que vai até quinta-feira, elogiou a proteção da população mais vulnerável a oscilações.
A representante da OIT no Brasil, Laís Abramo, destacou à Rádio ONU o processo de formalização e de aumento do rendimento do trabalho. De forma geral, ela avalia que a América Latina se saiu bem "através de políticas anticíclicas, colocando no centro da preocupação a defesa do emprego, do salário e da proteção social. Isso não apenas foi fundamental para defender a população trabalhadora da crise, como para evitar processo de recessão, como aconteceu em outros países do mundo".
Laís Abramo afirmou que a região "surpreendeu o mundo com uma capacidade de enfrentar essa crise sem que houvesse aumento do desemprego. Pelo contrário, as taxas de desemprego diminuíram".
De modo específico, o Brasil "se destacou nesse período pelo vigor das suas políticas de combate à pobreza, redução da desigualdade social, diminuição da concentração de renda, diminuição do desemprego e geração de emprego formal e do aumento do salário mínimo".
Laís Abramo chama a atenção, ainda, para a importância de medidas legislativas, como a Lei do Microempreendedor Individual, e mudanças no Simples e no Supersimples, que, segundo ela, garantiram "condições para que os trabalhadores, por conta própria, de encanadores a cabeleireiras, pudessem se formalizar, registrar sua atividade, contribuir para a previdência social", resultando na entrada de mais de quatro milhões de pessoas no mercado formal de trabalho.
Ao tratar da importância do dialogo social, no modelo tripartite defendido pela OIT - governos, empregados e empregadores - Laís Abramo conclui que a questão é importante "não apenas para avançar a superação dos problemas do mundo do trabalho, como também para consolidar a democracia em nosso país".
Fonte: Rede Brasil Atual
O Brasil foi novamente citado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como um exemplo na proteção dos direitos sociais e do emprego em meio ao cenário adverso trazido pela crise econômica global iniciada em 2008-09. A 18ª Reunião Regional Americana da OIT, na cidade de Lima, no Peru, que vai até quinta-feira, elogiou a proteção da população mais vulnerável a oscilações.A representante da OIT no Brasil, Laís Abramo, destacou à Rádio ONU o processo de formalização e de aumento do rendimento do trabalho. De forma geral, ela avalia que a América Latina se saiu bem "através de políticas anticíclicas, colocando no centro da preocupação a defesa do emprego, do salário e da proteção social. Isso não apenas foi fundamental para defender a população trabalhadora da crise, como para evitar processo de recessão, como aconteceu em outros países do mundo".
Laís Abramo afirmou que a região "surpreendeu o mundo com uma capacidade de enfrentar essa crise sem que houvesse aumento do desemprego. Pelo contrário, as taxas de desemprego diminuíram".
De modo específico, o Brasil "se destacou nesse período pelo vigor das suas políticas de combate à pobreza, redução da desigualdade social, diminuição da concentração de renda, diminuição do desemprego e geração de emprego formal e do aumento do salário mínimo".
Laís Abramo chama a atenção, ainda, para a importância de medidas legislativas, como a Lei do Microempreendedor Individual, e mudanças no Simples e no Supersimples, que, segundo ela, garantiram "condições para que os trabalhadores, por conta própria, de encanadores a cabeleireiras, pudessem se formalizar, registrar sua atividade, contribuir para a previdência social", resultando na entrada de mais de quatro milhões de pessoas no mercado formal de trabalho.
Ao tratar da importância do dialogo social, no modelo tripartite defendido pela OIT - governos, empregados e empregadores - Laís Abramo conclui que a questão é importante "não apenas para avançar a superação dos problemas do mundo do trabalho, como também para consolidar a democracia em nosso país".
Fonte: Rede Brasil Atual
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Lucro do Banco do Brasil despenca 53,5% no 1º trimestre de 2026
- Comando Nacional irá à mesa com Fenaban para exigir ambiente de trabalho saudável
- COE Bradesco debate renovação do Supera para 2026 e garante avanço para gestantes
- Fechamento de agências e sobrecarga de trabalho dominam reunião entre COE Santander e direção do banco
- Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos: CUT lança campanha permanente de combate ao feminicídio
- Após cobrança, reunião sobre a Cassi é marcada para essa quinta-feira (14)
- 13 de Maio reforça luta antirracista e mobiliza categoria bancária para a Campanha Nacional
- Dieese realiza jornada de debates nacionais pelo fim da 6x1: confira locais e datas
- Bancários do Itaú fazem assembleia virtual sobre acordo de CCV nesta sexta-feira (15). Participe!
- Escala 6x1 e jornada de 44h contribuem para a desigualdade de renda no Brasil
- Burnout explode 823% e novo decreto fará empresas pagarem caro por metas absurdas: escala 6×1 é próximo alvo
- Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres aborda desafios para igualdade de gênero no país, com aulas práticas de autodefesa
- Sindicato participa de lançamento de livro que celebra legado político e sindical de Augusto Campos
- Santander reduz lucro no 1º trimestre de 2026 e mantém cortes de empregos e fechamento de unidades
- Movimento sindical cobra retomada imediata da mesa de negociação da Cassi