26/09/2013
UNI Américas expressa apoio e solidariedade à greve dos bancários
A Contraf-CUT recebeu carta da UNI Américas, o braço regional do Sindicato Global que representa mais de 22 milhões de trabalhadores dos setores de serviços em todo o mundo, expressando "seu mais profundo apoio e solidariedade à greve que ora está em curso em vosso país sob a liderança da Contraf- CUT".
Veja aqui a íntegra da carta, em pdf.
"Sabemos da importância do movimento sindical bancário brasileiro para os trabalhadores em geral e dos reflexos de suas lutas e conquistas nas demais categorias. UNI Américas entende que todo apoio à Campanha Salarial e à greve nacional dos bancários é estratégica para a contínua melhoria das condições de vida dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras", acrescenta a nota da entidade, assinada pela secretária regional, Adriana Rosenzvaig, e pelo secretário de Finanças, André Rodrigues.
Para a UNI Américas, à qual a Contraf-CUT é filiada, os bancos que atuam no Brasil "continuam fazendo ajustes injustificáveis", promovendo demissões e ao mesmo tempo apresentando rentabilidade e crescimento de seus lucros trimestre a trimestre , não havendo, portanto, "um único argumento favorável à postura dos bancos brasileiros de não atender às reivindicações da categoria bancária e seus sindicatos representativos".
"Frente à postura de sequer repor a inflação do período, de não reconhecer o esforço de bancárias e bancários que garante aos bancos brasileiros a maior taxa de rentabilidade e lucratividade do mundo - conclui a nota da entidade -, a UNI Américas oferece todo seu apoio à greve da categoria bancária e conclama o setor patronal a negociar e atender às reivindicações da categoria bancária."
Notícia internacional
Além do documento de solidariedade à luta dos trabalhadores, a greve dos bancários brasileiros tem sido noticiada com frequência pelo site da UNI mundial, que tem sede em Nyon, na Suíça.
Veja aqui o noticiário da UNI, em inglês, em www.uniglobalunion.org.
"Agradecemos o apoio e a solidariedade dos trabalhadores dos outros países e de suas entidades representativas, o que é um estímulo para a nossa campanha. Aproveitamos para manifestar nosso entendimento de que a nossa luta é a mesma luta da classe trabalhadora em qualquer parte do mundo por mais justiça e por uma vida mais digna", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.
Veja aqui a íntegra da carta, em pdf.
"Sabemos da importância do movimento sindical bancário brasileiro para os trabalhadores em geral e dos reflexos de suas lutas e conquistas nas demais categorias. UNI Américas entende que todo apoio à Campanha Salarial e à greve nacional dos bancários é estratégica para a contínua melhoria das condições de vida dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras", acrescenta a nota da entidade, assinada pela secretária regional, Adriana Rosenzvaig, e pelo secretário de Finanças, André Rodrigues.
Para a UNI Américas, à qual a Contraf-CUT é filiada, os bancos que atuam no Brasil "continuam fazendo ajustes injustificáveis", promovendo demissões e ao mesmo tempo apresentando rentabilidade e crescimento de seus lucros trimestre a trimestre , não havendo, portanto, "um único argumento favorável à postura dos bancos brasileiros de não atender às reivindicações da categoria bancária e seus sindicatos representativos".
"Frente à postura de sequer repor a inflação do período, de não reconhecer o esforço de bancárias e bancários que garante aos bancos brasileiros a maior taxa de rentabilidade e lucratividade do mundo - conclui a nota da entidade -, a UNI Américas oferece todo seu apoio à greve da categoria bancária e conclama o setor patronal a negociar e atender às reivindicações da categoria bancária."
Notícia internacional
Além do documento de solidariedade à luta dos trabalhadores, a greve dos bancários brasileiros tem sido noticiada com frequência pelo site da UNI mundial, que tem sede em Nyon, na Suíça.
Veja aqui o noticiário da UNI, em inglês, em www.uniglobalunion.org.
"Agradecemos o apoio e a solidariedade dos trabalhadores dos outros países e de suas entidades representativas, o que é um estímulo para a nossa campanha. Aproveitamos para manifestar nosso entendimento de que a nossa luta é a mesma luta da classe trabalhadora em qualquer parte do mundo por mais justiça e por uma vida mais digna", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.
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