09/06/2014
Empregados da Caixa definem pauta para Campanha Nacional
A 30ª edição do Conecef – Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal, realizado entre os dias 6 e 8 de junho, definiu a pauta de reivindicações específicas que devem ser negociadas com a direção do banco durante a Campanha Nacional dos Bancários neste ano.
Com a participação de 360 delegados, sendo 230 homens e 130 mulheres, respeitando a cota de gênero de 30%, que pode chegar a 50% em 2015, o evento definiu que a estratégia de campanha nacional será unificada entre os funcionários de bancos públicos e privados, assim como no ano passado. Os delegados também aprovaram o apoio à reeleição de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República, a fim de ampliar as conquistas sociais e impedira a volta do projeto neoliberal.
“A plataforma de reivindicações aprovada no Conecef deste ano representa os funcionários da Caixa e os interesses da classe trabalhadora, por isso, em outubro, temos que escolher o candidato que estará ao nosso lado na luta pelo aumento real dos salários e pela a redução da pobreza no país” afirma Tony Gonçalves, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e diretor-executivo da Apcef-SP.
Entre as reivindicações que serão feitas aos candidatos às eleições deste ano estão o fim do fator previdenciário, a não privatização do patrimônio público, a abertura de mais postos de trabalho na Caixa, o fim da terceirização e dos correspondentes bancários, a defesa da Caixa como banco público, a reforma agrária, o fim das isenções fiscais das grandes empresas e mais verbas para educação, saúde e transporte público.
Por mais contratações – Uma das principais deliberações aprovadas diz respeito à luta por mais contratações na Caixa. A meta é que o banco atinja pelo menos a marca de 130 mil empregados, levando em conta duas frentes: a substituição dos terceirizados e o aumento das demandas em função do crescimento dos programas assistenciais e sociais do Governo Federal.
Outro assunto que entrou na pauta de luta é o fim do trabalho gratuito, com a extinção do registro de horas negativas no Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) e a redução da jornada de trabalho para seis horas diárias em todas as funções, e sem redução salarial.
Assédio Moral – O assédio moral, a extrapolação do horário de trabalho, as metas abusivas e a pressão por produtividade são práticas comuns nos bancos e que os bancários pretendem por um fim. “Essas práticas geram um impacto negativo tanto na saúde do trabalhador quanto nos resultados do próprio banco. Precisamos combater estes problemas para melhorar as condições de trabalho dos empregados” declara Tony.
Saúde – O 30º Conecef aprovou também a ampliação dos serviços do Saúde Caixa, as melhoras na rede credenciada, bem como a criação de um programa que forneça medicamentos com preços diferenciados. A proposta é de que sejam criadas estruturas específicas do Saúde Caixa e Saúde do Trabalhador, tendo ao menos uma por estado e com representação nas Superintendências Regionais.
Segurança – A instalação de portas giratórias com detectores de metais em todas as agências bancárias, assim como a colocação de biombos entre os terminais eletrônicos na bateria de caixas também são algumas das reivindicações da Campanha. A proibição de transporte de valores por bancários também está na pauta.
Seeb Catanduva, com info. de Fenae
Com a participação de 360 delegados, sendo 230 homens e 130 mulheres, respeitando a cota de gênero de 30%, que pode chegar a 50% em 2015, o evento definiu que a estratégia de campanha nacional será unificada entre os funcionários de bancos públicos e privados, assim como no ano passado. Os delegados também aprovaram o apoio à reeleição de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República, a fim de ampliar as conquistas sociais e impedira a volta do projeto neoliberal.
“A plataforma de reivindicações aprovada no Conecef deste ano representa os funcionários da Caixa e os interesses da classe trabalhadora, por isso, em outubro, temos que escolher o candidato que estará ao nosso lado na luta pelo aumento real dos salários e pela a redução da pobreza no país” afirma Tony Gonçalves, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e diretor-executivo da Apcef-SP.
Entre as reivindicações que serão feitas aos candidatos às eleições deste ano estão o fim do fator previdenciário, a não privatização do patrimônio público, a abertura de mais postos de trabalho na Caixa, o fim da terceirização e dos correspondentes bancários, a defesa da Caixa como banco público, a reforma agrária, o fim das isenções fiscais das grandes empresas e mais verbas para educação, saúde e transporte público.
Por mais contratações – Uma das principais deliberações aprovadas diz respeito à luta por mais contratações na Caixa. A meta é que o banco atinja pelo menos a marca de 130 mil empregados, levando em conta duas frentes: a substituição dos terceirizados e o aumento das demandas em função do crescimento dos programas assistenciais e sociais do Governo Federal.
Outro assunto que entrou na pauta de luta é o fim do trabalho gratuito, com a extinção do registro de horas negativas no Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) e a redução da jornada de trabalho para seis horas diárias em todas as funções, e sem redução salarial.
Assédio Moral – O assédio moral, a extrapolação do horário de trabalho, as metas abusivas e a pressão por produtividade são práticas comuns nos bancos e que os bancários pretendem por um fim. “Essas práticas geram um impacto negativo tanto na saúde do trabalhador quanto nos resultados do próprio banco. Precisamos combater estes problemas para melhorar as condições de trabalho dos empregados” declara Tony.
Saúde – O 30º Conecef aprovou também a ampliação dos serviços do Saúde Caixa, as melhoras na rede credenciada, bem como a criação de um programa que forneça medicamentos com preços diferenciados. A proposta é de que sejam criadas estruturas específicas do Saúde Caixa e Saúde do Trabalhador, tendo ao menos uma por estado e com representação nas Superintendências Regionais.
Segurança – A instalação de portas giratórias com detectores de metais em todas as agências bancárias, assim como a colocação de biombos entre os terminais eletrônicos na bateria de caixas também são algumas das reivindicações da Campanha. A proibição de transporte de valores por bancários também está na pauta.
Seeb Catanduva, com info. de Fenae
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