28/06/2023
28 de junho: Orgulho LGBTQIAP+ é sinônimo de luta!
Nesta quarta-feira, 28 de junho, o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ é marcado por celebrações. Mas, a data é também uma ocasião para a reafirmação da luta e de reflexão sobre os direitos entre as pessoas em qualquer situação, o respeito à diversidade e o combate a toda forma de discriminação.
A LGBTfobia, também referida como homofobia, é a discriminação, aversão, ódio ou ato de agressão, pela crença preconceituosa de inferioridade das pessoas LGBTQIAP+ em relação à chamada heteronormatividade, ou a forma de pensar que marginaliza os relacionamentos afetivos que não sejam heterossexuais.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, enquanto entidade cidadã, tem na diversidade e na igualdade de oportunidades dois dos seus principais pilares de atuação. Roberto Vicentim, presidente da entidade, ressalta que a população LGBTQIA+ precisa ter consciência de que faz parte da classe trabalhadora, tem que ter orgulho de ser trabalhador que ajuda a construir as riquezas desse país. Por isso, a atuação sindical na defesa dos direitos para esta população tem se intensificado por meio de negociações, incluindo pautas de combate à discriminação, contra a violência e por igualdade de oportunidades e salários.
Desde 2009, três anos antes do STF dar parecer favorável a união estável entre casais homoafetivos, a categoria bancária já contava com uma cláusula na sua Convenção Coletiva de Trabalho que garante direitos iguais para o parceiro homoafetivo. Também é garantido, tanto no Sindicato como nos bancos, o uso do nome social por bancários e bancárias transexuais.
"Para nós do movimento sindical bancário, a data amplia a voz da luta pela igualdade de direitos e pelo respeito às diferenças quanto à orientação sexual e à identidade de gênero. Por isso, endossamos, nesta data, nosso combate permanente à violência homofóbica e à discriminação e reforçamos todo nosso apoio para a construção de uma sociedade em que todos tenham seus direitos humanos garantidos e possam ter orgulho de ser quem são, sem medo de repressão", destaca Vicentim.
"O bancário e a bancária LGBT não estão sozinhos, juntos somos mais fortes! Em qualquer ato de desrespeito no ambiente de trabalho, o bancário deve entrar em contato com o Sindicato ou com o dirigente sindical e denunciar. É importante não ficar invisível, não se esconder, não fazer de conta que não é com ele. Não podemos mais aceitar posturas preconceituosas e desumanas", orienta o dirigente.
É crime
A LGBTfobia foi responsável por 273 mortes no Brasil em 2022, segundo Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+, pesquisa preparada anualmente pelo Observatório de Mortes e Violências LGBTI+. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 óbitos por outras causas.
As entidades ligadas à comunidade LGBTQIAP+ orientam todos a denunciar qualquer crime por discriminação ou agressão contra vulneráveis. Um dos caminhos é o disque 100, do Governo Federal.
Várias organizações também possuem canais de atendimento e orientação a vítimas de toda forma de violência, como o Grupo Gay da Bahia, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).
Mapa da cidadania
A ABGLT mantém o Mapa da Cidadania, com um conjunto de orientações e informações sobre serviços, ferramentas jurídicas e órgãos de apoio à diversidade sexual e de gênero em todo Brasil. O mapa é organizado, objetivo e fácil de usar: basta acessar o hiperlink deste parágrafo e clicar no nome do estado do qual quer informações.
Rebelião de Stonewall Inn
O Dia do Orgulho LGBTQIA+, em 28 de junho, nasceu num ato de resistência à repressão em 1969, no bairro Greenwich Village, de Nova York, que é marcado pela convivência pacífica de diversidades étnica e sexual. O bar Stonewall Inn, voltado à comunidade LGBTQIA+, passava por uma inspeção policial, na qual 13 pessoas foram detidas.
Quando uma mulher foi agredida e pediu socorro, pessoas que circulavam pela região juntaram-se para defendê-la. A reação popular cresceu, e os policiais tiveram que se refugiar dentro do bar, até a chegada de reforço das forças de segurança.
As manifestações contra a perseguição policial e a discriminação generalizada contra a comunidade LGBTQIAP+ mobilizaram milhares de pessoas, cresceram e seguiram na cidade por cinco dias. O episódio ficou conhecido como Rebelião de Stonewall Inn.
A LGBTfobia, também referida como homofobia, é a discriminação, aversão, ódio ou ato de agressão, pela crença preconceituosa de inferioridade das pessoas LGBTQIAP+ em relação à chamada heteronormatividade, ou a forma de pensar que marginaliza os relacionamentos afetivos que não sejam heterossexuais.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, enquanto entidade cidadã, tem na diversidade e na igualdade de oportunidades dois dos seus principais pilares de atuação. Roberto Vicentim, presidente da entidade, ressalta que a população LGBTQIA+ precisa ter consciência de que faz parte da classe trabalhadora, tem que ter orgulho de ser trabalhador que ajuda a construir as riquezas desse país. Por isso, a atuação sindical na defesa dos direitos para esta população tem se intensificado por meio de negociações, incluindo pautas de combate à discriminação, contra a violência e por igualdade de oportunidades e salários.
Desde 2009, três anos antes do STF dar parecer favorável a união estável entre casais homoafetivos, a categoria bancária já contava com uma cláusula na sua Convenção Coletiva de Trabalho que garante direitos iguais para o parceiro homoafetivo. Também é garantido, tanto no Sindicato como nos bancos, o uso do nome social por bancários e bancárias transexuais.
"Para nós do movimento sindical bancário, a data amplia a voz da luta pela igualdade de direitos e pelo respeito às diferenças quanto à orientação sexual e à identidade de gênero. Por isso, endossamos, nesta data, nosso combate permanente à violência homofóbica e à discriminação e reforçamos todo nosso apoio para a construção de uma sociedade em que todos tenham seus direitos humanos garantidos e possam ter orgulho de ser quem são, sem medo de repressão", destaca Vicentim.
"O bancário e a bancária LGBT não estão sozinhos, juntos somos mais fortes! Em qualquer ato de desrespeito no ambiente de trabalho, o bancário deve entrar em contato com o Sindicato ou com o dirigente sindical e denunciar. É importante não ficar invisível, não se esconder, não fazer de conta que não é com ele. Não podemos mais aceitar posturas preconceituosas e desumanas", orienta o dirigente.
É crime
A LGBTfobia foi responsável por 273 mortes no Brasil em 2022, segundo Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+, pesquisa preparada anualmente pelo Observatório de Mortes e Violências LGBTI+. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 óbitos por outras causas.
As entidades ligadas à comunidade LGBTQIAP+ orientam todos a denunciar qualquer crime por discriminação ou agressão contra vulneráveis. Um dos caminhos é o disque 100, do Governo Federal.
Várias organizações também possuem canais de atendimento e orientação a vítimas de toda forma de violência, como o Grupo Gay da Bahia, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).
Mapa da cidadania
A ABGLT mantém o Mapa da Cidadania, com um conjunto de orientações e informações sobre serviços, ferramentas jurídicas e órgãos de apoio à diversidade sexual e de gênero em todo Brasil. O mapa é organizado, objetivo e fácil de usar: basta acessar o hiperlink deste parágrafo e clicar no nome do estado do qual quer informações.
Rebelião de Stonewall Inn
O Dia do Orgulho LGBTQIA+, em 28 de junho, nasceu num ato de resistência à repressão em 1969, no bairro Greenwich Village, de Nova York, que é marcado pela convivência pacífica de diversidades étnica e sexual. O bar Stonewall Inn, voltado à comunidade LGBTQIA+, passava por uma inspeção policial, na qual 13 pessoas foram detidas.
Quando uma mulher foi agredida e pediu socorro, pessoas que circulavam pela região juntaram-se para defendê-la. A reação popular cresceu, e os policiais tiveram que se refugiar dentro do bar, até a chegada de reforço das forças de segurança.
As manifestações contra a perseguição policial e a discriminação generalizada contra a comunidade LGBTQIAP+ mobilizaram milhares de pessoas, cresceram e seguiram na cidade por cinco dias. O episódio ficou conhecido como Rebelião de Stonewall Inn.
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