22/04/2013
Lucro do Bradesco cresce 4,5% e atinge R$ 2,919 bilhões no 1º trimestre
O Bradesco anunciou nesta segunda-feira (22) que teve lucro líquido de R$ 2,919 bilhões entre janeiro e março, crescimento de 4,5% sobre o mesmo período de 2012.
Em bases recorrentes, o lucro do segundo maior banco privado do país foi de R$ 2,943 bilhões no período, avanço anual de 3,4%.
O fator que impediu um crescimento maior do lucro do Bradesco foi a margem financeira, que ficou em R$ 10,706 bilhões. Em 12 meses, a alta foi de apenas 0,1%.
Outros itens, no entanto, colaboraram para a elevação do resultado. Em 12 meses, a carteira de crédito do banco, pelo critério do Banco Central (BC), cresceu 10,43%, para R$ 297,883 bilhões. Em relação ao quarto trimestre de 2012, a alta foi de 2,38%.
Além disso, a inadimplência acima de 90 dias ficou em 4%, com queda de 0,1 ponto percentual ante o trimestre anterior. A provisão para devedores duvidosos (PDD) ficou em R$ 21,359 bilhões, com alta de 6,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2012 e de 0,3% sobre o último trimestre.
Os ativos totais alcançaram R$ 894,467 bilhões, o que representou uma alta de 13,3% ante o primeiro trimestre de 2012. O índice de Basileia ficou em 15,6%, com crescimento de 0,6 ponto percentual na comparação com igual trimestre de 2012 e queda de 0,5 ponto percentual ante o período de outubro a dezembro.
Em bases recorrentes, o lucro do segundo maior banco privado do país foi de R$ 2,943 bilhões no período, avanço anual de 3,4%.
O fator que impediu um crescimento maior do lucro do Bradesco foi a margem financeira, que ficou em R$ 10,706 bilhões. Em 12 meses, a alta foi de apenas 0,1%.
Outros itens, no entanto, colaboraram para a elevação do resultado. Em 12 meses, a carteira de crédito do banco, pelo critério do Banco Central (BC), cresceu 10,43%, para R$ 297,883 bilhões. Em relação ao quarto trimestre de 2012, a alta foi de 2,38%.
Além disso, a inadimplência acima de 90 dias ficou em 4%, com queda de 0,1 ponto percentual ante o trimestre anterior. A provisão para devedores duvidosos (PDD) ficou em R$ 21,359 bilhões, com alta de 6,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2012 e de 0,3% sobre o último trimestre.
Os ativos totais alcançaram R$ 894,467 bilhões, o que representou uma alta de 13,3% ante o primeiro trimestre de 2012. O índice de Basileia ficou em 15,6%, com crescimento de 0,6 ponto percentual na comparação com igual trimestre de 2012 e queda de 0,5 ponto percentual ante o período de outubro a dezembro.
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