03/11/2022
Salário mínimo terá ganho real já em 2023, afirma equipe do presidente eleito
O senador eleito Wellington Dias (PT-PI), indicado pelo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, para acompanhar as questões do Orçamento, disse que a previsão do novo governo é de um ganho real, acima da inflação, de 1,3% ou 1,4% no salário mínimo em 2023.
O parlamentar anunciou, em entrevista à GloboNews, que nesta quinta-feira (3/11) vai se reunir com o relator do Orçamento de 2023 no Congresso, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), para começar a alinhar um plano estratégico com ações a curto, médio e longo prazo. Também participará da agenda o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB).
A equipe terá que buscar soluções junto ao Congresso já que algumas propostas defendidas pelo presidente eleito, atualmente, não estão previstas no projeto orçamentário enviado pelo governo Jair Bolsonaro (PL).
Dias falou em questões emergenciais ao Orçamento, momento em que anunciou compromisso com o reajuste salarial já no primeiro ano do governo.
“Garantir o reajuste do salário mínimo, que já tem uma previsibilidade pela inflação, mas o compromisso, já do primeiro ano, é de implementar a regra da média do PIB (Produto Interno Bruto) dos últimos cinco anos. Como houve queda [do PIB], como houve momentos mais elevados e momentos baixos, provavelmente, vai ficar aí em um patamar de 1,3%, 1,4% de ganho real neste primeiro ano. Mas precisa constar do Orçamento”, afirmou.
A manutenção do Auxílio Brasil também entrou na ordem de prioridades. “O objetivo é garantir a continuidade do Auxílio Brasil. Então, os R$ 600 seguem em condições de pagamento, a partir de 1º de janeiro, não haverá descontinuidade, o que preciso? É uma PEC? A necessidade de constar no Orçamento? É isso que nós vamos garantir”, explicou o senador.
Outros temas como a Farmácia Popular, orçamento das universidades, recursos direcionados à merenda escolar, obras inacabadas também devem ser discutidas, conforme anunciou o senador.
O parlamentar anunciou, em entrevista à GloboNews, que nesta quinta-feira (3/11) vai se reunir com o relator do Orçamento de 2023 no Congresso, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), para começar a alinhar um plano estratégico com ações a curto, médio e longo prazo. Também participará da agenda o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB).
A equipe terá que buscar soluções junto ao Congresso já que algumas propostas defendidas pelo presidente eleito, atualmente, não estão previstas no projeto orçamentário enviado pelo governo Jair Bolsonaro (PL).
Dias falou em questões emergenciais ao Orçamento, momento em que anunciou compromisso com o reajuste salarial já no primeiro ano do governo.
“Garantir o reajuste do salário mínimo, que já tem uma previsibilidade pela inflação, mas o compromisso, já do primeiro ano, é de implementar a regra da média do PIB (Produto Interno Bruto) dos últimos cinco anos. Como houve queda [do PIB], como houve momentos mais elevados e momentos baixos, provavelmente, vai ficar aí em um patamar de 1,3%, 1,4% de ganho real neste primeiro ano. Mas precisa constar do Orçamento”, afirmou.
A manutenção do Auxílio Brasil também entrou na ordem de prioridades. “O objetivo é garantir a continuidade do Auxílio Brasil. Então, os R$ 600 seguem em condições de pagamento, a partir de 1º de janeiro, não haverá descontinuidade, o que preciso? É uma PEC? A necessidade de constar no Orçamento? É isso que nós vamos garantir”, explicou o senador.
Outros temas como a Farmácia Popular, orçamento das universidades, recursos direcionados à merenda escolar, obras inacabadas também devem ser discutidas, conforme anunciou o senador.
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