21/09/2026
Venda casada é ilegal! Não aceite pressão e denuncie!
Casos de bancários do Santander demitidos por justa causa sob a alegação de prática de venda casada vêm sendo acompanhados pelo Sindicato dos Bancários. A conduta é expressamente proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. Os trabalhadores, no entanto, relatam que determinadas operações foram realizadas em um contexto de forte pressão por metas e, em alguns casos, sob orientação ou cobrança de gestores.
A situação faz parte do cotidiano de muitos bancários: a cobrança por resultados comerciais leva trabalhadores a oferecer cartões, seguros, títulos de capitalização, previdência e outros produtos para alcançar as metas estabelecidas pelo banco. Do outro lado, consumidores são submetidos a uma oferta excessiva de produtos e serviços que não correspondem às suas necessidades ou ao seu perfil.
“O que acontece no Santander é uma política generalizada de pressão por metas e assédio moral, que não é assumida oficialmente pelo banco, mas faz parte da realidade enfrentada diariamente pelos trabalhadores. Essa forma de gestão acaba levando o bancário a cometer erros e, em determinadas situações, a ultrapassar as próprias regras estabelecidas pelo banco. Quando isso resulta em reclamação de cliente, o Santander tenta colocar toda a responsabilidade nas costas do trabalhador, como se a pressão e a cobrança dos gestores não tivessem qualquer relação com o ocorrido”, critica o secretário-geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
Para a entidade, não basta o banco estabelecer formalmente regras contra a venda casada e outras operações irregulares. É necessário que as chefias sejam orientadas de maneira clara e objetiva e que a política de cobrança de metas seja revista. O Sindicato defende que os bancos.
“É fundamental que o Santander assuma um compromisso efetivo com a venda responsável, sem transformar a pressão comercial em fator de risco para trabalhadores e consumidores. Isso inclui rever a forma como cobra resultados e deixar claro às suas chefias que nenhuma meta pode justificar uma prática irregular. O banco deve orientar, prevenir e fiscalizar, e não apenas responsabilizar o trabalhador quando surge uma reclamação”, reforça Trigo.
O Sindicato reforça que nenhum trabalhador deve enfrentar sozinho uma situação de pressão ou assédio. Por isso, orienta os bancários que forem cobrados ou pressionados a realizar qualquer operação irregular a procurar imediatamente a entidade. Relatar o que está acontecendo é importante para que o Sindicato possa acolher, orientar e acompanhar cada caso, ajudando a proteger o trabalhador diante de possíveis consequências da pressão por metas.
As denúncias podem ser feitas de forma totalmente sigilosa pelo Canal de Denúncias disponível no site do Sindicato ou ainda pelo WhatsApp (17) 99259-1987.
A situação faz parte do cotidiano de muitos bancários: a cobrança por resultados comerciais leva trabalhadores a oferecer cartões, seguros, títulos de capitalização, previdência e outros produtos para alcançar as metas estabelecidas pelo banco. Do outro lado, consumidores são submetidos a uma oferta excessiva de produtos e serviços que não correspondem às suas necessidades ou ao seu perfil.
“O que acontece no Santander é uma política generalizada de pressão por metas e assédio moral, que não é assumida oficialmente pelo banco, mas faz parte da realidade enfrentada diariamente pelos trabalhadores. Essa forma de gestão acaba levando o bancário a cometer erros e, em determinadas situações, a ultrapassar as próprias regras estabelecidas pelo banco. Quando isso resulta em reclamação de cliente, o Santander tenta colocar toda a responsabilidade nas costas do trabalhador, como se a pressão e a cobrança dos gestores não tivessem qualquer relação com o ocorrido”, critica o secretário-geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
Para a entidade, não basta o banco estabelecer formalmente regras contra a venda casada e outras operações irregulares. É necessário que as chefias sejam orientadas de maneira clara e objetiva e que a política de cobrança de metas seja revista. O Sindicato defende que os bancos.
“É fundamental que o Santander assuma um compromisso efetivo com a venda responsável, sem transformar a pressão comercial em fator de risco para trabalhadores e consumidores. Isso inclui rever a forma como cobra resultados e deixar claro às suas chefias que nenhuma meta pode justificar uma prática irregular. O banco deve orientar, prevenir e fiscalizar, e não apenas responsabilizar o trabalhador quando surge uma reclamação”, reforça Trigo.
O Sindicato reforça que nenhum trabalhador deve enfrentar sozinho uma situação de pressão ou assédio. Por isso, orienta os bancários que forem cobrados ou pressionados a realizar qualquer operação irregular a procurar imediatamente a entidade. Relatar o que está acontecendo é importante para que o Sindicato possa acolher, orientar e acompanhar cada caso, ajudando a proteger o trabalhador diante de possíveis consequências da pressão por metas.
As denúncias podem ser feitas de forma totalmente sigilosa pelo Canal de Denúncias disponível no site do Sindicato ou ainda pelo WhatsApp (17) 99259-1987.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Venda casada é ilegal! Não aceite pressão e denuncie!
- Negociação com Santander será retomada no dia 22
- Assembleia nesta segunda-feira (21) vai deliberar sobre nova proposta da Caixa para renovação do ACT
- Bradesco antecipa pagamento da 13ª cesta alimentação para 28 de outubro
- Proposta da Caixa avança em pontos centrais e preserva direitos; entenda o que será votado nesta segunda (21)
- BC corta Selic pela quinta vez seguida em meio a inflação controlada e redução do déficit primário
- Fim da escala 6x1: saiba o que já foi aprovado e o que falta para virar realidade
- Caixa traz proposta com avanços. Veja os principais pontos
- Bancários do Bradesco aprovam acordos de PPR e PRB
- Caixa: Após cobrança da Contraf-CUT e em meio à greve, negociações serão retomadas nesta quarta (16)
- Após cobrança da Contraf-CUT e mobilização dos empregados, Caixa marca mesa de negociação para quarta-feira (16)
- Santander paga antecipação da PLR 2026 até 30 de setembro
- Bradesco antecipa pagamento da PLR para sexta-feira (18)
- Caixa reabre negociação com entidades e suspende medidas sobre direitos
- Nota de Pesar: Morre Artur Henrique da Silva, referência do movimento sindical brasileiro