28/05/2013
Tesoureiros: Caixa enrola, não cumpre acordo com os empregados e, para completar, designa outro TVA!
A política de gestão da Caixa parece estar longe de ser a ideal mesmo. Ao invés de solucionar os problemas inerentes aos diversos setores do banco - como número insuficiente de empregados, condições de trabalho e de infraestrutura ruins, por exemplo, a direção da empresa ataca novamente e lança, em um período de menos de um ano, a terceira onda do Termo de Verificação de Ambiência (TVA).
O TVA, que consiste em um questionário com mais de 100 perguntas com o objetivo de repassar informações ao banco sobre a situação da agência, é de “responsabilidade” dos tesoureiros, como se eles não tivessem atribuições mais do que suficientes para sobrecarregar o seu dia a dia.
A “tarefa” consiste, além de levantar dados por meio do questionário, em inspecionar todas as áreas da agência (internas e externas) e em fazer registros fotográficos dos locais, que comprovem suas observações.
Mais um compromisso não cumprido - em rodada de negociação permanente com representantes dos empregados, em maio de 2012, a direção da Caixa, diante das denúncias de más condições de trabalho, comprometeu-se a rever a situação dos tesoureiros, inclusive em relação à incumbência do TVA.
Contudo, está claro que, mais uma vez, o banco não honra sua palavra e não leva a sério o canal de debate com os empregados. Nada foi feito desde então.
Nossa luta - de 2011 para cá, as entidades representativas dos empregados têm intensificado as ações em busca de mehores condições de trabalho dos tesoureiros. Em novembro daquele ano, a APCEF promoveu um encontro estadual dos tesoureiros, na capital, e, posteriormente, o dia do preto e o encaminhamento de e-mails à Ouvidoria da Caixa.
Em setembro do ano passado, outra reunião foi realizada com os tesoureiros, antes do início da campanha salarial, com o objetivo de debater os problemas enfrentados pelos empregados e, também, de definir os pontos a serem discutidos em mesa de negociação com a Caixa. Mais uma vez, avanço algum aconteceu.
“Para agravar a situação dos tesoureiros, todo este descaso acontece em meio a fortes boatos de reestruturação do banco, que dão conta que as retaguardas das agências passarão pela terceira mudança em três anos”, comentou o diretor da APCEF Leonardo Quadros. “Até o momento, após diversos questionamentos feitos à direção da Caixa, nada de oficial foi divulgado, seguindo o que parece ser a política de gestão do banco, ou seja, nada de transparência, nada de clareza e muito desrespeito com os empregados e com a sua representação”, completou o dirigente da Associação.
Para Leonardo Quadros, os empregados não devem esmorecer diante das dificuldades impostas pela direção da Caixa. “Nossos direitos sempre foram conquistados com muita luta e determinação por parte dos trabalhadores. Por isso, a intransigência e o descaso do banco são barreiras que devemos transpor na busca por melhores condições de trabalho, por meio de nossa organização e mobilização”, concluiu.
O TVA, que consiste em um questionário com mais de 100 perguntas com o objetivo de repassar informações ao banco sobre a situação da agência, é de “responsabilidade” dos tesoureiros, como se eles não tivessem atribuições mais do que suficientes para sobrecarregar o seu dia a dia.
A “tarefa” consiste, além de levantar dados por meio do questionário, em inspecionar todas as áreas da agência (internas e externas) e em fazer registros fotográficos dos locais, que comprovem suas observações.
Mais um compromisso não cumprido - em rodada de negociação permanente com representantes dos empregados, em maio de 2012, a direção da Caixa, diante das denúncias de más condições de trabalho, comprometeu-se a rever a situação dos tesoureiros, inclusive em relação à incumbência do TVA.
Contudo, está claro que, mais uma vez, o banco não honra sua palavra e não leva a sério o canal de debate com os empregados. Nada foi feito desde então.
Nossa luta - de 2011 para cá, as entidades representativas dos empregados têm intensificado as ações em busca de mehores condições de trabalho dos tesoureiros. Em novembro daquele ano, a APCEF promoveu um encontro estadual dos tesoureiros, na capital, e, posteriormente, o dia do preto e o encaminhamento de e-mails à Ouvidoria da Caixa.
Em setembro do ano passado, outra reunião foi realizada com os tesoureiros, antes do início da campanha salarial, com o objetivo de debater os problemas enfrentados pelos empregados e, também, de definir os pontos a serem discutidos em mesa de negociação com a Caixa. Mais uma vez, avanço algum aconteceu.
“Para agravar a situação dos tesoureiros, todo este descaso acontece em meio a fortes boatos de reestruturação do banco, que dão conta que as retaguardas das agências passarão pela terceira mudança em três anos”, comentou o diretor da APCEF Leonardo Quadros. “Até o momento, após diversos questionamentos feitos à direção da Caixa, nada de oficial foi divulgado, seguindo o que parece ser a política de gestão do banco, ou seja, nada de transparência, nada de clareza e muito desrespeito com os empregados e com a sua representação”, completou o dirigente da Associação.
Para Leonardo Quadros, os empregados não devem esmorecer diante das dificuldades impostas pela direção da Caixa. “Nossos direitos sempre foram conquistados com muita luta e determinação por parte dos trabalhadores. Por isso, a intransigência e o descaso do banco são barreiras que devemos transpor na busca por melhores condições de trabalho, por meio de nossa organização e mobilização”, concluiu.
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