19/12/2013
Compensação da greve acabou dia 15
Terminou no sábado 15 o período de compensação dos 23 dias de greve da categoria na Campanha Nacional Unificada 2013. A cláusula 57ª da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), que deve ser respeitada por bancos públicos e privados, estabelece a compensação de no máximo uma hora por dia, de segunda a sexta.
Esse formato, conquistado depois de longo debate entre o Comando Nacional dos Bancários e a federação dos bancos (Fenaban), representa a anistia de cerca de 71% dos dias parados.
A greve da categoria foi iniciada em 19 de setembro e terminou em 14 de outubro, após os bancos apresentarem proposta de reajuste de 8% para salários, vales refeição e alimentação (1,82% de aumento real), e PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 90% do salário mais R$ 1.694. Além disso, os funcionários conquistaram a proibição do envio de torpedos para a cobrança de metas, a redução do prazo de até 60 dias para até 45 dias para as instituições financeiras darem retorno às denúncias feitas por meio do instrumento de combate ao assédio moral e o vale-cultura de R$ 50 para o empregado que recebe até cinco salários mínimos.
Os trabalhadores dos bancos privados também garantiram o abono assiduidade, com direito a um dia de folga durante o ano.
Jair Rosa
Esse formato, conquistado depois de longo debate entre o Comando Nacional dos Bancários e a federação dos bancos (Fenaban), representa a anistia de cerca de 71% dos dias parados.
A greve da categoria foi iniciada em 19 de setembro e terminou em 14 de outubro, após os bancos apresentarem proposta de reajuste de 8% para salários, vales refeição e alimentação (1,82% de aumento real), e PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 90% do salário mais R$ 1.694. Além disso, os funcionários conquistaram a proibição do envio de torpedos para a cobrança de metas, a redução do prazo de até 60 dias para até 45 dias para as instituições financeiras darem retorno às denúncias feitas por meio do instrumento de combate ao assédio moral e o vale-cultura de R$ 50 para o empregado que recebe até cinco salários mínimos.
Os trabalhadores dos bancos privados também garantiram o abono assiduidade, com direito a um dia de folga durante o ano.
Jair Rosa
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