01/07/2013
Conferência da Regional 3 define diretrizes para a Campanha Nacional 2013
A Conferência da Regional 3 da Fetec-CUT/SP, a Federação dos Bancários da CUT, foi realizada no último sábado por bancários das regiões de Araraquara, Barretos e Catanduva, que compõe a Regional.
Os principais temas discutidos foram centrados em cinco eixos: Emprego, Reestruturação produtiva do Sistema Financeiro, Remuneração, Condições de Trabalho e Estratégia de Campanha.
Após intensos e produtivos debates foram estabelecidas diretrizes para serem encaminhadas aos congressos estadual e nacional, que definharão a minuta de reivindicações dos trabalhadores para a Campanha Nacional 2013.
Segundo o presidente do Sindicato e funcionário do Santander Aparecido Augusto Marcelo, os principais problemas da categoria são referentes ao desrespeito ao emprego exercido pelos bancos por meio da redução de postos de trabalho, rotatividade e terceirização.
“A falta de segurança nas agências também é um assunto preocupante, assim como as metas abusivas que facilitam a terrível prática do assédio moral. Essas questões estão diretamente relacionadas à má qualidade de vida e consequente adoecimento dos bancários”, enfatiza.
Os principais temas discutidos foram centrados em cinco eixos: Emprego, Reestruturação produtiva do Sistema Financeiro, Remuneração, Condições de Trabalho e Estratégia de Campanha.
Após intensos e produtivos debates foram estabelecidas diretrizes para serem encaminhadas aos congressos estadual e nacional, que definharão a minuta de reivindicações dos trabalhadores para a Campanha Nacional 2013.
Segundo o presidente do Sindicato e funcionário do Santander Aparecido Augusto Marcelo, os principais problemas da categoria são referentes ao desrespeito ao emprego exercido pelos bancos por meio da redução de postos de trabalho, rotatividade e terceirização.
“A falta de segurança nas agências também é um assunto preocupante, assim como as metas abusivas que facilitam a terrível prática do assédio moral. Essas questões estão diretamente relacionadas à má qualidade de vida e consequente adoecimento dos bancários”, enfatiza.
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