26/09/2013
Comando se reúne nesta quinta para fazer avaliação do movimento
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, se reúne nesta quinta-feira (26), às 14 horas, em São Paulo, para fazer uma avaliação da primeira semana da greve que está paralisando agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal.
"Vamos avaliar o movimento, que já é maior do que o do ano passado, e discutir formas de fortalecer e ampliar ainda mais as paralisações, diante do silêncio dos bancos em retomar o processo de negociações", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Precisamos reforçar ainda mais as paralisações para quebrar a intransigência da Fenaban e arrancar uma proposta decente com conquistas econômicas e sociais para a categoria, bem como garantir avanços nas negociações das pautas de reivindicações específicas com os bancos públicos", salienta Carlos Cordeiro.
A greve foi deflagrada na última quinta-feira (19), conforme decisão das assembleias dos sindicatos no último dia 12, após ter sido rejeitada a única proposta de 6,1% da Fenaban, que só repõe a inflação do período pelo INPC.
Na segunda-feira (23), as paralisações atingiram 9.015 agências e centros administrativos em todo o país, um crescimento de 23,8% em relação à sexta-feira (20), quando os bancários pararam 7.282 dependências, um salto de 18,5% em comparação ao primeiro dia de greve, que teve 6.145 unidades fechadas.
Nesta terça-feira (24) e quarta (25), vários sindicatos realizam passeatas em conjunto com trabalhadores dos Correios, vigilantes e demais categorias em luta. "Vamos mostrar a força da mobilização e dialogar com os clientes e a sociedade que também são vítimas do profundo descaso dos bancos", ressalta Carlos Cordeiro.
O Comando Nacional representa um total de 143 sindicatos e 10 federações de todo país, totalizando mais de 95% dos bancários de todo Brasil. Além das entidades integrantes, participam como convidados os coordenadores das comissões de empresas dos trabalhadores dos bancos públicos federais.
Fonte: Contraf-CUT
"Vamos avaliar o movimento, que já é maior do que o do ano passado, e discutir formas de fortalecer e ampliar ainda mais as paralisações, diante do silêncio dos bancos em retomar o processo de negociações", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Precisamos reforçar ainda mais as paralisações para quebrar a intransigência da Fenaban e arrancar uma proposta decente com conquistas econômicas e sociais para a categoria, bem como garantir avanços nas negociações das pautas de reivindicações específicas com os bancos públicos", salienta Carlos Cordeiro.
A greve foi deflagrada na última quinta-feira (19), conforme decisão das assembleias dos sindicatos no último dia 12, após ter sido rejeitada a única proposta de 6,1% da Fenaban, que só repõe a inflação do período pelo INPC.
Na segunda-feira (23), as paralisações atingiram 9.015 agências e centros administrativos em todo o país, um crescimento de 23,8% em relação à sexta-feira (20), quando os bancários pararam 7.282 dependências, um salto de 18,5% em comparação ao primeiro dia de greve, que teve 6.145 unidades fechadas.
Nesta terça-feira (24) e quarta (25), vários sindicatos realizam passeatas em conjunto com trabalhadores dos Correios, vigilantes e demais categorias em luta. "Vamos mostrar a força da mobilização e dialogar com os clientes e a sociedade que também são vítimas do profundo descaso dos bancos", ressalta Carlos Cordeiro.
O Comando Nacional representa um total de 143 sindicatos e 10 federações de todo país, totalizando mais de 95% dos bancários de todo Brasil. Além das entidades integrantes, participam como convidados os coordenadores das comissões de empresas dos trabalhadores dos bancos públicos federais.
Fonte: Contraf-CUT
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Fim do recesso parlamentar exige mobilização em defesa dos direitos dos trabalhadores
- Bradesco lucra R$ 13,861 bi no semestre, mas segue demitindo e fechando agências
- Itaú lucra alto no semestre, mas segue extinguindo empregos e fechando agências
- Banco Central reduz Selic para 14% ao ano, mas juros seguem elevados e favorecendo apenas o mercado financeiro
- Financiários definem prioridades para a Campanha Nacional 2026
- CUT convoca mobilização nacional no dia 10 de agosto pelo fim da escala 6x1
- Mobilização ganha força nas agências e recado aos bancos é claro: a categoria exige valorização!
- Santander tenta intimidar Previc na Justiça para se eximir de obrigações com o Banesprev
- Saúde Caixa: Banco apresenta proposta que chega a dobrar mensalidade
- Economus: Diálogo com conselheiros resulta em propostas de melhorias no processo de autorização para exames
- Conferência Nacional dos Financiários começa com debate sobre perfil da categoria, saúde e prioridades da Campanha Nacional 2026
- BB perde a oportunidade de apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores
- Super Caixa precisa ser negociado e reconhecer o trabalho de todo o quadro de pessoal do banco
- CEBB cobra avanços para funcionários do Banco do Brasil em negociação nesta quarta-feira (5)
- Campanha Nacional Unificada das bancárias e dos bancários entra em fase decisiva