17/09/2013
Greve dos Bancários tem início na quinta-feira
Diante das propostas apresentadas pela Fenaban (Fedaração Nacional dos Bancos), consideradas insuficientes pelos trabalhadores do setor financeiro, bancários de todo o país entrarão em greve nesta quinta-feira.
“Os bancos descartaram todas as reivindicações sobre emprego, saúde e condições de trabalho, segurança e igualdade de oportunidades. Além disso, o reajuste proposto o é suficiente apenas para recompor a inflação do período”, explica Aparecido Augusto Marcelo, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva.
A greve tem tempo de duração indeterminado, porém, no ano passado, as exigências da categoria foram atendidas após oito dias de paralisação. “Foi uma greve intensa, com mais de 10 mil agências paradas em todo o país, por isso teve curta duração. É o que esperamos que aconteça nesse ano”, afirma Marcelo.
Em 2013, os bancários conquistaram reajuste de 7,5%, que corresponde a um aumento real de 2,02%, 8,5% de aumento no piso salarial da categoria e 10% no valor fixo, na regra básica e no limite da parcela adicional da PLR, a Participação de Lucros e Resultados, entre outros avanços.
Marcelo destaca que a greve não é impulsionada apenas por maior remuneração. “Queremos melhores condições de trabalho e o fim da terceirização e das demissões imotivadas, que teria como consequência melhoria no atendimento. Também exigimos segurança para bancários e clientes”, ressalta.
“Os bancos descartaram todas as reivindicações sobre emprego, saúde e condições de trabalho, segurança e igualdade de oportunidades. Além disso, o reajuste proposto o é suficiente apenas para recompor a inflação do período”, explica Aparecido Augusto Marcelo, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva.
A greve tem tempo de duração indeterminado, porém, no ano passado, as exigências da categoria foram atendidas após oito dias de paralisação. “Foi uma greve intensa, com mais de 10 mil agências paradas em todo o país, por isso teve curta duração. É o que esperamos que aconteça nesse ano”, afirma Marcelo.
Em 2013, os bancários conquistaram reajuste de 7,5%, que corresponde a um aumento real de 2,02%, 8,5% de aumento no piso salarial da categoria e 10% no valor fixo, na regra básica e no limite da parcela adicional da PLR, a Participação de Lucros e Resultados, entre outros avanços.
Marcelo destaca que a greve não é impulsionada apenas por maior remuneração. “Queremos melhores condições de trabalho e o fim da terceirização e das demissões imotivadas, que teria como consequência melhoria no atendimento. Também exigimos segurança para bancários e clientes”, ressalta.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Comando Nacional propõe “Pacto pela saúde dos bancários"
- STF confirma constitucionalidade da Lei da Igualdade Salarial e reforça obrigação de transparência das empresas
- Lucro contábil da Caixa é de R$ 3,469 bilhões no primeiro trimestre de 2026
- Comando Nacional irá à mesa com Fenaban para exigir ambiente de trabalho saudável
- COE Bradesco debate renovação do Supera para 2026 e garante avanço para gestantes
- Lucro do Banco do Brasil despenca 53,5% no 1º trimestre de 2026
- Após cobrança, reunião sobre a Cassi é marcada para essa quinta-feira (14)
- Fechamento de agências e sobrecarga de trabalho dominam reunião entre COE Santander e direção do banco
- Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos: CUT lança campanha permanente de combate ao feminicídio
- 13 de Maio reforça luta antirracista e mobiliza categoria bancária para a Campanha Nacional
- Dieese realiza jornada de debates nacionais pelo fim da 6x1: confira locais e datas
- Bancários do Itaú fazem assembleia virtual sobre acordo de CCV nesta sexta-feira (15). Participe!
- Escala 6x1 e jornada de 44h contribuem para a desigualdade de renda no Brasil
- Burnout explode 823% e novo decreto fará empresas pagarem caro por metas absurdas: escala 6×1 é próximo alvo
- Santander reduz lucro no 1º trimestre de 2026 e mantém cortes de empregos e fechamento de unidades