22/06/2023
BB: funcionários exigem celeridade na resolução dos problemas nas PSOs
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), representando o Sindicato, e representantes da direção do BB se reuniram na tarde de quarta-feira (21) para mais uma rodada da mesa permanente de negociações, desta vez, sobre os trabalhadores que atuam no sistema de Plataforma de Suporte Operacional (PSO), setor que agrega os caixas e a área de tesouraria das agências.
“São diversas as demandas das funcionárias e funcionários das PSOs colocadas na mesa, como o pedido para que o banco mantenha a gratificação aos escriturários que a recebem para trabalhar como caixa”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. “Nossa maior preocupação sobre a manutenção de gratificação tem relação com a manutenção dos salários desses funcionários. Atualmente, a gratificação está mantida por força de liminar concedida pela Justiça a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O banco precisa reconhecer esse direito aos caixas”, reforçou.
O movimento sindical exigiu também a contratação de funcionários para acabar com a sobrecarga de serviços, que incluem atendimento de processos DJO (pagamento do alvará judicial). “Inclusive, pedimos ao banco que os funcionários que têm acumulado os processos do DJO tenham uma comissão específica para este serviço, que demanda especialização”, completou o representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEBB, Getúlio Maciel.
A necessidade de um plano de carreira para os trabalhadores das PSOs também foi destaque na mesa. “Sabemos que a tendência de redução da função de caixa é estrutural. Então, o banco deve dar oportunidades para que os funcionários que são caixas possam se deslocar, de forma tranquila, dentro das diversas carreiras do banco. O que não pode é continuar do jeito que está: o trabalhador tem que vender e ser caixa, ou seja, bater escanteio e ir para área cabecear”, observou o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados da Bahia e Sergipe (Feeb BA/SE) na CEBB, Fabio Ledo.
Os representantes dos trabalhadores também criticaram o fato de muitos funcionários terem que usar o celular particular para conseguir atender as demandas dos serviços. “Os funcionários estão usando o celular pessoal para prosseguir com a segunda validação necessária para acessar o sistema de trabalho. Também constatamos que colegas estão fazendo contato com clientes pelo celular pessoal. O que pedimos é que o banco melhore as ferramentas de conversa interna ou forneça celular corporativo para cada trabalhador”, pontuou a representante da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) na CEBB, Priscila Aguirres.
O banco respondeu que dará retorno sobre as questões apresentadas na primeira semana de julho. Os representantes dos trabalhadores na CEBB pediram celeridade: “A situação dos caixas das PSOs, inclusive, abre a possibilidade para o assédio moral, porque são trabalhadores sobrecarregados e submetidos a metas elevadas para dar conta da diversidade de serviços que acabaram acumulando”, ressaltou Fernanda Lopes.
"Entendemos que é preciso muito trabalho para acabar com a cultura do assédio dentro do banco e que isso leva tempo. Porém, as melhorias das condições de trabalho precisam ser implementadas imediatamente. A saúde das trabalhadoras e dos trabalhadores não pode esperar", reforçou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire ( Sadam).
O dirigente também orienta que aos bancários que forem expostos à qualquer situação que configure prática de assédio moral a procurarem pelo Sindicato, que tem um canal específico de denúncias. As denúncias, demandas e demais problemas enfrentados pelos trabalhadores nas agências também podem ser comunicados diretamente a um dos dirigentes através do telefone (17) 3522-2409 ou WhatsApp (17 99259-1987), com a segurança e sigilo garantidos.
Datas das próximas mesas permanentes temáticas:
“São diversas as demandas das funcionárias e funcionários das PSOs colocadas na mesa, como o pedido para que o banco mantenha a gratificação aos escriturários que a recebem para trabalhar como caixa”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. “Nossa maior preocupação sobre a manutenção de gratificação tem relação com a manutenção dos salários desses funcionários. Atualmente, a gratificação está mantida por força de liminar concedida pela Justiça a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O banco precisa reconhecer esse direito aos caixas”, reforçou.
O movimento sindical exigiu também a contratação de funcionários para acabar com a sobrecarga de serviços, que incluem atendimento de processos DJO (pagamento do alvará judicial). “Inclusive, pedimos ao banco que os funcionários que têm acumulado os processos do DJO tenham uma comissão específica para este serviço, que demanda especialização”, completou o representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEBB, Getúlio Maciel.
A necessidade de um plano de carreira para os trabalhadores das PSOs também foi destaque na mesa. “Sabemos que a tendência de redução da função de caixa é estrutural. Então, o banco deve dar oportunidades para que os funcionários que são caixas possam se deslocar, de forma tranquila, dentro das diversas carreiras do banco. O que não pode é continuar do jeito que está: o trabalhador tem que vender e ser caixa, ou seja, bater escanteio e ir para área cabecear”, observou o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados da Bahia e Sergipe (Feeb BA/SE) na CEBB, Fabio Ledo.
Os representantes dos trabalhadores também criticaram o fato de muitos funcionários terem que usar o celular particular para conseguir atender as demandas dos serviços. “Os funcionários estão usando o celular pessoal para prosseguir com a segunda validação necessária para acessar o sistema de trabalho. Também constatamos que colegas estão fazendo contato com clientes pelo celular pessoal. O que pedimos é que o banco melhore as ferramentas de conversa interna ou forneça celular corporativo para cada trabalhador”, pontuou a representante da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) na CEBB, Priscila Aguirres.
O banco respondeu que dará retorno sobre as questões apresentadas na primeira semana de julho. Os representantes dos trabalhadores na CEBB pediram celeridade: “A situação dos caixas das PSOs, inclusive, abre a possibilidade para o assédio moral, porque são trabalhadores sobrecarregados e submetidos a metas elevadas para dar conta da diversidade de serviços que acabaram acumulando”, ressaltou Fernanda Lopes.
"Entendemos que é preciso muito trabalho para acabar com a cultura do assédio dentro do banco e que isso leva tempo. Porém, as melhorias das condições de trabalho precisam ser implementadas imediatamente. A saúde das trabalhadoras e dos trabalhadores não pode esperar", reforçou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire ( Sadam).
O dirigente também orienta que aos bancários que forem expostos à qualquer situação que configure prática de assédio moral a procurarem pelo Sindicato, que tem um canal específico de denúncias. As denúncias, demandas e demais problemas enfrentados pelos trabalhadores nas agências também podem ser comunicados diretamente a um dos dirigentes através do telefone (17) 3522-2409 ou WhatsApp (17 99259-1987), com a segurança e sigilo garantidos.
Datas das próximas mesas permanentes temáticas:
- 12/07 – Centrais de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB);
- 20/07 – Promoção da Diversidade/Igualdade de Oportunidade;
- 11/09 – Plano de Cargos e Salários e Programa Performa;
- 28/09 – Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi).
Acompanhe todos os desdobramentos pelo site e redes sociais do Sindicato.
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