21/11/2022
Santander se recusa a abonar horas não trabalhadas nos jogos do Brasil
Na contramão dos demais bancos que atuam no país, o Santander confirmou nesta segunda-feira (21) que as horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo serão compensadas.
Em reunião no comitê do banco, o Santander informou que avaliou os argumentos do movimento sindical, porém a decisão será mantida. Mesmo diante da insatisfação dos trabalhadores. “É um momento de descontração da população brasileira, e a reivindicação do abono das horas não trabalhadas é totalmente possível de ser atendida por um banco que lucra tanto aqui no país com a força de trabalho dos seus empregados”, lamenta Lucimara Malaquias, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander.
“Ao não atender o justo pedido dos trabalhadores, em um momento que deveria ser de descontração e não preocupação com compensação, o Santander comprova que só defende a flexibilidade e a modernização da jornada de trabalho quando é do interesse do banco. Esta decisão só reforça o ‘jeitinho Santander’ de explorar os trabalhadores no Brasil”, critica a coordenadora da COE.
Em reunião no comitê do banco, o Santander informou que avaliou os argumentos do movimento sindical, porém a decisão será mantida. Mesmo diante da insatisfação dos trabalhadores. “É um momento de descontração da população brasileira, e a reivindicação do abono das horas não trabalhadas é totalmente possível de ser atendida por um banco que lucra tanto aqui no país com a força de trabalho dos seus empregados”, lamenta Lucimara Malaquias, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander.
“Ao não atender o justo pedido dos trabalhadores, em um momento que deveria ser de descontração e não preocupação com compensação, o Santander comprova que só defende a flexibilidade e a modernização da jornada de trabalho quando é do interesse do banco. Esta decisão só reforça o ‘jeitinho Santander’ de explorar os trabalhadores no Brasil”, critica a coordenadora da COE.
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