23/12/2013
Expansão do crédito será menor em 2014, diz BC
São Paulo – O Banco Central avalia que o crédito continuará subindo em 2014, mas em ritmo menor que o de 2013. Segundo nota de Política Monetária e Crédito, divulgada pelo BC nessa quinta-feira 19, os bancos vão desacelerar o crédito, mas continuarão liderando sua concessão em comparação aos privados. Segundo o órgão, os financiamentos que partirão das instituições públicas no próximo ano deverão crescer 17%, abaixo da previsão de expansão de 21% para 2013.
A nota mostra ainda que os empréstimos bancários estão mais caros. A taxa média de juros das operações de crédito do sistema financeiro, computadas as operações com recursos livres e direcionados, ficou em 20% em novembro, crescimento de 0,2 p.p. em relação a outubro e de 1,1 p.p. em comparação a novembro de 2012. A taxa média de juros para empréstimos para pessoas físicas situou-se em 26,1%, enquanto que para pessoas jurídicas ficou em 15,1% em novembro.
O spread das operações de crédito do sistema financeiro ficou em 11,5 p.p., recuou 0,1 p.p. no mês e 0,8 p.p. em doze meses. O spread – diferença entre o que os bancos gastam para captar dinheiro e quanto cobram para emprestá-lo – no Brasil continua sendo um dos mais altos do mundo.
O BC mostra ainda que a relação crédito/PIB alcançou 55,6% em novembro, ante 55,1% no mês passado e 52,9% em novembro de 2012 (variação de 2,7 p.p). Apesar de estar crescendo, essa relação no Brasil é uma das menores entre os países com economia desenvolvida.
Na zona do euro, por exemplo, a relação crédito/PIB passa de 130%, nos EUA é de 191% e na China é de 127%. No vizinho Chile, esse patamar também é maior que no Brasil: 71%.
Inadimplência – A inadimplência do sistema financeiro, referente a operações com atrasos superiores a noventa dias, atingiu o menor patamar da série histórica iniciada em março de 2011, ficando em 3,1%.
Estoque – O BC informa ainda que o estoque total de empréstimos e financiamentos do sistema financeiro, compreendidas as operações com recursos livres e direcionados, atingiu R$ 2,647 trilhões em novembro, uma expansão de 1,5% no mês e de 14,5% em doze meses.
Redação SP Bancários
A nota mostra ainda que os empréstimos bancários estão mais caros. A taxa média de juros das operações de crédito do sistema financeiro, computadas as operações com recursos livres e direcionados, ficou em 20% em novembro, crescimento de 0,2 p.p. em relação a outubro e de 1,1 p.p. em comparação a novembro de 2012. A taxa média de juros para empréstimos para pessoas físicas situou-se em 26,1%, enquanto que para pessoas jurídicas ficou em 15,1% em novembro.
O spread das operações de crédito do sistema financeiro ficou em 11,5 p.p., recuou 0,1 p.p. no mês e 0,8 p.p. em doze meses. O spread – diferença entre o que os bancos gastam para captar dinheiro e quanto cobram para emprestá-lo – no Brasil continua sendo um dos mais altos do mundo.
O BC mostra ainda que a relação crédito/PIB alcançou 55,6% em novembro, ante 55,1% no mês passado e 52,9% em novembro de 2012 (variação de 2,7 p.p). Apesar de estar crescendo, essa relação no Brasil é uma das menores entre os países com economia desenvolvida.
Na zona do euro, por exemplo, a relação crédito/PIB passa de 130%, nos EUA é de 191% e na China é de 127%. No vizinho Chile, esse patamar também é maior que no Brasil: 71%.
Inadimplência – A inadimplência do sistema financeiro, referente a operações com atrasos superiores a noventa dias, atingiu o menor patamar da série histórica iniciada em março de 2011, ficando em 3,1%.
Estoque – O BC informa ainda que o estoque total de empréstimos e financiamentos do sistema financeiro, compreendidas as operações com recursos livres e direcionados, atingiu R$ 2,647 trilhões em novembro, uma expansão de 1,5% no mês e de 14,5% em doze meses.
Redação SP Bancários
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