13/08/2013
Negociações com a Caixa começam sem avanços
São Paulo – Na primeira rodada de negociação para tratar de questões relativas a saúde do trabalhador, Saúde Caixa e condições de trabalho, a direção da Caixa Federal não se posicionou em relação às reivindicações dos trabalhadores. A reunião, da Campanha Nacional, ocorreu na sexta 9, em Brasília. Os integrantes da Comissão Executiva dos Empregados voltaram a reforçar que as novas agências não podem ser abertas sem o número adequado de trabalhadores. Além disso, que é essencial aumentar o número de empregados por unidade.
De acordo com Dionísio Reis integrante da CEE, em 2003 eram cerca de 53 mil empregados, uma média de 46 bancários por agência. Com a abertura de muitas novas unidades, a média nacional caiu para 20 trabalhadores por agência em 2012. “Tem local abrindo com apenas sete empregados. Ou seja, o tratamento que a Caixa dá é desumano. Vincular a produtividade com a quantidade de empregados por unidade é absurdo pois, além de não levar em conta as demandas sociais tão importantes para o país, sobrecarrega os empregados.”
Outra reivindicação dos bancários é que no setor de retaguarda das agências tenha pelo menos um tesoureiro e um técnico bancário. Práticas antissindicais – Os empregados cobraram explicações da direção do banco sobre pesquisa que circula entre os trabalhadores com perguntas sobre greve, negociação coletiva e movimento sindical. E reforçaram que isso é uma prática antissindical.
Os representantes da Caixa afirmaram que o objetivo da consulta não tinha esse caráter e iriam averiguar a denúncia. Os bancários criticaram o fato de os dirigentes sindicais estarem impedidos de entrar em alguns locais de trabalho. Nesse caso, o banco também ficou de averiguar. Além disso, a Caixa irá avaliar a reivindicação de não anotar a participação dos bancários no dia nacional de luta, em 11 de julho, como ausência não justificada. Saúde do trabalhador – A CEE reivindicou que as unidades de saúde do trabalhador estejam mais próximas dos empregados, principalmente longe das grandes metrópoles. A Caixa disse que está revendo o modelo de filiais na reestruturação.
Foi reivindicado ainda o custeio integral de tratamento, inclusive de medicamentos, para os trabalhadores que contraíram doença ocupacional ou se aposentaram por invalidez. Outra proposta é que haja licença de aleitamento, com a redução de jornada da mãe em uma hora por dia, por um ano e sem reduzir salário. A reivindicação dos trabalhadores segue orientação da Organização Mundial de Saúde para que as crianças tenham o leite materno por período maior.
Descomissionamento – A CEE voltou a criticar os descomissionamentos sem critérios e reforçaram que essa prerrogativa gera situações de assédio moral e sexual nas dependências da Caixa. Eles também criticaram o ranking de performance, inclusive, as chamadas “galerias de notáveis” que camuflam a exposição de funcionários. Saúde Caixa – Os bancários cobraram a utilização de superávit para a melhoria do plano de saúde dos empregados. Os representantes da Caixa afirmaram que o plano é superavitário e admitiram que a comissão paritária não evoluiu.
Dessa forma, os representantes dos trabalhadores cobraram maior participação do Conselho de Usuários e que esse fórum tenha também caráter deliberativo.
De acordo com Dionísio Reis integrante da CEE, em 2003 eram cerca de 53 mil empregados, uma média de 46 bancários por agência. Com a abertura de muitas novas unidades, a média nacional caiu para 20 trabalhadores por agência em 2012. “Tem local abrindo com apenas sete empregados. Ou seja, o tratamento que a Caixa dá é desumano. Vincular a produtividade com a quantidade de empregados por unidade é absurdo pois, além de não levar em conta as demandas sociais tão importantes para o país, sobrecarrega os empregados.”
Outra reivindicação dos bancários é que no setor de retaguarda das agências tenha pelo menos um tesoureiro e um técnico bancário. Práticas antissindicais – Os empregados cobraram explicações da direção do banco sobre pesquisa que circula entre os trabalhadores com perguntas sobre greve, negociação coletiva e movimento sindical. E reforçaram que isso é uma prática antissindical.
Os representantes da Caixa afirmaram que o objetivo da consulta não tinha esse caráter e iriam averiguar a denúncia. Os bancários criticaram o fato de os dirigentes sindicais estarem impedidos de entrar em alguns locais de trabalho. Nesse caso, o banco também ficou de averiguar. Além disso, a Caixa irá avaliar a reivindicação de não anotar a participação dos bancários no dia nacional de luta, em 11 de julho, como ausência não justificada. Saúde do trabalhador – A CEE reivindicou que as unidades de saúde do trabalhador estejam mais próximas dos empregados, principalmente longe das grandes metrópoles. A Caixa disse que está revendo o modelo de filiais na reestruturação.
Foi reivindicado ainda o custeio integral de tratamento, inclusive de medicamentos, para os trabalhadores que contraíram doença ocupacional ou se aposentaram por invalidez. Outra proposta é que haja licença de aleitamento, com a redução de jornada da mãe em uma hora por dia, por um ano e sem reduzir salário. A reivindicação dos trabalhadores segue orientação da Organização Mundial de Saúde para que as crianças tenham o leite materno por período maior.
Descomissionamento – A CEE voltou a criticar os descomissionamentos sem critérios e reforçaram que essa prerrogativa gera situações de assédio moral e sexual nas dependências da Caixa. Eles também criticaram o ranking de performance, inclusive, as chamadas “galerias de notáveis” que camuflam a exposição de funcionários. Saúde Caixa – Os bancários cobraram a utilização de superávit para a melhoria do plano de saúde dos empregados. Os representantes da Caixa afirmaram que o plano é superavitário e admitiram que a comissão paritária não evoluiu.
Dessa forma, os representantes dos trabalhadores cobraram maior participação do Conselho de Usuários e que esse fórum tenha também caráter deliberativo.
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