05/05/2025
Prorrogadas mudanças do programa Teia, da Caixa, para 30 de maio
A Caixa informou à Contraf-CUT, na última sexta-feira (2), que vai prorrogar para o dia 30 de maio a definição sobre a implementação de mudanças no programa Transformação, Engajamento, Inovação e Aprendizado (Teia), criado para conduzir a Caixa à transformação digital.
A decisão veio após intervenção da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários - e representa também os Sindicatos - nas negociações com o banco.
Leia também:
> Projeto Teia: Suspenso prazo de implementação das mudanças
“A primeira coisa que precisamos deixar claro, é que, apesar de termos algumas críticas, acreditamos na necessidade do programa. Quando a Caixa o implementou, não falou com a gente. Agora, queria fazer mudanças, novamente sem falar conosco. E temos diversas sugestões a apresentar, que nos são trazidas por quem está no dia a dia dos trabalhos deste projeto”, disse o diretor da Contraf-CUT e membro da CEE/Caixa, Rafael de Castro. “Por isso, insistimos na necessidade de a gente fazer parte deste processo de discussão prévia à implementação das mudanças”, completou.
"Colocamo-nos integralmente à disposição e reiteramos nossa expectativa de que a direção do banco veja o diálogo como um caminho necessário e responsável, pois há ainda uma série de dúvidas relevantes quanto ao futuro da Caixa, à valorização dos seus trabalhadores e às direções que vêm sendo definidas – muitas vezes, sem a participação de quem conhece de perto o cotidiano do banco", acrescentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
O banco já havia se comprometido a adiar o início da implementação do programa, sem, no entanto, informar até quando. Agora a definição é que estará prorrogado até, pelo menos, 30 de maio.
Os vice-presidentes de Varejo e de Pessoas da Caixa, Adriano Assis Matias e Francisco Egidio Pelúcio Martins, respectivamente, também haviam assumido que não haverá retaliações com quem optar por voltar para as unidades de origem.
A representação dos empregados cobrou que não apenas os gestores, mas o banco também se comprometesse com a não retaliação. “É importante que os gestores tenham assumido esse compromisso, mas amanhã eles podem não estar mais no banco. É preciso que a Caixa assuma de forma clara essa decisão”, cobrou o coordenador da CEE na reunião realizada com os dirigentes da Caixa.
Transparência
O diretor da Contraf-CUT ressaltou, ainda, a importância de o banco informar com transparência e clareza os objetivos e o andamento do programa para todo o banco.
“Todos precisam enxergar o que é esse programa, o que as pessoas que foram destacadas para cumprir as tarefas realizam, em que pé estão os processos e os projetos. Isso vai ajudar que todos tenham a clareza da real necessidade e vai impedir, inclusive, de aqueles que voltarem para suas unidades sejam retaliados por quem teve que assumir as tarefas de quem ficou esse tempo destacado”, cobrou o dirigente.
A decisão veio após intervenção da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários - e representa também os Sindicatos - nas negociações com o banco.
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“A primeira coisa que precisamos deixar claro, é que, apesar de termos algumas críticas, acreditamos na necessidade do programa. Quando a Caixa o implementou, não falou com a gente. Agora, queria fazer mudanças, novamente sem falar conosco. E temos diversas sugestões a apresentar, que nos são trazidas por quem está no dia a dia dos trabalhos deste projeto”, disse o diretor da Contraf-CUT e membro da CEE/Caixa, Rafael de Castro. “Por isso, insistimos na necessidade de a gente fazer parte deste processo de discussão prévia à implementação das mudanças”, completou.
"Colocamo-nos integralmente à disposição e reiteramos nossa expectativa de que a direção do banco veja o diálogo como um caminho necessário e responsável, pois há ainda uma série de dúvidas relevantes quanto ao futuro da Caixa, à valorização dos seus trabalhadores e às direções que vêm sendo definidas – muitas vezes, sem a participação de quem conhece de perto o cotidiano do banco", acrescentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
O banco já havia se comprometido a adiar o início da implementação do programa, sem, no entanto, informar até quando. Agora a definição é que estará prorrogado até, pelo menos, 30 de maio.
Os vice-presidentes de Varejo e de Pessoas da Caixa, Adriano Assis Matias e Francisco Egidio Pelúcio Martins, respectivamente, também haviam assumido que não haverá retaliações com quem optar por voltar para as unidades de origem.
A representação dos empregados cobrou que não apenas os gestores, mas o banco também se comprometesse com a não retaliação. “É importante que os gestores tenham assumido esse compromisso, mas amanhã eles podem não estar mais no banco. É preciso que a Caixa assuma de forma clara essa decisão”, cobrou o coordenador da CEE na reunião realizada com os dirigentes da Caixa.
Transparência
O diretor da Contraf-CUT ressaltou, ainda, a importância de o banco informar com transparência e clareza os objetivos e o andamento do programa para todo o banco.
“Todos precisam enxergar o que é esse programa, o que as pessoas que foram destacadas para cumprir as tarefas realizam, em que pé estão os processos e os projetos. Isso vai ajudar que todos tenham a clareza da real necessidade e vai impedir, inclusive, de aqueles que voltarem para suas unidades sejam retaliados por quem teve que assumir as tarefas de quem ficou esse tempo destacado”, cobrou o dirigente.
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