15/12/2022
Recado do novo governo ao mercado: Privatizações vão acabar no Brasil
O presidente eleito e já diplomado, Lula (PT), afirmou na última terça-feira (13) que, em seu governo, as privatizações vão acabar no Brasil. Na fala, feita durante evento de encerramento dos trabalhos realizados pelo grupo de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, Lula disse que estrangeiros são bem-vindos, mas não para comprar as estatais brasileiras.
“Vão acabar as privatizações nesse país. Já privatizaram quase tudo e vamos provar que algumas empresas públicas vão poder mostrar a sua rentabilidade”, disse Lula.
“Queremos dizer ao mundo inteiro que, quem quiser vir para cá, venha. Tem trabalho, tem as coisas para vocês fazerem, tem projeto novo para investimentos. Mas não venham aqui para comprar as nossas empresas públicas porque elas não estão à venda”, completou o presidente eleito.
A equipe de transição de Lula já havia pedido paralisação das privatizações de venda de refinarias e outros ativos da Petrobras, do Porto de Santos, da Dataprev, dos Correios e dos aeroportos de Santos Dumont e Galeão, no Rio de Janeiro.
Há um ano a Petrobras vendeu a Refinaria Landulpho Alves (Rlam), da Bahia, para o grupo Mubadala Capital, fundos dos Emirados Árabes Unidos. A agora chamada Refinaria Mataripe, que é operada pela Acelen, tem cobrado os mais altos preços de combustíveis no país e há notícias de que pode faltar gás de cozinha na região.
No processo que a direção da petroleira chama de desinvestimento, foram colocadas à venda ainda a Refinaria Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas, vendida para a Atem Distribuidora de Petróleo por cerca de 70% menos do que seu valor, segundo cálculos estimados em estudo realizado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep).
O governo também vendeu a Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará, para a Grepar Participações Ltda., por ao menos 55% do seu valor, segundo cálculos do Ineep.
A Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná, também foi vendida para a Forbes Resources Brazil (F&M Brazil).
Não foram concluídas as vendas das refinarias Alberto Pasqualini (Refap) no Rio Grande do Sul, Presidente Getúlio Vargas (Repar) no Paraná, Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, e a Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco.
“Vão acabar as privatizações nesse país. Já privatizaram quase tudo e vamos provar que algumas empresas públicas vão poder mostrar a sua rentabilidade”, disse Lula.
“Queremos dizer ao mundo inteiro que, quem quiser vir para cá, venha. Tem trabalho, tem as coisas para vocês fazerem, tem projeto novo para investimentos. Mas não venham aqui para comprar as nossas empresas públicas porque elas não estão à venda”, completou o presidente eleito.
A equipe de transição de Lula já havia pedido paralisação das privatizações de venda de refinarias e outros ativos da Petrobras, do Porto de Santos, da Dataprev, dos Correios e dos aeroportos de Santos Dumont e Galeão, no Rio de Janeiro.
Há um ano a Petrobras vendeu a Refinaria Landulpho Alves (Rlam), da Bahia, para o grupo Mubadala Capital, fundos dos Emirados Árabes Unidos. A agora chamada Refinaria Mataripe, que é operada pela Acelen, tem cobrado os mais altos preços de combustíveis no país e há notícias de que pode faltar gás de cozinha na região.
No processo que a direção da petroleira chama de desinvestimento, foram colocadas à venda ainda a Refinaria Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas, vendida para a Atem Distribuidora de Petróleo por cerca de 70% menos do que seu valor, segundo cálculos estimados em estudo realizado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep).
O governo também vendeu a Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará, para a Grepar Participações Ltda., por ao menos 55% do seu valor, segundo cálculos do Ineep.
A Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná, também foi vendida para a Forbes Resources Brazil (F&M Brazil).
Não foram concluídas as vendas das refinarias Alberto Pasqualini (Refap) no Rio Grande do Sul, Presidente Getúlio Vargas (Repar) no Paraná, Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, e a Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco.
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