25/11/2025
Sindicato participa de reunião do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa para debater problemas no atendimento bancário
Na manhã desta terça-feira (25), o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, representado pelo secretário-geral Júlio César Trigo e pelo diretor Sérgio Luís C. Ribeiro (Chimbica), participou da reunião do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, a convite do órgão, para tratar das dificuldades enfrentadas pelas pessoas idosas e aposentados nos serviços bancários da cidade.
O Conselho tem recebido, de forma crescente, relatos de pessoas idosas a respeito de longas filas nas agências, atendimento precarizado, falta de funcionários, dificuldades de orientação no uso de canais digitais e, ainda, práticas abusivas como venda casada de produtos e insistência na contratação de serviços financeiros desnecessários. O Sindicato, como entidade cidadã comprometida com a defesa dos direitos coletivos, participou do encontro com o objetivo de colaborar com soluções e apresentar dados que contextualizam a raiz desses problemas.
Durante a reunião, os dirigentes apresentaram dados recentes do CAGED referentes ao emprego bancário. A pesquisa revela que, entre o terceiro trimestre de 2024 e o terceiro trimestre de 2025, os principais bancos privados do país extinguiram 9.099 postos de trabalho, ao mesmo tempo em que fecharam 1.168 agências no mesmo período.
Esse enxugamento permanente da estrutura bancária tem impacto direto na vida da população, especialmente da população idosa, e também na saúde e nas condições de trabalho dos bancários e bancárias. A redução de pessoal e de unidades físicas sobrecarrega os trabalhadores remanescentes, gera ambientes de trabalho adoecedores, impõe metas cada vez mais abusivas e pressiona pela prática indevida da venda casada para alimentar os lucros bilionários dos bancos.
“O resultado desse modelo de gestão é sentido diariamente pela população, com atrasos no atendimento, falta de tempo para orientações adequadas, dificuldades no auxílio a pessoas com limitações motoras, visuais ou cognitivas e, muitas vezes, ausência de funcionários suficientes para atender a grande demanda presencial”, explicou o secretário geral, Júlio Trigo.
“O bancário que está no atendimento também é vítima desse sistema. Os trabalhadores se desdobram, acumulam funções e sofrem pressão permanente, mas as queixas acabam recaindo sobre eles. É fundamental que a sociedade compreenda que a precarização do atendimento decorre da política dos bancos, que fecham agências, demitem funcionários e priorizam somente o lucro”, completou o dirigente.
O Conselho tem recebido, de forma crescente, relatos de pessoas idosas a respeito de longas filas nas agências, atendimento precarizado, falta de funcionários, dificuldades de orientação no uso de canais digitais e, ainda, práticas abusivas como venda casada de produtos e insistência na contratação de serviços financeiros desnecessários. O Sindicato, como entidade cidadã comprometida com a defesa dos direitos coletivos, participou do encontro com o objetivo de colaborar com soluções e apresentar dados que contextualizam a raiz desses problemas.
Durante a reunião, os dirigentes apresentaram dados recentes do CAGED referentes ao emprego bancário. A pesquisa revela que, entre o terceiro trimestre de 2024 e o terceiro trimestre de 2025, os principais bancos privados do país extinguiram 9.099 postos de trabalho, ao mesmo tempo em que fecharam 1.168 agências no mesmo período.
Esse enxugamento permanente da estrutura bancária tem impacto direto na vida da população, especialmente da população idosa, e também na saúde e nas condições de trabalho dos bancários e bancárias. A redução de pessoal e de unidades físicas sobrecarrega os trabalhadores remanescentes, gera ambientes de trabalho adoecedores, impõe metas cada vez mais abusivas e pressiona pela prática indevida da venda casada para alimentar os lucros bilionários dos bancos.
“O resultado desse modelo de gestão é sentido diariamente pela população, com atrasos no atendimento, falta de tempo para orientações adequadas, dificuldades no auxílio a pessoas com limitações motoras, visuais ou cognitivas e, muitas vezes, ausência de funcionários suficientes para atender a grande demanda presencial”, explicou o secretário geral, Júlio Trigo.
“O bancário que está no atendimento também é vítima desse sistema. Os trabalhadores se desdobram, acumulam funções e sofrem pressão permanente, mas as queixas acabam recaindo sobre eles. É fundamental que a sociedade compreenda que a precarização do atendimento decorre da política dos bancos, que fecham agências, demitem funcionários e priorizam somente o lucro”, completou o dirigente.

É válido destacar que as pessoas idosas têm direitos garantidos pelo Estatuto da Pessoa Idosa (Lei 10.741/2003), que assegura atendimento preferencial, humanizado e adequado às suas necessidades, o que inclui o direito a serviços essenciais com respeito, tempo de atendimento razoável, acessibilidade e proteção contra práticas abusivas no consumo de serviços financeiros.
> Para acessar o documento oficial, clique aqui:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm
Ficou definido, ao final do encontro, que o Sindicato se reunirá novamente com o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, representantes da OAB e das instituições financeiras no mês de fevereiro, para aprofundar o debate e buscar soluções conjuntas para os problemas relatados.
“Combater a precarização do atendimento, denunciar a política de cortes e fechamento de agências e exigir condições dignas para quem atende e para quem precisa ser atendido é parte essencial da nossa missão enquanto entidade cidadã. Seguiremos presentes, fiscalizando, dialogando e cobrando dos bancos e do poder público soluções efetivas que garantam respeito, inclusão, cidadania e condições adequadas de atendimento a todas e todos”, concluiu Trigo.
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