25/10/2022
Prévia do IPCA já aponta alta em outubro
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve alta de 0,16% de outubro, após dois meses de deflação. Como previsto, a queda dos preços foi temporária, devido, principalmente, à “política” oficial para os preços dos combustíveis simultânea ao processo eleitoral. Agora, segundo os dados divulgados nesta terça-feira (25) pelo IBGE, a chamada “prévia” da inflação oficial acumula 4,80% no ano e 6,85% em 12 meses. Nove das 11 áreas pesquisadas tiveram alta no mês.
De acordo com o IBGE, só três dos nove grupos que compõem o IPCA-15 tiveram queda de preços este mês. Um deles é o grupo Transportes (-0,64%), com os combustíveis ainda influenciado o resultado geral. Assim, caíram os preços médios de etanol (-9,47%), gasolina (-5,92%), óleo diesel (-3,52%) e gás veicular (-1,33%). “A gasolina contribuiu com o impacto negativo mais intenso (-0,29 p.p.) entre os 367 subitens pesquisados”, informa o IBGE. Há dúvida se essa influência vai continuar, uma vez que já se percebem aumentos nos combustíveis.
Ainda nesse grupo, o instituto apurou queda no item ônibus urbano (-0,60%), com redução de tarifas aos domingos em Salvador. Por outro lado, aumentou o custo com passagens aéreas (28,17%), além do ônibus intermunicipal, após reajustes em Fortaleza e Porto Alegre. Também subiram os preços de emplacamento e licença e do conserto de automóveis.
Internet e planos de saúde
Outro grupo com queda neste mês foi Comunicação (-0,42%), com influência da redução em pacotes de acesso à internet e planos de telefonia móvel. comunicações. Já Artigos de Residência recuou 0,35%. Nos demais grupos, só altas.
As maiores, segundo o IBGE, vieram de Vestuário (1,43%) e Saúde e Cuidados Pessoais. Neste último, com impacto de aumentos nos planos de saúde. No primeiro caso, subiram, com menor ou maior intensidade, os preços de calçados e acessórias, roupas infantis, joias e bijuterias, roupas masculinas e femininas.
Alimentos e energia
Depois de cair no mês anterior, o grupo Alimentação e Bebidas teve alta de 0,21%, com 0,14% no item alimentação no domicílio. Aumentaram preços de produtos como frutas (4,61%), batata inglesa (20,11%), tomate (6,25%) e cebola (5,86%). Caíram os de longa vida (-9,91%), óleo de soja (-3,71%) e carnes (-0,56%). Já a alimentação fora do domicílio subiu 0,37% – 0,44% na refeição e 0,23% no lanhe.
No grupo Habitação (0,28%), a energia elétrica registrou alta de 0,07%. E a taxa de água e esgoto subiu 0,39%.
Alta na maioria das regiões
Só duas áreas tiveram queda do IPCA-15 neste mês: as regiões metropolitanas de Belo Horizonte (-0,04%) e Curitiba (-0,24%). A principal alta foi apurada em Brasília (0,56%). Em 12 meses, o índice sobe em todas: vai de 4,92% (Porto Alegre) a 8,58% (Salvador). Soma 7,99% no Rio de Janeiro e 7,40% em São Paulo.
O IPCA e o INPC deste mês serão divulgados em 10 de novembro.
De acordo com o IBGE, só três dos nove grupos que compõem o IPCA-15 tiveram queda de preços este mês. Um deles é o grupo Transportes (-0,64%), com os combustíveis ainda influenciado o resultado geral. Assim, caíram os preços médios de etanol (-9,47%), gasolina (-5,92%), óleo diesel (-3,52%) e gás veicular (-1,33%). “A gasolina contribuiu com o impacto negativo mais intenso (-0,29 p.p.) entre os 367 subitens pesquisados”, informa o IBGE. Há dúvida se essa influência vai continuar, uma vez que já se percebem aumentos nos combustíveis.
Ainda nesse grupo, o instituto apurou queda no item ônibus urbano (-0,60%), com redução de tarifas aos domingos em Salvador. Por outro lado, aumentou o custo com passagens aéreas (28,17%), além do ônibus intermunicipal, após reajustes em Fortaleza e Porto Alegre. Também subiram os preços de emplacamento e licença e do conserto de automóveis.
Internet e planos de saúde
Outro grupo com queda neste mês foi Comunicação (-0,42%), com influência da redução em pacotes de acesso à internet e planos de telefonia móvel. comunicações. Já Artigos de Residência recuou 0,35%. Nos demais grupos, só altas.
As maiores, segundo o IBGE, vieram de Vestuário (1,43%) e Saúde e Cuidados Pessoais. Neste último, com impacto de aumentos nos planos de saúde. No primeiro caso, subiram, com menor ou maior intensidade, os preços de calçados e acessórias, roupas infantis, joias e bijuterias, roupas masculinas e femininas.
Alimentos e energia
Depois de cair no mês anterior, o grupo Alimentação e Bebidas teve alta de 0,21%, com 0,14% no item alimentação no domicílio. Aumentaram preços de produtos como frutas (4,61%), batata inglesa (20,11%), tomate (6,25%) e cebola (5,86%). Caíram os de longa vida (-9,91%), óleo de soja (-3,71%) e carnes (-0,56%). Já a alimentação fora do domicílio subiu 0,37% – 0,44% na refeição e 0,23% no lanhe.
No grupo Habitação (0,28%), a energia elétrica registrou alta de 0,07%. E a taxa de água e esgoto subiu 0,39%.
Alta na maioria das regiões
Só duas áreas tiveram queda do IPCA-15 neste mês: as regiões metropolitanas de Belo Horizonte (-0,04%) e Curitiba (-0,24%). A principal alta foi apurada em Brasília (0,56%). Em 12 meses, o índice sobe em todas: vai de 4,92% (Porto Alegre) a 8,58% (Salvador). Soma 7,99% no Rio de Janeiro e 7,40% em São Paulo.
O IPCA e o INPC deste mês serão divulgados em 10 de novembro.
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