03/06/2026
Alterações no SuperCaixa não atendem às reivindicações dos empregados
Após meses de mobilização dos empregados e atuação das entidades representativas cobrando mudanças no SuperCaixa, a Caixa Econômica Federal apresentou alterações no regulamento do programa. No entanto, para a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e para o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, as medidas anunciadas não atendem ao principal pleito defendido pela campanha Vendeu. Recebeu: garantir que quem contribui para os resultados da empresa seja efetivamente reconhecido e remunerado por isso.
A Fenae e o Sindicato reconhecem que a apresentação de ajustes ocorre após inúmeras manifestações, cobranças e espaços de diálogo realizados ao longo dos últimos meses. Porém, o conteúdo divulgado demonstra que as reivindicações centrais dos empregados não foram incorporadas às regras do programa.
Desde o ano passado, o SuperCaixa tem sido alvo de críticas de empregadas e empregados em todo o país. Diante da insatisfação, a Fenae lançou a campanha “Vendeu. Recebeu”, que reuniu quase 10 mil assinaturas em um abaixo-assinado nacional cobrando a reformulação do modelo de remuneração variável.
Entre os principais problemas apontados estão a falta de transparência nos critérios, a instabilidade causada por constantes mudanças nas regras, a dificuldade de acompanhamento dos resultados durante o ciclo e a possibilidade de empregados que contribuem diretamente para o desempenho das unidades permanecerem excluídos do recebimento.
Outro ponto criticado pela entidade é a divulgação do novo regulamento faltando apenas 19 dias úteis para o encerramento do semestre. Para a Fenae e o Sindicato, a medida reforça a falta de previsibilidade e tempestividade que tem marcado a condução do programa desde sua criação.
“O que percebemos neste primeiro momento é que, apesar das alterações apresentadas, o SuperCaixa continua sendo um programa excludente, complexo e pouco transparente, que pode deixar de fora muitos colegas que contribuem para os resultados das unidades. O regulamento não reconhece adequadamente os esforços dos empregados e, muito menos, atende ao principal pleito da campanha Vendeu. Recebeu”, critica Sergio Takemoto, presidente da Fenae.
Durante a apresentação das mudanças, a Caixa afirmou que simplificou regras e promoveu avanços após diálogo com as representações dos trabalhadores. Entretanto, para as entidades, as alterações não refletem as demandas apresentadas pela categoria.
Para o diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto, o momento escolhido para divulgar as mudanças evidencia um dos problemas apontados desde o início pelas entidades.
“É extremamente preocupante que uma medida dessa relevância seja anunciada quando restam apenas 19 dias úteis para o fechamento do ciclo. A situação evidencia exatamente aquilo que vimos denunciando desde o ano passado: a falta de agilidade da Caixa para tratar demandas legítimas dos empregados e a insuficiência do debate com suas representações sindicais. As mudanças anunciadas têm alcance limitado e não atendem às expectativas dos trabalhadores. Apesar de apresentarem flexibilizações em comparação às regras anteriores, mantêm exigências desproporcionais, critérios pouco transparentes e brechas que podem resultar na exclusão de colegas que foram fundamentais para a construção dos resultados da empresa”, afirmou Tony.
A Fenae e o Sindicato reforçam que continuará mobilizada em defesa de um modelo de remuneração mais justo, transparente e inclusivo. A campanha Vendeu. Recebeu segue defendendo um princípio simples: quem gera resultado deve ser reconhecido.
A Fenae e o Sindicato reconhecem que a apresentação de ajustes ocorre após inúmeras manifestações, cobranças e espaços de diálogo realizados ao longo dos últimos meses. Porém, o conteúdo divulgado demonstra que as reivindicações centrais dos empregados não foram incorporadas às regras do programa.
Desde o ano passado, o SuperCaixa tem sido alvo de críticas de empregadas e empregados em todo o país. Diante da insatisfação, a Fenae lançou a campanha “Vendeu. Recebeu”, que reuniu quase 10 mil assinaturas em um abaixo-assinado nacional cobrando a reformulação do modelo de remuneração variável.
Entre os principais problemas apontados estão a falta de transparência nos critérios, a instabilidade causada por constantes mudanças nas regras, a dificuldade de acompanhamento dos resultados durante o ciclo e a possibilidade de empregados que contribuem diretamente para o desempenho das unidades permanecerem excluídos do recebimento.
Outro ponto criticado pela entidade é a divulgação do novo regulamento faltando apenas 19 dias úteis para o encerramento do semestre. Para a Fenae e o Sindicato, a medida reforça a falta de previsibilidade e tempestividade que tem marcado a condução do programa desde sua criação.
“O que percebemos neste primeiro momento é que, apesar das alterações apresentadas, o SuperCaixa continua sendo um programa excludente, complexo e pouco transparente, que pode deixar de fora muitos colegas que contribuem para os resultados das unidades. O regulamento não reconhece adequadamente os esforços dos empregados e, muito menos, atende ao principal pleito da campanha Vendeu. Recebeu”, critica Sergio Takemoto, presidente da Fenae.
Durante a apresentação das mudanças, a Caixa afirmou que simplificou regras e promoveu avanços após diálogo com as representações dos trabalhadores. Entretanto, para as entidades, as alterações não refletem as demandas apresentadas pela categoria.
Para o diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto, o momento escolhido para divulgar as mudanças evidencia um dos problemas apontados desde o início pelas entidades.
“É extremamente preocupante que uma medida dessa relevância seja anunciada quando restam apenas 19 dias úteis para o fechamento do ciclo. A situação evidencia exatamente aquilo que vimos denunciando desde o ano passado: a falta de agilidade da Caixa para tratar demandas legítimas dos empregados e a insuficiência do debate com suas representações sindicais. As mudanças anunciadas têm alcance limitado e não atendem às expectativas dos trabalhadores. Apesar de apresentarem flexibilizações em comparação às regras anteriores, mantêm exigências desproporcionais, critérios pouco transparentes e brechas que podem resultar na exclusão de colegas que foram fundamentais para a construção dos resultados da empresa”, afirmou Tony.
A Fenae e o Sindicato reforçam que continuará mobilizada em defesa de um modelo de remuneração mais justo, transparente e inclusivo. A campanha Vendeu. Recebeu segue defendendo um princípio simples: quem gera resultado deve ser reconhecido.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria