18/07/2014
Entidades sindicais fazem primeira rodada de negociação com Fenacrefi
Crédito: Jailton Garcia/Seeb São Paulo
Reunião foi realizada na sede da Fenacrefi, em São Paulo
A Contraf-CUT, federações e sindicatos realizaram nesta quarta-feira 16, em São Paulo, a primeira rodada de negociações da campanha nacional dos financiários com a Fenacrefi. A pauta de reivindicações dos trabalhadores foi entregue no dia 30 de junho, quando as entidades sindicais deixaram na mesa duas prioridades: aplicação imediata de reajuste de 6,07% (inflação medida pelo INPC entre 1º de junho de 2013 e 31 de maio deste ano) nos salários e verbas e a implantação de PLR adicional para os financiários.
"Hoje cobramos da federação patronal respostas para essas duas reivindicações. Os negociadores disseram que consultaran as financeiras e não conseguiram ainda fechar uma proposta para apresentar aos financiários. Sobre a PLR adicional, ficou acertada a formação de um grupo de trabalho para aprofundar essa discussão, para a qual o movimento sindical e o Dieese farão estudos para detalhar melhor a reivindicação", afirma Jair Alves, representante da Contraf-CUT nas negociações.
Na reunião desta quarta-feira também ficou acertada uma agenda com mais duas rodadas de negociação com a Fenacrefi, cujas datas e temas serão definidos nos próximos dias.
"Outra questão que estamos lutando é para a volta dos trabalhadores que migraram para outras categorias. Há vários anos que as financeiras transferiram os trabalhadores para outros cargos, como por exemplo promotores de venda. Com isso, os trabalhadores deixaram de fazer parte do ramo financeiro, perdendo direitos e diminuindo o ganho salarial", acrescenta Sérgio Siqueira, diretor da Contraf-CUT que também participa das negociações com as financeiras.
Além das cláusulas econômicas na pauta entregue à Fenacrefi, constam o vale-cultura, abrangência e extensão do acordo para todo o país, a unificação da data-base com a dos bancários para 1º de setembro, o combate ao assédio moral e a garantia do salário ao empregado adoecido que tem benefício indeferido ou alta médica previdenciária, mas sem condições de voltar ao trabalho.
Fonte: Contraf-CUT
Reunião foi realizada na sede da Fenacrefi, em São PauloA Contraf-CUT, federações e sindicatos realizaram nesta quarta-feira 16, em São Paulo, a primeira rodada de negociações da campanha nacional dos financiários com a Fenacrefi. A pauta de reivindicações dos trabalhadores foi entregue no dia 30 de junho, quando as entidades sindicais deixaram na mesa duas prioridades: aplicação imediata de reajuste de 6,07% (inflação medida pelo INPC entre 1º de junho de 2013 e 31 de maio deste ano) nos salários e verbas e a implantação de PLR adicional para os financiários.
"Hoje cobramos da federação patronal respostas para essas duas reivindicações. Os negociadores disseram que consultaran as financeiras e não conseguiram ainda fechar uma proposta para apresentar aos financiários. Sobre a PLR adicional, ficou acertada a formação de um grupo de trabalho para aprofundar essa discussão, para a qual o movimento sindical e o Dieese farão estudos para detalhar melhor a reivindicação", afirma Jair Alves, representante da Contraf-CUT nas negociações.
Na reunião desta quarta-feira também ficou acertada uma agenda com mais duas rodadas de negociação com a Fenacrefi, cujas datas e temas serão definidos nos próximos dias.
"Outra questão que estamos lutando é para a volta dos trabalhadores que migraram para outras categorias. Há vários anos que as financeiras transferiram os trabalhadores para outros cargos, como por exemplo promotores de venda. Com isso, os trabalhadores deixaram de fazer parte do ramo financeiro, perdendo direitos e diminuindo o ganho salarial", acrescenta Sérgio Siqueira, diretor da Contraf-CUT que também participa das negociações com as financeiras.
Além das cláusulas econômicas na pauta entregue à Fenacrefi, constam o vale-cultura, abrangência e extensão do acordo para todo o país, a unificação da data-base com a dos bancários para 1º de setembro, o combate ao assédio moral e a garantia do salário ao empregado adoecido que tem benefício indeferido ou alta médica previdenciária, mas sem condições de voltar ao trabalho.
Fonte: Contraf-CUT
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