10/07/2013
Mutirão dos bancários na Câmara tenta barrar votação do PL 4330 nesta quarta
A Contraf-CUT, federações e sindicatos ocuparam nesta terça-feira 9 o Anexo IV da Câmara dos Deputados, em Brasília, e visitaram os gabinetes dos parlamentares, sobretudo os que integram a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), onde pode ser votado nesta quarta-feira 10 o projeto de lei (PL) 4330 que, se aprovado, libera por completo a terceirização e precariza o emprego e os direitos dos trabalhadores no Brasil.
Na terceira reunião da mesa de negociação quadripartite, formada por representantes das centrais sindicais, governo, parlamentares e empresários, também realizada nesta terça, a bancada patronal (coordenada pelo representante da Fenaban, Magnus Apostólico) rejeitou as alterações no PL propostas pelas centrais sindicais e insistiu na votação do projeto de lei 4330 nesta quarta.
As propostas das centrais sindicais feitas nos debates são: igualdade de direitos, direito à informação prévia, limites para a terceirização, responsabilidade solidária entre as empresas e penalização dos infratores.
Mobilização
Mais de uma centena de dirigentes sindicais de 18 Estados atenderam à convocação da Contraf-CUT e dialogaram com parlamentares e seus assessores nos gabinetes da Câmara e na sala de reuniões da CCJC. Uma comissão também se reuniu com o presidente da CCJC, deputado Décio Lima (PT-SC), mostrando o retrocesso que representa o PL 4330 para a sociedade brasileira.
Os dirigentes sindicais entregaram aos parlamentares e assessores o folder produzido pela Contraf-CUT mostrando a razão pela qual o PL é nocivo aos trabalhadores e deve ser rejeitado.
Clique aqui para ver o folder.
Mais delegações de bancários de vários estados estão sendo esperadas em Brasília para acompanhar nesta quarta a votação do PL 4330, que significa uma reforma trabalhista disfarçada, visando tão somente reduzir salários e conquistas dos trabalhadores e enfraquecer a organização sindical para aumentar os lucros das empresas.
"Os bancários estão de parabéns pela forte mobilização em Brasília. Fizeram um grande trabalho de convencimento junto aos parlamentares. Agora precisamos intensificar ainda mais a pressão para impedir a votação do PL 4330", convoca Graça Costa, secretária de Relações de Trabalho da CUT Nacional e integrante da mesa quatripartite.
Esse projeto nocivo anda na contramão do desenvolvimento com inclusão social de milhões de trabalhadores. "O Brasil é a sexta maior economia e um dos 12 países com a pior distribuição de renda do mundo. A aprovação da PL 4330 vai aumentar ainda mais a concentração de renda", denuncia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
"Junto com a mobilização em Brasília, cada bancário e bancária precisa enviar cartas e mensagens aos parlamentares, mostrando os prejuízos irreparáveis que esse projeto trará, se aprovado, não somente para a categoria mas para toda a classe trabalhadora", salienta Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
A Contraf-CUT também remeteu correspondência a todos os parlamentares, cobrando o posicionamento de cada deputado e senador sobre o PL 4330, se favorável ou contrário.
A intenção é a divulgação de painéis em praças públicas e nos sites das entidades sindicais, por todo o país, mostrando como pensa, de que lado está e como vota cada deputado e senador nessa importante questão para a classe trabalhadora e a sociedade brasileira.
O mesmo texto enviado aos parlamentares foi repassado às federações e sindicatos para reproduzirem o mesmo pedido de posicionamento.
Fonte: Contraf-CUT
Na terceira reunião da mesa de negociação quadripartite, formada por representantes das centrais sindicais, governo, parlamentares e empresários, também realizada nesta terça, a bancada patronal (coordenada pelo representante da Fenaban, Magnus Apostólico) rejeitou as alterações no PL propostas pelas centrais sindicais e insistiu na votação do projeto de lei 4330 nesta quarta.
As propostas das centrais sindicais feitas nos debates são: igualdade de direitos, direito à informação prévia, limites para a terceirização, responsabilidade solidária entre as empresas e penalização dos infratores.
Mobilização
Mais de uma centena de dirigentes sindicais de 18 Estados atenderam à convocação da Contraf-CUT e dialogaram com parlamentares e seus assessores nos gabinetes da Câmara e na sala de reuniões da CCJC. Uma comissão também se reuniu com o presidente da CCJC, deputado Décio Lima (PT-SC), mostrando o retrocesso que representa o PL 4330 para a sociedade brasileira.
Os dirigentes sindicais entregaram aos parlamentares e assessores o folder produzido pela Contraf-CUT mostrando a razão pela qual o PL é nocivo aos trabalhadores e deve ser rejeitado.
Clique aqui para ver o folder.
Mais delegações de bancários de vários estados estão sendo esperadas em Brasília para acompanhar nesta quarta a votação do PL 4330, que significa uma reforma trabalhista disfarçada, visando tão somente reduzir salários e conquistas dos trabalhadores e enfraquecer a organização sindical para aumentar os lucros das empresas.
"Os bancários estão de parabéns pela forte mobilização em Brasília. Fizeram um grande trabalho de convencimento junto aos parlamentares. Agora precisamos intensificar ainda mais a pressão para impedir a votação do PL 4330", convoca Graça Costa, secretária de Relações de Trabalho da CUT Nacional e integrante da mesa quatripartite.
Esse projeto nocivo anda na contramão do desenvolvimento com inclusão social de milhões de trabalhadores. "O Brasil é a sexta maior economia e um dos 12 países com a pior distribuição de renda do mundo. A aprovação da PL 4330 vai aumentar ainda mais a concentração de renda", denuncia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
"Junto com a mobilização em Brasília, cada bancário e bancária precisa enviar cartas e mensagens aos parlamentares, mostrando os prejuízos irreparáveis que esse projeto trará, se aprovado, não somente para a categoria mas para toda a classe trabalhadora", salienta Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
A Contraf-CUT também remeteu correspondência a todos os parlamentares, cobrando o posicionamento de cada deputado e senador sobre o PL 4330, se favorável ou contrário.
A intenção é a divulgação de painéis em praças públicas e nos sites das entidades sindicais, por todo o país, mostrando como pensa, de que lado está e como vota cada deputado e senador nessa importante questão para a classe trabalhadora e a sociedade brasileira.
O mesmo texto enviado aos parlamentares foi repassado às federações e sindicatos para reproduzirem o mesmo pedido de posicionamento.
Fonte: Contraf-CUT
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