02/01/2014
Lista suja do trabalho escravo tem 108 novas empresas, aponta MTE
O governo incluiu 108 novos empregadores na "lista suja" do trabalho escravo, segundo divulgou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)nesta segunda-feira (30).
No total, a lista fica com 579 nomes de empregadores, que foram flagradas submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão, após atualização semestral da lista de empregadores envolvidos em trabalho escravo.
O estado do Pará é o que tem maior número de empregadores inscritos na lista, totalizando 26,08%, seguido por Mato Grosso (com 11,23%), Goiás (com 8,46%) e Minas Gerais (com 8,12%).
Clique aqui para ver a lista completa.
Além das 108 novas empresas incluídas, foram reincluídas outras duas por determinação judicial. Também foram excluídos 17 empregadores, que cumpriram requisitos administrativos.
O governo mantém as empresas no cadastro de infratores por dois anos e, para limpar seu nome, os interessados devem pagar as multas correspondentes e provar que corrigiram as irregularidades.
Além de diversas multas, os integrantes da "lista suja" têm acesso vetado às linhas de crédito dos bancos públicos e não poderão vender sua produção para instituições estatais.
Fonte: G1
No total, a lista fica com 579 nomes de empregadores, que foram flagradas submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão, após atualização semestral da lista de empregadores envolvidos em trabalho escravo.
O estado do Pará é o que tem maior número de empregadores inscritos na lista, totalizando 26,08%, seguido por Mato Grosso (com 11,23%), Goiás (com 8,46%) e Minas Gerais (com 8,12%).
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Além das 108 novas empresas incluídas, foram reincluídas outras duas por determinação judicial. Também foram excluídos 17 empregadores, que cumpriram requisitos administrativos.
O governo mantém as empresas no cadastro de infratores por dois anos e, para limpar seu nome, os interessados devem pagar as multas correspondentes e provar que corrigiram as irregularidades.
Além de diversas multas, os integrantes da "lista suja" têm acesso vetado às linhas de crédito dos bancos públicos e não poderão vender sua produção para instituições estatais.
Fonte: G1
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