09/04/2026
Representação dos empregados cobra diálogo e mudanças no Super Caixa em reunião com Vice-Presidência de Pessoas
Representado pelo presidente da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa), Sergio Takemoto, o movimento sindical se reuniu, nesta quinta-feira (9), com a vice-presidente interina de Pessoas da Caixa, Adriane Velloso Ferreira, para tratar do programa Super Caixa. O encontro ocorreu a pedido da Federação, por meio de ofício enviado à Vice-Presidência de Pessoas (Vipes), diante das diversas reclamações apresentadas por empregados em todo o país.
Além de Takemoto, participaram da reunião o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Felipe Pacheco, a representante eleita dos empregados no Conselho de Administração da Caixa (CA Caixa), Fabiana Uehara, e Joana Lustosa, da Apcef/AP, representando as Apcefs.
Durante a reunião, as entidades reforçaram a necessidade de valorização da mesa de negociação e criticaram a forma como o programa Super Caixa vem sendo executado. Felipe Pacheco destacou que a cobrança por negociação sobre o programa não é recente e que a falta de respostas tem gerado insegurança entre os empregados. “Esse é um tema que vem sendo tratado desde o ano passado. A gente precisa valorizar a mesa de negociação e trazer a discussão da remuneração variável, para construir um modelo com mais segurança para os empregados e que garanta o pagamento pelo trabalho realizado”, afirmou.
A representante eleita no Conselho de Administração, Fabiana Uehara, reforçou a importância do diálogo institucional e alertou para os impactos do programa para os trabalhadores. “Mesmo que a Caixa diga que 93% das unidades receberam, existe um grupo de empregados que trabalhou e não foi remunerado. É fundamental que o programa seja de engajamento, e não de esquecimento. Por isso, reforçamos a necessidade de negociação com as entidades, que são quem levam as demandas da base”, disse.
Joana Lustosa, representante das Apcefs, foi direta ao resumir a principal reivindicação dos empregados. “O que a gente defende é simples: vendeu, recebeu. Não podemos esquecer os colegas que estão sendo penalizados. Também defendemos que o regulamento de 2026 seja construído com a participação dos representantes dos empregados”.
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, também enfatizou a importância do diálogo e da transparência. Segundo ele, a ausência de debate sobre as mudanças no Super Caixa contribuiu para o cenário de insatisfação. “Faltou comunicação e diálogo com os empregados, que são os maiores prejudicados com as mudanças que não foram previamente anunciadas. Isso poderia ter evitado muitos dos problemas e da insatisfação que estamos vendo agora”, avaliou.
Takemoto também criticou a lógica do programa, que, segundo ele, tenta estimular o coletivo, mas acaba penalizando indivíduos e, por consequência, toda a unidade. Além disso, os representantes dos empregados relataram casos de agências que cumpriram metas durante quase todo o período, mas foram penalizadas por ocorrências pontuais no final do ciclo.
Entre os principais pontos apresentados pelas entidades estão a insegurança causada por mudanças frequentes nas regras, a falta de clareza nos critérios de pagamento e a ausência de canais efetivos para acompanhamento e contestação ao longo do ciclo do programa. Outro ponto levantado foi a dificuldade de acesso a informações e sistemas, o que impede que os trabalhadores acompanhem seu desempenho e a expectativa de remuneração ao longo do período.
As entidades alertaram ainda que a falta de respostas às demandas apresentadas pode levar à intensificação das mobilizações. “Quando a gente traz a demanda para a mesa e não tem retorno, o movimento sindical é empurrado para outras formas de atuação, como mobilização, paralisação e até judicialização”, ressaltou Felipe Pacheco da CEE/Caixa.
Por sua vez, a vice-presidente interina de Pessoas reconheceu a complexidade do programa Super Caixa e a necessidade de aprimoramentos, destacando a importância de manter o diálogo com as entidades. Adriane Velloso afirmou que a Caixa está analisando os casos apresentados e que pretende dar respostas mais estruturadas às demandas.
Assista ao vídeo de cobertura da reunião:
Além de Takemoto, participaram da reunião o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Felipe Pacheco, a representante eleita dos empregados no Conselho de Administração da Caixa (CA Caixa), Fabiana Uehara, e Joana Lustosa, da Apcef/AP, representando as Apcefs.
Durante a reunião, as entidades reforçaram a necessidade de valorização da mesa de negociação e criticaram a forma como o programa Super Caixa vem sendo executado. Felipe Pacheco destacou que a cobrança por negociação sobre o programa não é recente e que a falta de respostas tem gerado insegurança entre os empregados. “Esse é um tema que vem sendo tratado desde o ano passado. A gente precisa valorizar a mesa de negociação e trazer a discussão da remuneração variável, para construir um modelo com mais segurança para os empregados e que garanta o pagamento pelo trabalho realizado”, afirmou.
A representante eleita no Conselho de Administração, Fabiana Uehara, reforçou a importância do diálogo institucional e alertou para os impactos do programa para os trabalhadores. “Mesmo que a Caixa diga que 93% das unidades receberam, existe um grupo de empregados que trabalhou e não foi remunerado. É fundamental que o programa seja de engajamento, e não de esquecimento. Por isso, reforçamos a necessidade de negociação com as entidades, que são quem levam as demandas da base”, disse.
Joana Lustosa, representante das Apcefs, foi direta ao resumir a principal reivindicação dos empregados. “O que a gente defende é simples: vendeu, recebeu. Não podemos esquecer os colegas que estão sendo penalizados. Também defendemos que o regulamento de 2026 seja construído com a participação dos representantes dos empregados”.
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, também enfatizou a importância do diálogo e da transparência. Segundo ele, a ausência de debate sobre as mudanças no Super Caixa contribuiu para o cenário de insatisfação. “Faltou comunicação e diálogo com os empregados, que são os maiores prejudicados com as mudanças que não foram previamente anunciadas. Isso poderia ter evitado muitos dos problemas e da insatisfação que estamos vendo agora”, avaliou.
Takemoto também criticou a lógica do programa, que, segundo ele, tenta estimular o coletivo, mas acaba penalizando indivíduos e, por consequência, toda a unidade. Além disso, os representantes dos empregados relataram casos de agências que cumpriram metas durante quase todo o período, mas foram penalizadas por ocorrências pontuais no final do ciclo.
Entre os principais pontos apresentados pelas entidades estão a insegurança causada por mudanças frequentes nas regras, a falta de clareza nos critérios de pagamento e a ausência de canais efetivos para acompanhamento e contestação ao longo do ciclo do programa. Outro ponto levantado foi a dificuldade de acesso a informações e sistemas, o que impede que os trabalhadores acompanhem seu desempenho e a expectativa de remuneração ao longo do período.
As entidades alertaram ainda que a falta de respostas às demandas apresentadas pode levar à intensificação das mobilizações. “Quando a gente traz a demanda para a mesa e não tem retorno, o movimento sindical é empurrado para outras formas de atuação, como mobilização, paralisação e até judicialização”, ressaltou Felipe Pacheco da CEE/Caixa.
Por sua vez, a vice-presidente interina de Pessoas reconheceu a complexidade do programa Super Caixa e a necessidade de aprimoramentos, destacando a importância de manter o diálogo com as entidades. Adriane Velloso afirmou que a Caixa está analisando os casos apresentados e que pretende dar respostas mais estruturadas às demandas.
Assista ao vídeo de cobertura da reunião:
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