18/06/2024
Com abertura de agências do Mercantil, movimento sindical cobra valorização dos trabalhadores
O Banco Mercantil inaugura, nesta semana, seis agências físicas no Nordeste e uma na região Norte. Em julho, serão abertas mais quatro unidades.
Para o coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados do Mercantil (COEBMB), Vanderci Antônio da Silva, é uma boa notícia, mas não significa que funcionárias e funcionários estão sendo devidamente valorizados no banco. "Há muito tempo, o movimento sindical questiona o Mercantil sobre o fechamento de agências em todo o país e o banco parece, finalmente, ter ouvido nossas reivindicações. Desde 2008, o Mercantil passa por um processo de reestruturação que resultou no fechamento de muitas unidades, algo que sempre protestamos contra e que prejudicou a vida de trabalhadores e clientes."
O Banco registrou lucro recorde de R$ 165 milhões, no primeiro trimestre de 2024, aumento de 142% em 12 meses. "Agora, isto tem que se refletir em valorização", afirmou Silva.
Entre outros problemas, trabalhadoras e trabalhadores do Mercantil sofrem com a pressão pelo cumprimento de metas, com a alta rotatividade e o medo das demissões, além da retirada de vigilantes em postos de atendimento (PAAs), trazendo insegurança para funcionários e usuários dos serviços do Banco.
"Esperamos que a abertura de novas agências represente uma mudança de perspectiva no Mercantil e que ele siga um caminho diferente dos bancos digitais. Com mais unidades, mais emprego e mais valorização dos trabalhadores, respeitando nossos direitos conquistados e oferecendo condições dignas de trabalho para todas e todos", cobrou Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e dirigente sindical.
Para o coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados do Mercantil (COEBMB), Vanderci Antônio da Silva, é uma boa notícia, mas não significa que funcionárias e funcionários estão sendo devidamente valorizados no banco. "Há muito tempo, o movimento sindical questiona o Mercantil sobre o fechamento de agências em todo o país e o banco parece, finalmente, ter ouvido nossas reivindicações. Desde 2008, o Mercantil passa por um processo de reestruturação que resultou no fechamento de muitas unidades, algo que sempre protestamos contra e que prejudicou a vida de trabalhadores e clientes."
O Banco registrou lucro recorde de R$ 165 milhões, no primeiro trimestre de 2024, aumento de 142% em 12 meses. "Agora, isto tem que se refletir em valorização", afirmou Silva.
Entre outros problemas, trabalhadoras e trabalhadores do Mercantil sofrem com a pressão pelo cumprimento de metas, com a alta rotatividade e o medo das demissões, além da retirada de vigilantes em postos de atendimento (PAAs), trazendo insegurança para funcionários e usuários dos serviços do Banco.
"Esperamos que a abertura de novas agências represente uma mudança de perspectiva no Mercantil e que ele siga um caminho diferente dos bancos digitais. Com mais unidades, mais emprego e mais valorização dos trabalhadores, respeitando nossos direitos conquistados e oferecendo condições dignas de trabalho para todas e todos", cobrou Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e dirigente sindical.
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